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Além de Lula e Bolsonaro, estão com presença confirmada os candidatos Felipe D’Avila (Novo), Soraya Thronicke (União Brasil), Simone Tebet (MDB) e Ciro Gomes (PDT)
À frente nas pesquisas de intenção de voto, Lula e Bolsonaro se enfrentarão pela primeira vez.
O debate será um pool promovido pelo Grupo Bandeirantes, juntamente com o jornal Folha de S.Paulo, UOL e TV Cultura, que também vão transmitir o evento, e está marcado para este domingo (28), às 21h. Acompanhe os vídeos dos melhores momentos do debate em nossa página do Instagram (basta clicar aqui) e aproveite para nos seguir por lá para receber diariamente alertas com insights de investimentos fora do radar, análises de mercado decisivas e a opinião dos principais analistas e gestores do Brasil consultados pelos nossos repórteres especiais.
Serão três blocos, com confrontos diretos e também perguntas feitas por jornalistas. Não haverá presença de plateia.
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Cientistas políticos ouvidos pelo Estadão disseram que o encontro deve ser marcado por uma atenção polarizada entre os principais adversários que lideram as pesquisas - Lula e Bolsonaro.
A performance e desenvoltura dos dois candidatos será um dos focos do debate, uma vez que o petista não participa de eventos semelhantes desde 2006, enquanto o atual chefe do Executivo participou apenas de dois debates em 2018 antes do atentado que sofreu.
Para o professor de Ciência Política da Universidade Federal da Bahia (UFBA) Cloves Oliveira, o debate funcionará como uma espécie de grande duelo.
"Finalmente, teremos um encontro entre os dois principais competidores das eleições, como se fosse um grande duelo no qual cada um vai tentar apresentar os seus trunfos: um para tentar ganhar no primeiro turno, caso do ex-presidente Lula, e ou para tentar diminuir a intenção de votos do oponente, caso do presidente Bolsonaro", afirmou Oliveira.
As organizações do encontro afirmaram que Lula e Bolsonaro foram sorteados para ficar lado a lado na disposição dos candidatos no estúdio.
A performance e desenvoltura dos dois principais adversários serão analisadas de perto durante o debate. Para Oliveira, o ex-presidente petista tem vantagem nessa situação por estar na liderança nas pesquisas e ter técnicas de comunicação e posicionamento já conhecidas pelo eleitorado.
"Lula tem condições de se posicionar como acima da briga, de ser mais propositivo e de se esquivar, de maneira mais efetiva, dos ataque dos seus oponentes", disse.
Já para o presidente, estar em um debate televisivo pode ser mais desconfortável, segundo o cientista político Rodrigo Prando, professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
"Bolsonaro fica muito mais confortável no ambiente seguro das redes sociais em que controla as variáveis que podem influenciar", disse.
Os especialistas defendem que o esperado do candidato do PDT é que ele mantenha a mesma estratégia utilizada na entrevista do Jornal Nacional, que foi a de tecer crítica aos dois mais bem colocados nas pesquisas - Lula e Bolsonaro - e de se vender como uma alternativa para aqueles que não querem a continuidade de um ou a volta de outro.
"A estratégia mais recomendada para Ciro é atacar o presidente Bolsonaro para buscar votos em um espaço do eleitorado mais de centro-direita que está flertando com o eleitorado de Bolsonaro", afirmou Oliveira.
A candidata Simone Tebet (MDB), assim como Ciro, deve se apresentar como uma terceira via.
"A grande questão é que qualquer um ali que não seja Lula e Bolsonaro, portanto, qualquer representante da terceira via, vai ter de fazer todo um esforço discursivo de oratória no debate, mas sabe que a polarização os constrange. Ou seja, o corredor em que eles passar, especialmente Ciro e e Simone, é um corredor cada vez mais apertado pela dimensão da força dos dois candidatos", afirmou Prando.
Primeiro bloco
- Mediadores: Eduardo Oinegue e Adriana Araújo (Band)
- Todos os candidatos terão 1 minuto e meio para responder a perguntas de programas de governo
- Cada candidato responderá a duas perguntas
- As respostas seguirão a ordem de posicionamento no estúdio, definida por sorteio: Felipe d'Avila, Soraya Thronicke, Simone Tebet, Jair Bolsonaro, Lula e Ciro Gomes
- Na sequência, haverá o primeiro confronto direto: por sorteio, cada candidato escolhe o concorrente para o qual quer fazer uma pergunta, que pode durar 1 minuto. A resposta terá tempo máximo de 4 minutos, incluindo a tréplica. A réplica terá 1 minuto
Segundo bloco
- Mediadores: Eduardo Oinegue e Adriana Araújo (Band)
- Dos veículos integrantes do pool, seis jornalistas farão perguntas e escolherão quem comenta
- Cada pergunta vai durar até 1 minuto, assim como os comentários
- O candidato escolhido para responder terá 4 minutos, incluindo a réplica
Terceiro bloco
- Mediadores: Leão Serva (TV Cultura) e Fabíola Cidral (UOL)
- Mais um confronto direto, definida a ordem em sorteio: Simone Tebet, Soraya Thronicke, Ciro Gomes, Jair Bolsonaro, Lula, Felipe D'Avila
- Será 1 minuto para pergunta e 1 para réplica
- Cada candidato terá 4 minutos, incluindo o tempo para réplica
- Em seguida, haverá mais uma rodada de perguntas sobre programas de governo, seguindo as mesmas regras do primeiro bloco
Por fim, os candidatos terão 2 minutos para considerações finais, na seguinte ordem: Ciro Gomes, Lula, Jair Bolsonaro, Simone Tebet, Soraya Thronicke e Felipe D'Avila.
Com informações do Estadão Conteúdo
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