O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Acompanhe a cobertura ao vivo das eleições 2022 com as principais notícias sobre os principais candidatos à Presidência e nos Estados
RESUMO DO DIA: A primeira pesquisa depois da realização do primeiro turno das eleições presidenciais foi divulgada nesta quarta-feira (5) e mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à frente de Jair Bolsonaro (PL), que tenta a reeleição. Confira os dados do levantamento.
Em sua primeira transmissão ao vivo nas redes sociais após o primeiro turno das eleições, o presidente Jair Bolsonaro (PL) falou em problemas na apuração dos votos e colocou em dúvida a pesquisa Ipec divulgada nesta quarta-feira (5)
Mais uma vez sem apresentar provas, Bolsonaro colocou em dúvida a confiança da apuração das urnas e fez uma comparação com a disputa entre a ex-presidente Dilma Rousseff e o deputado Aécio Neves (PSDB-MG) em 2014.
O presidente também voltou a criticar os institutos de pesquisa e disse que a “palhaçada” começou de novo, ao comentar a pesquisa do Ipec.
O levantamento do instituto mostrou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 51% dos votos no segundo turno, contra 43% do candidato à reeleição.
No primeiro turno, Lula obteve 48,43% dos votos válidos, contra 43,20% de Bolsonaro.
A pesquisa Datafolha divulgada na véspera da eleição apontava o petista com 50% e o candidato à reeleição com 36%.
O levantamento do Ipec, por sua vez, mostrava o candidato do PT com 51% e o chefe do Executivo com 37%.
A discrepância fez com que o presidente e seus apoiadores centrassem suas críticas aos institutos de pesquisa.
Assessores dos candidatos à Presidência Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniram virtualmente com representantes do veículos do pool de imprensa (Estadão, Rádio Eldorado, SBT, CNN, Veja, Terra e Rádio Nova Brasil) e aprovaram as regras para o debate no segundo turno, marcado para o dia 21, sexta-feira, às 21h30.
A campanha de Bolsonaro confirmou que ele irá participar do evento. A representante da campanha de Lula, embora tenha aprovado todos os detalhes do evento, ainda não informou se o candidato aceita debater. Mas disse que ele tem interesse em participar. Caso um deles não compareça, o outro será entrevistado pelo pool sobre temas previamente escolhidos.
O debate será realizado em estúdio do SBT, em Osasco (SP), sem plateia, com mediação do jornalista Carlos Nascimento e transmissão ao vivo pelas plataformas dos veículos patrocinadores.
Serão 4 blocos. Em dois, os candidatos se defrontam diretamente. Nos demais, jornalistas fazem perguntas. Haverá réplicas, tréplicas e comentários.
O pool também prepara debate entre os candidatos ao governo de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT), previsto para dia 14, sexta-feira, às 22h, nos mesmos moldes do debate presidencial.
As regras foram apresentadas hoje às campanhas para serem analisadas. Até o final desta semana, as assessorias de Tarcísio e Haddad devem confirmar participação. (Estadão Conteúdo)
O União Brasil, partido formado pela fusão do PSL com o DEM, vai liberar seus filiados para que apoiem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ou o presidente Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição.
A maior parte da legenda, porém, está com Bolsonaro desde o primeiro turno e outra parte declarou apoio à reeleição do presidente no segundo turno — entre eles, o senador eleito Sérgio Moro, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, e o deputado Capitão Wagner.
Estados como Rio de Janeiro, Amazonas, Mato Grosso e Acre também já haviam aderido à campanha bolsonarista.
O União Brasil negocia uma fusão com o PP do presidente da Câmara, Arthur Lira (AL), líder do Centrão. O PP faz parte da base aliada do presidente, mas tem tradição de apoiar qualquer governo, em troca de cargos, independentemente da ideologia.
O candidato do PT à presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva agradeceu nesta quarta-feira (5) os apoios da senadora Simone Tebet (MDB) e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) para o segundo turno.
Lula chamou o manifesto de Tebet em seu apoio de “bom”, por trazer críticas e propostas.
“Eu acho muito importante que seja assim. Não é apoio formal, é programático, e ela quer continuar na rua defendendo as coisas dela”, disse.
Ao anunciar que votará em Lula no segundo turno, Tebet — que apareceu sozinha no pronunciamento — disse que reconhecia o respeito do petista à democracia e à Constituição.
Ela deve se reunir novamente nesta quinta-feira (6) com Lula para saber se suas propostas foram aceitas e só aí decidir se embarca na campanha do petista.
O ex-presidente Michel Temer negou que irá anunciar nos próximos dias apoio à reeleição de Jair Bolsonaro (PL).
