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Debate presidencial será promovido por consórcio formado pelo Grupo UOL/Folha, pela Band e pela TV Cultura
Os candidatos à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) se enfrentam no primeiro debate do segundo turno das Eleições 2022 na noite deste domingo (16).
No primeiro turno, Lula obteve 57,2 milhões de votos válidos (48,43%), enquanto Bolsonaro, candidato à reeleição, recebeu 51 milhões de votos, ou 43,20% do total.
Promovido pelo grupo UOL/Folha, Rede Bandeirantes e TV Cultura, o debate de hoje será realizado nos estúdios da TV Bandeirantes, em São Paulo, e transmitido por televisão, rádio e pela internet a partir das 20 horas.
Na televisão aberta, o debate poderá ser acompanhado na própria Band e na TV Cultura. No rádio, será transmitido pela rádio Bandeirantes e pela BandNews FM de cada estado.
Já na internet, será possível acompanhar o embate nos perfis das redes sociais e plataformas digitais de todos os veículos organizadores. No UOL, haverá transmissão pelo site, pelo perfil do UOL no YouTube e pelo Canal UOL.
De acordo com analistas políticos ouvidos pelo Estadão, o foco dos candidatos à presidência neste primeiro debate do segundo turno deve ser aumentar a rejeição um do outro.
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Segundo a última pesquisa eleitoral Datafolha, publicada na sexta-feira (14), Bolsonaro é o candidato com a maior rejeição, com 51% dos eleitores dizendo que não votariam nele de jeito nenhum; já Lula é rejeitado por 46%.
Os especialistas ouvidos pelo Estadão também acreditam que o atual presidente deve ser mais incisivo em seus ataques, enquanto Lula deve se concentrar mais em propostas e em uma postura mais defensiva.
Trata-se de visão semelhante à publicada em uma análise do UOL. De acordo com o site, Bolsonaro estará "pronto para trocação franca de golpes", sem ter feito mídia training. Já Lula se prepara para atacar comparando gestões e "temperar as respostas com ironia", postura na qual sua equipe considera que o ex-presidente se sai bem.
Para os analistas ouvidos pelo Estadão, o debate de hoje deve ser mais propositivo que os anteriores, até pelo formato, com muito mais tempo para cada presidenciável. Então, diferentemente do que aconteceu no primeiro turno, deve haver mais exposição de propostas.
Mas isso não quer dizer que será um embate limpo. A expectativa é de que haja também muita hostilidade e um pouco da retórica violenta que tem marcado as duas campanhas.
A estratégia do atual presidente deve ser tentar tirar Lula do sério por meio de ataques pessoais e tocando no tema da corrupção. Tudo isso, porém, evitando que a sua própria reação às provocações do adversário se converta em um ataque de fúria.
Bolsonaro deve continuar a utilizar termos como "ex-presidiário", "ladrão" e "condenado" para fustigar o adversário e evitar que ele passe a imagem de um estadista sereno, em contraste com o jeito destemperado do atual presidente. Temas religiosos e pautas de costumes também devem aparecer na sua fala.
Já Lula deve fazer um debate mais propositivo e com críticas à gestão de Bolsonaro, comparando seus governos com o dele. O petista deve destacar contribuições federais feitas pelo seu governo para o desenvolvimento regional e também falar de temas sociais, como fome, desemprego e o preço dos alimentos.
O ex-presidente deve também tentar não "cair na pilha" de Bolsonaro e tem na manga assuntos polêmicos relacionados ao presidente para contra-atacar as provocações, como a visita do candidato do PL à Aparecida do Norte no feriado do dia 12, o caso dos 51 imóveis comprados com dinheiro vivo pela família Bolsonaro e a fala do presidente relacionando a vitória de Lula no Nordeste aos índices de analfabetismo da região.
*Com informações do jornal O Estado de São Paulo e do UOL.
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