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Presidente se reuniu com cerca de 50 embaixadores no Palácio da Alvorada e citou vídeos fora de contexto e informações já desmentidas pela Justiça Eleitoral
O presidente Jair Bolsonaro voltou a apresentar nesta segunda-feira (18) sua tese não comprovada sobre supostas fraudes nas eleições brasileiras durante encontro com cerca de 50 embaixadores no Palácio da Alvorada.
Apresentando um PowerPoint com suas desconfianças e ataques a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Bolsonaro afirmou que apenas dois países do mundo usam o sistema eleitoral adotado aqui e lembrou a facada que sofreu em 2018.
“Repito, o que queremos são eleições limpas, transparentes. Queremos que quem for eleito realmente reflita a vontade da população”, afirmou.
Bolsonaro citou vídeos descontextualizados e informações já desmentidas pela Justiça Eleitoral.
De acordo com ele, hackers ficaram por oito meses dentro dos computadores do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e tiveram acesso à senha dos ministros.
"Eu sou presidente da República e fico envergonhado de falar isso aqui", afirmou Bolsonaro, acrescentando que tudo o que apresenta está sendo documentado.
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“Eu sou acusado o tempo todo de querer dar o golpe, mas estou questionando antes porque temos tempo ainda e resolver esse problema”, completou.
O deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP) criticou as falas de Bolsonaro durante o encontro com embaixadores nesta tarde, em Brasília.
“Bolsonaro passou de todos os limites. Um maníaco decidido, por mais insano que seja, é um risco real. Se não houver reação CONCRETA das instituições, o sociopata levará o país ao caos”, disse em um dos posts no Twitter.
Integrantes do Centrão que apoiam o presidente também lamentaram que ele continue com os ataques às urnas eletrônicas.
Segundo a Broadcast, para esses aliados, Bolsonaro deveria focar atenção em conquistar novos apoios políticos, mas o presidente tem ignorado as sugestões a esse respeito.
Após Bolsonaro apresentar aos embaixadores as suas desconfianças sobre o sistema eleitoral brasileiro, sem provas, o Palácio do Planalto emitiu nota que minimiza os ataques do chefe do Executivo às urnas eletrônicas e chama o encontro de "intercâmbio de ideias".
"O senhor Presidente da República manteve encontro hoje com chefes de missões diplomáticas acreditadas no Brasil para intercâmbio de ideias sobre o processo eleitoral em curso no nosso País", diz o governo, em nota oficial.
O documento diz ainda que Bolsonaro “sublinhou aos titulares e representantes diplomáticos presentes seu desejo de aprimorar os padrões de transparência e segurança do processo eleitoral brasileiro”.
Os embaixadores convidados por Bolsonaro para uma apresentação sobre supostas fraudes em eleições brasileiras, nunca comprovadas, relatam constrangimento em faltar ao encontro desta segunda-feira (18).
Dois chefes de missões diplomáticas europeias, que não relatam dúvida sobre a confiabilidade do sistema eleitoral do Brasil e defendem publicamente respeito às instituições democráticas, disseram que se veem numa saia-justa com o convite de Bolsonaro.
Isso porque, em maio, atenderam a uma convocação similar do ministro Edson Fachin, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, para falar sobre a segurança e a transparência do sistema de urnas eletrônicas. Fachin reuniu na ocasião 68 embaixadores.
Seria no entendimento de alguns diplomatas uma descortesia se ausentar propositadamente da reunião de Bolsonaro, que lhes será útil para entender e poder relatar ao exterior alguns dos argumentos do presidente e seus planos.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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