Ouvido pelo colunista do UOL, Kennedy Alencar, Temer disse que está do lado da democracia e que não se comprometeu a apoiar ninguém até o momento.
O colunista, no entanto, afirma que a tendência é que Temer siga o mesmo caminho de Simone Tebet (MDB) e vote em Lula, mas fontes próximas ao ex-presidente indicam que as críticas ao PT o impedem de manifestar essa intenção publicamente.
Mais cedo, a Veja noticiou que Temer irá anunciar nos próximos dias o apoio a Bolsonaro e também a Tarcísio de Freitas, que concorre ao governo de São Paulo pelo Republicanos.
Pesquisa Ipec (ex-Ibope) divulgada nesta quarta-feira (5) mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 51% das intenções contra 43% do presidente Jair Bolsonaro (PL).
Esse é o primeiro levantamento a ser divulgado depois do primeiro turno das eleições presidenciais.
Votos em brancos e nulos somam 4%. Não sabem ou não responderam, 2%.
Considerando apenas os votos válidos, ou seja, excluindo os brancos e nulos, Lula aparece com 55%, ante 45% de Bolsonaro.
Lula obteve 48,43% dos votos na primeira etapa da corrida ao Palácio do Planalto, enquanto Bolsonaro somou 43,20%.
A senadora Simone Tebet (MDB) condenou a estratégia do petista Luiz Inácio Lula da Silva de buscar o voto útil, mas disse que no segundo turno irá votar no ex-presidente.
O MDB não assumiu nenhum lado na disputa e deu liberdade aos seus integrantes para assumir o lado que preferirem.
Em um pronunciamento após almoço com Lula, Tebet disse que não cabe a omissão da neutralidade neste momento e que optará pelo petista porque reconhece o compromisso dele com a democracia.
“Compromisso com a democracia e com a Constituição que desconheço do atual presidente”, disse ela.
Tebet afirmou ainda que apresentou alguns pedidos a Lula durante o encontro de hoje. As ideias seriam nas áreas de educação, saúde e direitos da mulher.
O governador reeleito do Paraná, Ratinho Junior (PSD), oficializou nesta quarta-feira (5) seu apoio a Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno.
No Paraná, Bolsonaro teve 55,26% dos votos no primeiro turno, contra 35,99% de Lula.
Aliado do presidente desde 2018, Ratinho Junior disse que mais de 70% dos prefeitos do Estado que governa vão atuar na campanha do candidato à reeleição.
Em âmbito nacional, o PSD, que é presidido por Gilberto Kassab, declarou neutralidade e liberou seus filiados para apoiarem qualquer candidato.
O governador reeleito do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), oficializou nesta quarta-feira (5) o apoio ao presidente Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno.
Comentando sobre Simone Tebet (MDB), que ficou em terceiro lugar no primeiro turno das presidenciais, ele disse que a senadora tomará uma decisão isolada se apoiar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
De acordo com Ibaneis, o MDB deve liberar seus integrantes para endossar a candidatura que quiserem no segundo turno.
Em um passado não muito distante, a polarização política no Brasil tinha outros protagonistas. A partir dos anos 1990, Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva passaram a figurar como as faces mais emblemáticas da disputa entre PSDB e PT.
Agora os dois rivais históricos estão no mesmo palanque. FHC anunciou formalmente.
o apoio a Lula no segundo turno das eleições presidenciais contra Jair Bolsonaro (PL).
O ex-presidente Michel Temer (MDB) vai declarar apoio a Jair Bolsonaro (PL) e Tarcísio de Freitas (PL) no segundo turno das eleições.
Segundo a Veja, a decisão sobre o candidato ao governo de São Paulo já está tomada e resta apenas uma conversa oficial com Bolsonaro para que o apoio duplo seja formalmente anunciado.
Temer está em viagem ao exterior e deve retornar ao Brasil na sexta-feira (07).
No primeiro turno, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso manifestou-se timidamente.
Num comentário repleto de mensagens nas entrelinhas, havia pedido um voto “pela democracia”.
Para o segundo turno, o ex-presidente de 91 anos de idade preferiu ser mais claro.
Ele usou sua conta no Twitter para declarar apoio explícito a Lula em 30 de outubro.
Adversários políticos históricos, Lula e FHC enfrentaram-se nas urnas em 1994 e 1998. Em ambas, o tucano venceu em primeiro turno.
Veja a mensagem.
Neste segundo turno voto por uma história de luta pela democracia e inclusão social.
Voto em Luiz Inácio Lula da Silva. pic.twitter.com/xgs6citdJv— Fernando Henrique Cardoso (@FHC) October 5, 2022
O ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga declarou voto no candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da disputa pelo Palácio do Planalto.
