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Na entrevista à Time, Lula falou sobre o cenário eleitoral, a política econômica em um eventual novo mandato e a guerra na Ucrânia
Na saga do jovem bruxo Harry Potter, Voldemort, o vilão da história, é também citado como o “inominável”. Pois o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparentemente usou a mesma estratégia, ao não mencionar uma única vez o nome de Jair Bolsonaro, o atual inquilino do Palácio do Planalto, em uma entrevista exclusiva à revista norte-americana Time.
Nas aspas atribuídas a Lula pela maior publicação semanal dos Estados Unidos, o nome de seu principal concorrente com vistas às eleições presidenciais de outubro é citado de raspão em apenas em uma passagem.
“O Bolsonaro tem culpa pelo racismo hoje no Brasil ou é um país racista?”, pergunta a repórter Ciara Nugent.
“Eu não diria que ele tem culpa pelo racismo porque o racismo é crônico no Brasil. Mas ele estimula”, limita-se a responder Lula, sem citar o adversário pelo nome.
Pode até ser que isso seja resultado do trabalho dos editores da Time, mas a ausência da menção ao nome de Bolsonaro nas falas de Lula chama a atenção por se tratar de uma entrevista bastante extensa, com direito a foto de capa.
Na entrevista com o título “O Segundo Ato de Lula - o líder mais popular do Brasil tenta voltar à presidência”, o ex-chefe de Estado fala sobre os 580 dias em que passou na prisão, a restauração de seus direitos políticos, o que pretende fazer caso seja eleito e até sobre voltar a se casar.
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Sobre a política econômica em um eventual novo mandato, Lula se esquivou de falar sobre o que pretende fazer ao dizer que é primeiro preciso ganhar as eleições e saber com quem precisará compor o governo.
O ex-presidente disse, porém, que uma vitória dele não deveria ser motivo de preocupação. “As pessoas precisam ter em conta o seguinte: ao invés de perguntar o que é que eu vou fazer, olhe o que eu fiz.”
Lula citou então uma série de dados econômicos durante os seus mandatos, como o avanço no número de IPOs na bolsa, as reservas internacionais e o fim da dívida com o FMI.
Sobre a liderança nas pesquisas de intenção de voto, o ex-presidente também atribuiu às conquistas ao longo do período em que esteve à frente do governo:
"As pessoas trabalhavam, as pessoas tinham aumento de salário, os reajustes salariais eram acima da inflação. Então eu penso que as pessoas têm saudades disso e as pessoas querem isso melhorado."
Os temas internacionais ocuparam boa parte da entrevista de Lula à Time. Sobre a invasão da Ucrânia pela Rússia, o ex-presidente disse considerar que faltou paciência a todos envolvidos na busca por um diálogo que evitasse a guerra.
Ao comentar o tema, Lula não limitou as críticas ao presidente da Rússia, Vladimir Putin. Disparou também contra os presidentes da Ucrânia, Volodymyr Zelenski, e dos Estados Unidos, Joe Biden, a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e a União Europeia (UE).
Questionado sobre a proposta do candidato à presidência da Colômbia, Gustavo Petro, para a criação de um bloco antipetróleo no mundo, Lula demonstrou pragmatismo.
“Acho que o Petro tem o direito de fazer todas as propostas que ele quiser fazer. Mas no caso do Brasil é irreal. No caso do mundo é irreal. Você ainda precisa do petróleo por um tempo”, respondeu.
Além da versão em inglês, a Time publicou a entrevista em português. Para ter acesso à íntegra do conteúdo, é só clicar aqui.

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