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RESUMO DO DIA: A pesquisa Ipec (ex-Ibope) divulgada nesta terça-feira (20) mostrou como está a disputa eleitoral nos estados. Em São Paulo, o petista Fernando Haddad segue liderando as intenções de voto, enquanto em Minas Gerais é Romeu Zema (Novo) quem segue na dianteira. No Rio de Janeiro, Claudio Castro (PL) está na frente, embora a distância para Marcelo Freixo (PSB) tenha diminuído. Confira os novos números.
Cláudio Castro (PL) segue na liderança na disputa pelo governo do Rio de Janeiro, mas a distância para Marcelo Freixo (PSB) caiu de 15 para 10 pontos percentuais, segundo pesquisa Ipec (ex-Ibope) divulgada nesta terça-feira (20).
De acordo com o levantamento, Castro se manteve estagnado em 37% das intenções de voto, enquanto Freixo avançou cinco pontos, para 27%.
Em terceiro lugar aparece Rodrigo Neves (PDT), com 6% das intenções de voto. Wilson Witzel (PMB) se manteve com 2%. O ex-governador, que sofreu impeachment no ano passado, teve a candidatura indeferida pelo Tribunal Regional Eleitoral e está recorrendo no Tribunal Superior Eleitoral.
Os votos brancos e nulos somam 11% e não sabe, 9%.
Em um eventual segundo turno, Castro tem 45% das intenções de voto — dois pontos a mais do que no levantamento anterior — e Freixo subiu de 31% para 35%.
A pesquisa ouviu 1.504 pessoas entre os dias 17 e 19 de setembro em 39 cidades fluminenses. A margem de erro é de três pontos para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.
O candidato à reeleição Romeu Zema (Novo) lidera a disputa ao governo de Minas Gerais com 46% das intenções de voto, segundo pesquisa Ipec (ex-Ibope), divulgada nesta terça-feira (20).
Em segundo lugar aparece o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PSD), com 29%. Já Kalil é o candidato apoiado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O cenário é de estabilidade na disputa mineira. Em relação ao levantamento anterior, Zema oscilou um ponto porcentual para baixo. Já Kalil, perdeu dois pontos percentuais.
Com apoio do presidente Jair Bolsonaro (PL), Carlos Viana aparece com 4%.
Segundo a pesquisa, em um eventual segundo turno, Zema venceria Kalil por 53% a 33%. Votos em branco e nulos são 8%. Não sabe ou não respondeu, 7%.
O Ipec ouviu 2.000 pessoas entre os dias 17 e 19 de setembro em 101 cidades do Estado. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança utilizado é de 95%.
O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) segue liderando a corrido ao governo de São Paulo, com 34% das intenções de voto, de acordo com nova pesquisa Ipec (ex-Ibope) divulgada nesta terça-feira (20).
Em segundo lugar aparece o pelo ex-ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 22%, e o atual governador do Estado e candidato à reeleição, Rodrigo Garcia (PSDB), que tem 18%. Ambos estão tecnicamente empatados no limite da margem de erro.
Garcia aparece quatro pontos acima do levantamento, do dia 6 de setembro, enquanto Haddad oscilou dois pontos para baixo e Tarcísio oscilou um ponto para cima.
Em um eventual segundo turno, Haddad mantém a liderança: o petista tem 44% ante 34% de Tarcísio e 41% ante 33% de Garcia. Há empate técnico em uma possível disputa entre o governador e o ex-ministro da Infraestrutura. Garcia lidera com 33%, enquanto Tarcísio tem 32%.
A pesquisa foi realizada entre 17 e 19 de setembro e entrevistou 2.000 eleitores presencialmente em 84 municípios. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.
O candidato à Presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, falou nesta terça-feira (20) em “fazer uma convergência estratégica” em prol do desenvolvimento do país durante evento em Campinas (SP).
Segundo ele, a China é um exemplo disso, junto com os Estados Unidos. Ciro aponta que esses países souberam aliar um Estado com uma iniciativa privada forte para alcançar o crescimento.
O candidato disse que é preciso “encerrar a batalha ideológica burra que hoje nos impede de raciocinar com nossa própria inteligência”, em uma crítica a espectros políticos extremos, tanto na direita quanto na esquerda.
“O mundo que conseguiu êxito civilizatório baniu os extremismos ideológicos e conseguiu fazer uma convergência estratégica. Às vezes estrita, como a chinesa, às vezes pactuada, como a americana”, disse. (Agência Brasil)
O presidente Jair Bolsonaro (PL) reconheceu nesta terça-feira (20), que o cenário da disputa pelo Palácio do Planalto está polarizado e afirmou que a terceira via está “longe”.
“Na política, hoje em dia, está polarizado e a terceira via está longe”, declarou o candidato à reeleição durante sabatina promovida pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras).
“Vocês sabem o que eu fiz e o que o outro cara fez”, acrescentou, em referência ao candidato do PT à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva.
A 12 dias das eleições, Bolsonaro voltou a dizer que o PT “quase quebrou a Petrobras” e, com o dinheiro desviado, seria possível fazer a transposição do Rio São Francisco por sessenta vezes.
Mais uma vez utilizando a estratégia do medo do retorno de Lula, o chefe do Executivo afirmou aos empresários presentes que todos são escravos de suas decisões. “A começar pelo nosso casamento”, emendou. (Estadão Conteúdo)
As campanhas dos candidatos à Presidência Ciro Gomes (PDT) e Soraya Thronicke (União Brasil) pediram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que proíba o presidente Jair Bolsonaro (PL) de usar em sua campanha imagens do discurso realizado na 77ª Sessão da Assembleia-Geral das Nações Unidas (ONU).