Sócio-fundador da Gávea Investimentos, ele afirmou que a margem de mais de 6 milhões de votos entre Lula e o presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) no primeiro turno é insuficiente.
“Vou declarar apoio a Lula. Pensei em anular (o voto) para indicar pouca confiança nos dois finalistas, pensando nas oportunidades desperdiçadas pelo PT no poder. Não vejo uma margem suficiente e, como já disse, os riscos aumentaram”, declarou Armínio.
Crítico da gestão Bolsonaro, Armínio foi peça fundamental no governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), à frente do Banco Central.
Que o PSDB é um partido dividido não é novidade para ninguém.
E depois da perda do governo de São Paulo depois de 28 anos no comando do Estado mais rico do país, o partido entrou em outra briga interna em razão do apoio do governador Rodrigo Garcia ao presidente Jair Bolsonaro (PL).
Ao menos quatro secretários do governo de São Paulo podem pedir demissão nesta quarta-feira, de acordo com informação do jornal Folha de S. Paulo e confirmada pelo Estadão.
Confira a agenda dos candidatos qualificados para a disputa do segundo turno da eleição deste ano à Presidência da República nesta quarta-feira, 5 de outubro.
Apesar da rejeição elevada, Lula mantém vantagem sobre Tarcísio, Flávio, Michelle e outros adversários em todos os cenários; levantamento mostra o petista com 40,2% no primeiro turno e vitórias apertadas no segundo
Bolsonaro pede ao STF para entrar em programa de leitura para redução de pena. Veja como funciona o sistema por meio do qual o ex-presidente tenta reduzir tempo de reclusão
Erich Decat, analista político da Warren, faz um balanço da gestão Lula 3 no podcast Touros e Ursos, e comenta os impactos da queda de Nicolas Maduro nas eleições brasileiras
Até o momento, não há notícias de brasileiros entre as possíveis vítimas dos ataques dos EUA ao país vizinho
Em entrevista à agência Reuters, o senador falou em corte de gastos, privatizações e governo “enxuto”
Previdência e seguro‑desemprego têm redução, enquanto emendas somam R$ 61 bilhões em ano eleitoral; texto vai ao plenário e pode ser votado ainda nesta sexta-feira (19)
Ministro afirma que não será candidato, mas prevê saída do cargo até fevereiro para colaborar com a reeleição de Lula
Durante evento nesta quinta-feira (11), promovido pelo Itaú Asset Management, Thomas Wu e Felipe Seligman dizem que o petista é o favorito, mas enfrenta alta rejeição e dilemas econômicos e geopolíticos que podem redefinir o futuro do Brasil
A ministra do Planejamento e Orçamento defendeu em evento da Febraban que o governo quer cortar “gastos ruins”, mas sofre com a resistência de grandes setores
STF tem maioria contra revisão da vida toda, do INSS; impacto da medida alivia até R$ 480 bilhões para as contas públicas
Segundo Moraes, convocação de apoiadores “disfarçada de vigília” indica a repetição do modus operandi da organização criminosa no sentido da utilização de manifestações populares criminosas, com o objetivo de conseguir vantagens pessoais
Ao decretar a prisão de Bolsonaro, Alexandre de Moraes argumentou que “foram adotadas todas a medidas possíveis para a manutenção da prisão domiciliar” do ex-presidente
Documento de identidade e caneta esferográfica preta são itens obrigatórios, e há itens de vestuário que são proibidos
Ex-ministro da Economia acredita que o mundo vive um novo momento de desordem em que os conservadores estão à frente das mudanças
Em visita à Indonésia, Lula confirmou que pretende disputar um quarto mandato; pesquisas mostram o petista na liderança das intenções de voto
Levantamento feito pelo Datafolha pressiona governo por definição clara antes da COP30, enquanto Petrobras aguarda liberação do Ibama
Com a decisão, Barroso encerrará um ciclo de 12 anos no STF
Levantamento Genial/Quaest indica resistência à nova candidatura do presidente, enquanto eleitorado bolsonarista se divide sobre o futuro político do ex-presidente
Deputados retiraram a votação do texto da pauta e, com isso, a medida provisória perde a validade nesta quarta-feira (8)
Aprovação sobe a 48%, impulsionada por percepção positiva da postura do governo diante de tarifas impostas por Trump
Medida provisória 1.303/25 é aprovada por comissão mista do Congresso e agora segue para ser votada nos plenários da Câmara e do Senado
Telefonema de 30 minutos nesta segunda-feira (6) é o primeiro contato direto entre os líderes depois do tarifaço e aumenta expectativa sobre negociações