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Estatal, que divulga nesta quinta-feira (28) os resultados financeiros do segundo trimestre, anunciou mais cedo uma nova redução nos preços para as refinarias
A política de preços da Petrobras (PETR4) definitivamente está no centro da disputa ao Palácio do Planalto. De um lado, o presidente Jair Bolsonaro (PL) pressiona a estatal pela redução do valor dos combustíveis e, de outro, os aspirantes ao cargo como Ciro Gomes (PDT) fazem do tema uma plataforma de governo.
Também não é por menos: os preços dos combustíveis batem direto na inflação, umas das principais vilãs da economia.
Em entrevista ao Central das Eleições da Globo News, o Ciro Gomes voltou a defender mudança na política de preços da estatal, afirmando que vai fazer administração do preço dos combustíveis da Petrobras se vender o pleito deste ano.
"Todo monopólio, o preço é administrado pelo governo. A lógica do mercado não existe em contexto de monopólio. Ela (a Petrobras) terá um preço administrado pelo governo, como o preço de energia", disse.
Ciro Gomes propôs substituir a Paridade de Preços Internacional (PPI), que alinha o preço dos combustíveis ao praticado fora do País, por uma política baseada nos custos de produção mais um porcentual de lucro da Petrobras (PETR4).
"O lucro da Petrobras no ano passado foi de 38%, com essa política de preços inescrupulosa. O lucro da empresa mais bem-sucedida foi de 9%. A Petrobras está investindo (com esse lucro)? Não, está desinvestindo. Está distribuindo lucro antecipado aos acionistas", criticou.
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A estatal divulga nesta quinta-feira (28) os resultados do segundo trimestre. Antes dos números, a empresa anunciou uma nova redução de preços para as refinarias.
O presidenciável afirmou também que pretende comprar ações da empresa para elevar de 50% a 60% a participação acionária do governo na companhia.
Ciro Gomes voltou a dizer que substituirá a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) por um novo Código Trabalhista.
"A CLT envelheceu, não faz as rupturas necessárias com o que temos hoje. A ideia não é ser reativo, reacionário, uma saudade impraticável de voltar à velha CLT", pontuou.
O esboço desta legislação é apoiado em dois eixos: as convenções internacionais que o Brasil assinou com a Organização Internacional do Trabalho e "as grandes questões que estão judicializadas".
Entre as mudanças citadas por Ciro Gomes, estariam a equiparação dos salários dos terceirizados com celetistas e um arcabouço de direitos para os motoristas de aplicativo.
Ciro Gomes voltou a falar também que vai institucionalizar uma renda mínima no Brasil para combater a pobreza.
"Quero libertar o povo brasileiro. Às vésperas da eleição, principalmente no Nordeste, é uma humilhação: 'se você não votar no fulano, corto seu Bolsa Família'. A ideia básica é que seja de status constitucional, que todo brasileiro, sendo ou não capaz de contribuir para a Previdência, tenha direito a uma renda básica mínima", explicou.
O ex-ministro também disse na entrevista que vai deixar a decisão sobre quem será seu candidato a vice para o prazo limite, 5 de agosto, à espera de uma composição com PSDB, União Brasil ou PSD.
O presidenciável lembrou que o PDT possui alianças com as siglas em alguns Estados e, por isso, recebeu o pedido de dirigentes para que deixasse "as portas abertas".
"O União Brasil, que tem o Bivar como candidato, tem algumas alianças comigo, como o ACM Neto na Bahia. Apoiamos o Ronaldo Caiado em Goiás, apoiamos o Mauro Mendes (Mato Grosso). O PSDB de Natal, nós saímos com a vice de lá. O PSD é liderado pelo Kassab, e eles pedem que eu deixe a porta em aberto para que a gente possa, eventualmente, fazer esse cálculo (de indicar a vice de Ciro)", afirmou.
Ciro disse, no entanto, que há nomes habilitados no PDT para ocupar a vice, caso não haja composição com outro partido. Ele repetiu que prefere uma mulher para a vaga.
Na entrevista, Ciro Gomes revelou ter ficado com "dor de cotovelo" pelo apoio da cantora Anitta ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Ao falar sobre propostas para a área da cultura, o pedetista se disse admirador da artista e afirmou que gostaria de ter o voto dela.
Ciro atribuiu a declaração de apoio a um medo de Anitta de ser "cancelada" nas redes sociais. "Ela tinha dito uma coisa essencial: 'estou em dúvida'. Porque mais do mesmo vai dar mais do mesmo. Ela disse: 'eu estou em dúvida, quero ouvir o debate, assistir os candidatos e depois vou decidir'. Caíram de pau em cima dela, ela, pra se livrar dessa pressão fascista da galera do PT, as pessoas estão se rendendo pra não serem canceladas", disse o presidenciável.
Anitta declarou o voto em Lula no Twitter em publicação no dia 11. "Não sou petista e nunca fui. Mas este ano estou com Lula e quem quiser minha ajuda para fazer ele bombar aqui na internet, TikTok, Twitter, Instagram é só me pedir que estando ao meu alcance e não sendo contra lei eleitoral eu farei", escreveu a cantora.
"A partir deste momento eu sou 'Lulalá' [no] primeiro turno. E lutarei por uma novidade na política presidencial brasileira nas próximas eleições."
Desde então, a cantora disse ter conversado com o petista para explicar a estratégia de marketing que considera ideal para ganhar o pleito e derrotar o presidente Jair Bolsonaro (PL).
O candidato à Presidência pelo PDT propõe taxar em 0,5% fortunas a partir de R$ 20 milhões para custear um programa de renda mínima.
"Eu proponho uma tributação, que está prevista na Constituição, sobre grandes fortunas, que estou especializando: 0,5% sobre patrimônios acima de R$ 20 milhões, arrecadaria o suficiente para financiar essa renda com mais essas outras fontes. R$ 60, R$ 70 bilhões por ano. Isso atinge 58 mil de contribuintes no Brasil, num país de 212 milhões, tal é a selvageria da concentração de renda no nosso país", disse Ciro Gomes.
Ainda segundo o candidato, o programa de renda mínima reuniria Auxílio Brasil, seguro-desemprego, aposentadoria rural, Benefício de Prestação Continuada (BPC) e outros auxílios já pagos atualmente e restabeleceria o monitoramento de indicadores sociais que acompanhava o Bolsa Família.
Durante a entrevista, Ciro Gomes disse também que pretende equiparar os salários de homens e mulheres na proposta de criar um novo código trabalhista para o País.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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