Tradicionalmente, o Brasil abre o evento e Bolsonaro fez o pronunciamento na manhã desta terça-feira (20). Confira o que o presidente falou em Nova York.
Os candidatos também pedem que Bolsonaro seja investigado por abuso de poder político e econômico. O motivo é o possível favorecimento da campanha de Bolsonaro pelo uso de aparato estatal para promover sua candidatura, ferindo a isonomia entre candidatos.
*Com informações do Estadão Conteúdo
A disputa presidencial não se dá apenas na arena política, mas também nos tribunais. Oito bancas de Direito, que reúnem ao menos 44 advogados, foram contratadas pelos quatro principais candidatos ao Palácio do Planalto.
Até agora, Jair Bolsonaro (PL), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) apresentaram mais de 138 ações ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A briga dos candidatos pode resultar em multas e interferir na campanha dos adversários, retirando propagandas eleitorais do ar.
Na batalha jurídica, somente o ex-presidente Lula, líder das pesquisas de intenção de voto, já gastou R$ 2,9 milhões do fundo eleitoral com advogados.
A defesa de Bolsonaro, por sua vez, tem Lula como maior foco de sua ofensiva e, até agora, já apresentou 20 ações contra o petista e o PT.
Terceiro colocado na corrida eleitoral, o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) conta com o maior número de advogados no TSE. Ao todo, são 20 profissionais sob a coordenação de Walber Agra.
Até agora, a campanha de Ciro já desembolsou R$ 500 mil para essa finalidade. Foram 21 ações contra adversários. Deste total, nove foram julgadas favoravelmente a Ciro.
Já a campanha da senadora Simone Tebet (MDB) conta com três bancas advocatícias, ao custo de R$ 700 mil, valor declarado ao TSE até agora. O grupo é coordenado pelo eleitoralista Ricardo Vita Porto e os advogados focam o trabalho em adequar a campanha às regras eleitorais.
*Com informações do Estadão Conteúdo
Durante viagem a Nova York, o presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a criticar as pesquisas eleitorais para a corrida presidencial no Brasil.
Ao comentar sobre sua expectativa quanto ao primeiro turno da disputa, Bolsonaro disse que o que tem sentido é que o povo está ao seu lado, mas não respondeu a uma pergunta sobre se entregaria o cargo caso perdesse nas urnas.
“Essas pesquisas não valem de nada. Se você acredita em pesquisas, não vou falar contigo”, respondeu Bolsonaro, ao jornalista da BBC, Leandro Prazeres.
“Não vou falar em hipóteses. Vamos ganhar no primeiro turno”, emendou, ao ser questionado sobre a possibilidade de ter de deixar o cargo caso perca as eleições.
O presidente desembarcou na segunda-feira (19), à noite, em Nova York. Hoje ele foi o primeiro chefe de Estado a discursar na Assembleia Geral da ONU. Foi a quarta vez que o presidente brasileiro participou do encontro de chefes de Estado. (Estadão Conteúdo)
O presidente Jair Bolsonaro usou seu discurso na abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas para atacar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Acusando “governos de esquerda”, Bolsonaro relacionou o endividamento da Petrobras entre 2003 e 2015 a má-gestão, loteamento político e desvios de dinheiro ocorridos no período.
“O responsável por isso foi condenado em três instâncias”, disse Bolsonaro, sem citar Lula nominalmente nem fazer a ressalva de que as sentenças foram posteriormente anuladas.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampliou de 17 para 19 pontos porcentuais sua vantagem sobre Jair Bolsonaro (PL) em segundo turno, de acordo com a nova rodada da pesquisa Ipec (ex-Ibope)
Lula aparece com 54% das intenções de voto, contra 35% de Bolsonaro. Na rodada anterior, divulgada em 12 de setembro, Lula tinha 53% das intenções de voto no segundo turno e Bolsonaro, 36%.
Contratada pela TV Globo, a pesquisa Ipec foi realizada entre 17 e 18 de setembro. Ao todo, 3.008 eleitores de 181 municípios foram entrevistados presencialmente. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.
Confira a agenda dos 11 candidatos à Presidência da República nesta terça.-feira.
A cobrança de imposto de renda sobre dividendos foi aprovada na Câmara no ano passado, dentro da reforma tributária, mas está paralisada no Senado, onde a matéria ainda não foi votada.
A previsão é de que a reforma – e a taxação de lucros e dividendos – seja apreciada na Casa em 2023. E, no que depender de quem estiver na presidência da República, a tributação deve passar.
A taxação de dividendos, hoje isentos de IR, é defendida pelos quatro candidatos mais bem colocados nas pesquisas na corrida eleitoral pelo cargo Executivo mais alto do país.
A intenção de voto no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi a 47% na pesquisa Ipec (ex-Ibope).
Com isso, o candidato petista à Presidência da República viu crescer sua chance de vencer ainda em primeiro turno.
Enquanto Lula ganhou um ponto porcentual em relação à rodada anterior do Ipec, o presidente Jair Bolsonaro (PL) permaneceu com 31%.
Ciro Gomes (PDT) vem em terceiro, com 7%, seguido por Simone Tebet (MDB), com 5%, e Soraya Thronicke (União Brasil), com 1%. Os demais candidatos não pontuaram na pesquisa.
Como a margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, Lula teria entre 45% e 49%.
Já a soma dos votos de seus adversários é de 44%.
Contratada pela TV Globo, a pesquisa Ipec foi realizada entre 17 e 18 de setembro. Ao todo, 3.008 eleitores de 181 municípios foram entrevistados presencialmente.
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