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Discurso de Bolsonaro foi, em boa parte, voltado para o público interno, direcionado às eleições, com acenos também para a comunidade internacional
O presidente Jair Bolsonaro (PL) usou seu discurso durante a Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) para atacar seu principal adversário nas eleições deste ano e exaltar a economia.
Bolsonaro também exaltou o agronegócio e tratou o País como "referência" de sustentabilidade e defesa do meio ambiente.
O discurso do presidente foi, em boa parte, voltado para o público interno, direcionado para as eleições, com acenos também para a comunidade internacional.
Sem citar nominalmente o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Bolsonaro falou das condenações do petista na Operação Lava Jato, posteriormente anuladas.
"No meu governo, extirpamos a corrupção sistêmica que existia no País. Somente entre o período de 2003 e 2015, onde a esquerda presidiu o Brasil, o endividamento da Petrobras por má gestão, loteamento político em e desvios chegou a casa dos US$ 170 bilhões", afirmou o presidente no início de sua fala.
Ao afirmar que o "nosso agronegócio é orgulho nacional", Bolsonaro disse "que, também na área do desenvolvimento sustentável, o patrimônio de realizações do Brasil é fonte de credibilidade para a ação internacional".
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Segundo Bolsonaro, "dois terços de todo o território brasileiro permanecem com vegetação nativa, que se encontra exatamente como estava quando o Brasil foi descoberto, em 1500".
Ao sair do hotel, a caminho da sede da ONU em Nova York, Bolsonaro (PL), voltou a criticar as pesquisas eleitorais.
Ao comentar sobre sua expectativa quanto ao primeiro turno da disputa, disse que o que tem sentido é que o povo está ao seu lado, mas não respondeu a uma pergunta sobre se entregaria o cargo caso perdesse nas urnas.
"Essas pesquisas não valem de nada Se você acredita em pesquisas, não vou falar contigo", respondeu Bolsonaro ao jornalista da BBC Leandro Prazeres.
"Não vou falar em hipóteses. Vamos ganhar no primeiro turno", emendou, ao ser questionado sobre a possibilidade de ter de deixar o cargo caso perca as eleições.
Bolsonaro desembarcou em Nova York sob uma saraivada de críticas da imprensa britânica.
Veículos da imprensa do Reino Unido apontaram uso político da visita do presidente a Londres para o funeral da rainha Elizabeth II.
O chefe do Executivo fez um discurso em tom eleitoral para apoiadores de seu governo no domingo e foi a um posto de gasolina gravar um vídeo comparando o preço do combustível com o do Brasil.
O conservador The Times deu o seguinte título a uma matéria: "Bolsonaro rompe o luto para marcar pontos políticos".
O The Guardian chamou o presidente de "populista da América do Sul" e classificou a viagem como uma "oportunidade de ouro para impulsionar sua campanha à reeleição".
O Independent titulou com "Bolsonaro é acusado de transformar visita ao funeral da rainha em comício político".
Na mesma linha das demais publicações, o veículo noticiou a viagem como uma conveniência para a campanha eleitoral do chefe do Executivo.
Na segunda-feira, Bolsonaro se irritou com uma jornalista que o questionou sobre o uso político da viagem.
*Com informações do Estadão Conteúdo.
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