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O economista defende que o eventual governo do petista poderia “recuperar a economia”, além da responsabilidade fiscal nas contas públicas

A um dia do 1º turno das eleições, o economista e ex-ministro Henrique Meirelles usou as redes sociais neste sábado para relembrar e reforçar que seu apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Meirelles destacou que nos oito anos de seu governo, Lula agiu com responsabilidade fiscal. E mesmo sem ter conseguido aprovar a independência do Banco Central, "ele concordou que eu, no comando do BC, tivesse total independência no cargo", disse em sua conta no Twitter.
"Fizemos uma boa gestão econômica naquele período. Como resultado, o Brasil cresceu 4% ao ano em média, criamos 11 milhões de empregos no País, o País construiu reservas. Foi um período de muito sucesso na economia", enfatizou.
O ex-ministro ressaltou que a insegurança fiscal é um dos principais problemas que o País enfrenta. "Hoje, o nível de confiança do investidor no nosso País é baixo. É o que acontece, quando há dúvidas sobre o cumprimento de compromissos, sobre o respeito a regras. Quando não há previsibilidade e confiabilidade na condução da economia. Quando as políticas fiscal e monetária caminham em sentidos opostos", concluiu.
O nome de Henrique Meirelles movimentou o mercado nas últimas semanas.
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Isso porque a campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato que lidera as pesquisas até o momento, realizou um ato para marcar o apoio público ao petista de oito ex-candidatos a presidente — incluindo Henrique Meirelles, ministro da Fazenda sob Michel Temer e presidente do Banco Central durante os anos Lula (2003-2010).
Meirelles é um nome bem visto pelo mercado financeiro e é considerado como o pai do teto de gastos — âncora fiscal criada durante o governo de Temer e que tem sido frequentemente questionada pela campanha petista.
A preocupação com as contas públicas, aliás, é uma das grandes preocupações dos economistas e analistas. Com a proximidade de Meirelles ao coração da campanha do ex-presidente, é como se uma nuvem negra tivesse se afastado dos céus da Faria Lima.
*Com informações de Estadão Conteúdo
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