O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O lucro líquido ajustado foi um dos elementos responsáveis por toda essa animação: com alta de 76% em relação a 2020, o indicador chegou a R$ 4 bilhões no ano passado
Seja em termos de lucro, receita ou ativos sob custódia, 2022 foi um ano histórico para a XP (XPBR31). A corretora de valores mostrou nesta terça-feira (8) um balanço recheado de altas e cifras bilionárias.
E o mercado gostou do que viu. As ações da empresa, listadas na Nasdaq, dispararam mais de 8% nas negociações after hours logo após a divulgação dos resultados.
O lucro líquido ajustado foi um dos elementos responsáveis por toda essa animação: com alta de 76% em relação a 2020, chegou a R$ 4 bilhões no ano passado. O número é quase quatro vezes superior ao registrado em 2019, ano do IPO da companhia.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, da sigla em inglês) ajustado também saltou 66%, para R$ 4,8 bilhões. A alta foi mais tímida na base trimestral de comparação, de 19% - a XP fechou os últimos três meses do ano com R$ 1,4 bilhão nessa linha do balanço.
Os ativos sob custódia, uma das métricas mais importantes para o setor de investimentos, cresceram 23% na comparação anual, para R$ 815 bilhões. Vale lembrar que o indicador havia recuado 3% entre julho e setembro, fato raro na trajetória da corretora.
“O crescimento na comparação ano contra ano reflete uma captação líquida de R$ 230 bilhões e uma desvalorização de mercado de R$ 75 bilhões”, explica, em nota, a XP. O número de clientes ativos teve uma alta parecida, de 23%, na base anual, encerrando o ano em 3,4 milhões.
Leia Também
Outra linha do balanço que chama a atenção é que a adição de agentes autônomos de investimentos (AAIs) conectados à rede recuou 7% entre o terceiro e quarto trimestre. Mas, ainda assim, superou a marca de 10 mil no final do ano.
O indicador é importante no momento em que a XP e o BTG Pactual travam uma batalha pelos profissionais com baixas em ambos os lados.
Para a corretora, a briga valeu a pena no ano passado, pois os assessores de investimentos conferem mais resiliência aos negócios, especialmente à captação líquida, em momentos de incerteza no cenário macroeconômico.
Além dos resultados da corretora, o balanço também traz os números do Banco XP, área de serviços bancários da marca. O TPV (Valor Total Comprado, da sigla em inglês) dos cartões de crédito oferecidos cresceu 35% no trimestre e chegou a R$ 10,3 bilhões no primeiro ano da empresa como um player do setor.
A cifra é bem próxima à da carteira de crédito, que atingiu a marca dos R$ 10,2 bilhões em 31 de dezembro de 2021. A alta é 18% trimestre contra trimestre e 164% na comparação anual. “O duration da nossa carteira é de 3,3 anos, com 0,0% de inadimplência superior a 90 dias”, destaca a companhia.
Henrique Dubugras e Pedro Franceschi fundaram a Brex em 2017, alcançaram US$ 12,3 bi em valuation em 2022 e agora venderam a fintech para a Capital One
A gigante do e-commerce está triplicando a aposta no entretenimento como forma de atrair clientes para os seus serviços core, incluindo a plataforma de e-commerce e o Mercado Pago
Analistas do banco suíço avaliam que o mercado superestima os riscos da escassez hídrica em 2025, pressionando indevidamente o valuation da companhia
Petrobras e IG4 dividirão igualmente o poder de decisão na Braskem, segundo apurou o Valor Econômico; transação pode ser consumada ainda em fevereiro
Batizado de “Espaço Uniclass”, o projeto mira a classe média e tenta ressignificar o papel do banco no dia a dia do cliente
Cortes na geração de energia pelo ONS afetam planos e impulsionam concentração no mercado de renováveis, segundo diretor da companhia; confira a entrevista completa com Guilherme Ferrari
Optimus já trabalha em fábricas da Tesla, reaproveita a IA dos carros da marca e pode virar o próximo produto de massa do bilionário
Embora o BC não tenha detalhado os motivos, a data da reunião indica que a medida está ligada à compra de R$ 12,2 bilhões em carteiras do Banco Master.
A operação faz parte da revisão estratégica da Resia, que queimou caixa no último trimestre e busca vender determinados ativos até o fim deste ano
Acordo com investidores americanos muda o controle dos dados, do algoritmo e encerra o risco de banimento do aplicativo nos EUA
União Pet pagará R$ 320,8 milhões, enquanto Engie Brasil conclui leilão de 72,5 mil ações que movimentou R$ 2,2 milhões
Decisão encerra a disputa administrativa, mas mantém em aberto a fase de desinvestimento e monitoramento, que será determinante para o arquivamento definitivo do processo
Banco reduz recomendação e preço-alvo da companhia, citando recuperação lenta e margens pressionadas, enquanto papéis subiram em dia de recorde do Ibovespa
Depois de subir uma posição por ano no ranking, a fintech do cartão roxo conquistou medalha de prata na disputa por número de clientes
Os analistas elevaram o preço-alvo da ação EMBJ3 para US$ 92 por ação até o fim de 2026. O que está por trás do otimismo?
Com 21 mil m², a nova unidade da Amazon nos arredores de Chicago mistura supermercado, varejo e logística
Relatório com o Índice Zara do banco apresentou as expectativas para as varejistas de moda em 2026; marcas voltadas para as classes mais baixas devem continuar sofrendo com o baixo poder de compra da população
A conta da crise do Master não ficou só com o investidor: FGC avalia medidas para reforçar o caixa
Instituição apostou em entretenimento, TV aberta e celebridades para crescer rápido, mas acabou liquidada após colapso do Banco Master
Anvisa determinou o recolhimento de um lote do chocolate Laka após identificar erro na embalagem que omite a informação sobre a presença de glúten