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Presidente dos EUA propôs a cobrança de um imposto sobre os lucros “inesperados” caso as companhias de petróleo não aumentem a produção doméstica da commodity
Menos de um mês após o ministro da Economia da Alemanha, Robert Habeck, criticar os “países aliados” de encher o bolso ao cobrar “preços astronômicos e excessivos” de energia, o presidente norte-americano Joe Biden reanimou a denúncia: Tem gente lucrando às custas da guerra.
Em discurso feito na última segunda-feira (31), o chefe dos EUA acusou as grandes empresas de petróleo de faturarem bilhões enquanto o povo norte-americano estaria lidando com altos custos de eletricidade — e já pensou em modos de puni-las pelos ganhos inesperados.
“Em um período difícil, americanos por todo o país se mobilizaram para fazer a coisa certa. Mas nem todo mundo fez isso. A indústria de petróleo não cumpriu com seu compromisso de investir na América e auxiliar a população norte-americana”, disse Biden.
Desde a invasão da Ucrânia pela Rússia e dos congelamentos no fornecimento de gás anunciados pelo chefe de Estado russo, Vladimir Putin, em reação às sanções do Ocidente, os preços da commodity dispararam.
Em agosto deste ano, o contrato futuro de gás natural chegou a ser negociado na máxima desde 2008 nos Estados Unidos, cotado a aproximadamente US$ 9,97 por milhão de unidades térmicas Britânicas (BTU) no momento.
Hoje, porém, os futuros da commodity para dezembro são negociados em queda de 7,52% por volta das 10h55, a US$ 5,87 por milhão de BTU.
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“Me dá um tempo. Tudo tem limite. Olha, eu sou um capitalista. Vocês me ouviram antes: eu não tenho problemas com empresas obterem um lucro justo ou conseguirem o retorno em seus investimentos e inovações. Mas isso não é nem remotamente o que está acontecendo”, disse Biden.
Na última semana, as petroleiras divulgaram os números referentes ao terceiro trimestre, e o resultado foi um só: lucro recorde na casa dos bilhões. Em discurso nesta semana, o presidente destacou os balanços de duas companhias do setor, a Shell e a Exxon.
Por parte da Shell, a petroleira embolsou US$ 9,5 bilhões entre julho e setembro deste ano. Enquanto isso, a empresa norte-americana renovou seu recorde e fechou o trimestre com um saldo de US$ 19,6 bilhões, quase três vezes o lucro do mesmo período de 2021.
“Os lucros recordes das empresas de petróleo não são porque elas estão fazendo uma coisa nova ou inovadora. Os lucros são um ganho inesperado de um conflito brutal que está devastando a Ucrânia e machucando dezenas de milhões de pessoas pelo mundo.”
Não bastasse a situação social, é importante lembrar que, em exatamente uma semana, acontecerão as eleições de meio de mandato nos Estados Unidos.
No próximo dia 8, os eleitores norte-americanos elegerão quem irá ocupar as cadeiras do Congresso em Washington, das assembleias legislativas e, ainda, os governadores de 36 dos 50 estados do país.
Há algum tempo, dirigentes do governo Biden expressam preocupação com as perspectivas pouco otimistas de que o presidente democrata irá conseguir manter o poder no Congresso e no Senado.
Vale destacar que o presidente dos Estados Unidos e os democratas vêm perdendo força entre os eleitores devido aos crescentes preços dos combustíveis nas bombas, que pressionaram ainda mais a inflação já elevada.
Tudo isso motivou Joe Biden a tirar de si as críticas sobre os preços de energia e combustíveis e direcioná-las às petroleiras. Afinal, na visão do governante, essas empresas possuem responsabilidade de agir no interesse de seus consumidores e do país.
Por esse motivo, Biden propôs duras consequências para as empresas ligadas ao petróleo, na tentativa de normalizar os preços de energia no país: a cobrança de um imposto sobre os lucros “inesperados” caso as companhias não aumentem a produção doméstica.
Ou seja, se as produtoras de petróleo não começarem a investir uma fatia de seus lucros na redução dos custos para os consumidores dos Estados Unidos, elas receberiam multas fiscais.
“Elas têm a oportunidade de fazer isso, de diminuir os preços para os consumidores na bomba. Se não, elas vão pagar uma taxa maior pelo excesso de lucros e enfrentar outras restrições. Minha equipe vai trabalhar com o Congresso para analisar essas opções que estão disponíveis para nós e para outros.”
A proposta, porém, aparenta ser mais uma pressão sobre as empresas de petróleo do que uma prescrição política de fato.
Afinal, qualquer imposto adicional deveria ser aprovado no Congresso, que não está em sessão. Além disso, caso os republicanos vençam a maioria na Câmara e no Senado, a medida correrá grande risco de não ser aprovada.
*Com informações de The Guardian e Bloomberg
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