🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap.

OPORTUNIDADES EM TELES

É hora de comprar Tim (TIMS3) e vender Vivo (VIVT3), diz JP Morgan; confira a análise do banco para o setor de telecom após a venda da rede móvel da Oi (OIBR3)

A compra dos ativos móveis da Oi e as sinergias captadas pelo negócio impactaram Tim (TIMS3), Vivo (VIVT3) e Claro de maneira bem diferente; entenda a recomendação

Camille Lima
Camille Lima
2 de maio de 2022
13:31 - atualizado às 13:34
Oi Telefônica Vivo Tim
Imagem: Montagem Andrei Morais

Este mês está sendo de vitórias para a TIM. A companhia telefônica não só conquistou a maior fatia da Oi Móvel (OIBR3), como também os bons olhos dos analistas do JP Morgan: o banco americano, inclusive, prefere as ações TIMS3 às da rival Vivo (VIVT3) .

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A casa está otimista com o futuro da TIM, iniciando a cobertura para papéis TIMS3 com recomendação de compra.

O JP Morgan estabeleceu um preço-alvo de R$ 17,50 por ação, o que representa um potencial de valorização de aproximadamente 30% em relação ao fechamento do último pregão, de R$ 13,48.

Efeitos da venda da Oi Móvel no mercado

Para os analistas, a venda da rede móvel da Oi teve impactos muito positivos no mercado, até mesmo no que diz respeito à maior concentração dos assinantes, agora que só existem três players ao invés de quatro — a Claro é o terceiro grande participante. 

“Acreditamos que isso deve reduzir o churn no mercado, pois há menos players para os usuários escolherem se mudar”, disse o JP Morgan em relatório.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vale lembrar que o churn nada mais é do que a taxa de rotatividade dos clientes, que mede o número de usuários que cancelam os serviços em um período. 

Leia Também

Como a venda da Oi Móvel ajudou a Tim (TIMS3)

Para a Tim (TIMS3), que ficou com a maior fatia do negócio da Oi, a operação abre diversas oportunidades no futuro. A primeira delas está relacionada à captação de sinergias. 

Segundo o relatório, a aquisição permite que a Tim  seja a maior beneficiada entre as compradoras; a própria empresa estima que as sinergias alcancem pelo menos R$ 16 bilhões, com captação dos valores até 2030. 

Para o longo prazo, a projeção da companhia é de até R$ 19 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O JP Morgan acredita que a Tim está negociando abaixo dos seus pares do mercado na América Latina, na análise de valor de firma (enterprise value) sobre o fluxo de caixa livre.

Isso oferece uma forte perspectiva de crescimento para os próximos quatro anos na captura de sinergias da Oi.

Projeções do JP Morgan para a Tim (TIMS3) após compra da Oi Móvel

As projeções do JP Morgan têm base nas estimativas da Tim (TIMS3) para o curto e médio prazo. No critério receita de serviços, os analistas esperam um crescimento de 16% em 2022. 

Já para o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, em português), a expectativa é de alta de 15% até o fim deste ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o Capex, a estimativa é de R$ 4,8 bilhões no mesmo período e de R$ 14,3 bilhões entre 2022 e 2024.

Riscos na tese do JP Morgan sobre a Tim

De acordo com o relatório do JP Morgan, os principais riscos que podem afetar a avaliação da Tim (TIMS3) são:

  • Falha na captura de sinergias da aquisição da Oi Móvel; 
  • Aumento da intensidade competitiva, considerando a agressividade dos pares no mercado em relação à manutenção dos novos clientes adquiridos com a compra da Oi.

As ações de telecomunicações favoritas dos analistas

Apesar da análise positiva, as ações TIMS3 estão longe de serem as preferidas dos analistas no setor de telecomunicações da América Latina, ocupando apenas o quinto posto no ranking do JP Morgan.

A mexicana Megacable encabeça a lista e é a principal escolha dos analistas para o setor, seguida por Tigo, Entel, Televisa, Tim, AMX, Vivo e TEO.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Falando na outra brasileira da lista… A visão do JP Morgan pode até ser bem otimista para a Tim (TIMP3), mas, no lado da Vivo (VIVT3), a situação começa a ficar feia — e, segundo a casa, você não deveria ter os papéis na carteira.

Bye, bye, Vivo (VIVT3)

Os analistas da casa iniciaram a cobertura para a Vivo (VIVT3) com recomendação de venda; o preço-alvo fixado para os papéis é de R$ 47 para o fim de 2022, o que implica uma potencial queda de 11,6% em relação ao fechamento do último pregão, de R$ 53,19.

Para o banco americano, a empresa está com um valuation pouco atraente, negociando levemente acima da Tim em critérios de valor de firma sobre fluxo de caixa livre.

Além disso, os benefícios trazidos pela compra de ativos da Oi Móvel são menores em relação à Tim. A Vivo projeta uma captação de R$ 5,4 bilhões em sinergias.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Vemos oportunidades muito melhores na Tigo, Entel e Tim. Também temos preferência por AMX sobre Vivo”, disse em relatório.

Projeções do JP Morgan para a Vivo (VIVT3) depois da compra da Oi Móvel

Apesar da recomendação de venda dos papéis, os analistas aumentaram as projeções para a Vivo (VIVT3) considerando a incorporação dos ativos móveis adquiridos da Oi

O JP Morgan projeta um Capex de R$ 8,2 bilhões para este ano, em linha com as estimativas da companhia de investimentos na faixa de R$ 8 bilhões a R$ 8,5 bilhões.

A casa ainda espera que a empresa ultrapasse a marca de 29 milhões de residências com fibra ótica até 2024.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Riscos na tese do JP Morgan sobre a Vivo

Assim como na avaliação da Tim, a tese do JP Morgan sobre as ações da Vivo (VIVT3) também possui riscos. Entre eles, estão:

  • Crescimento mais forte da receita em serviços baseados em fibra;
  • Conquista de uma participação adicional no mercado móvel por conta de uma oferta de serviço e valor superior em relação aos pares;
  • Menor exposição a clientes pré-pagos, dando à empresa uma base mais resiliente em relação aos seus pares no mercado em caso de uma deterioração mais intensa do cenário macroeconômico; e
  • Geração de valor substancial em novos serviços digitais, como o Vivo Money.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
PRÉVIA DO BALANÇO

Bradesco (BBDC4) se reconstruiu mais rápido que o esperado — agora dá para acelerar? O que esperar do resultado do 4T25

5 de fevereiro de 2026 - 7:45

Para analistas, o 4T25 pode marcar novo capítulo da reestruturação e abrir espaço para o banco acelerar investimentos. Veja as previsões do mercado

DE NOME LIMPO

Itaú (ITUB4), Santander (SANB11) e Citi firmam acordos com União para encerrar disputa tributária; bancos deviam quase R$ 2,5 bi

4 de fevereiro de 2026 - 19:45

Ao todo, foram negociados R$ 3,3 bilhões em dívidas com grandes instituições financeiras

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Como uma nova ferramenta de IA da Anthropic explica a queda de 13% da Totvs (TOTS3) na bolsa

4 de fevereiro de 2026 - 19:20

Lançamento da Anthropic automatiza tarefas nas áreas jurídica, comercial, marketing e análise de dados, segmentos em que empresas como a Totvs concentram boa parte de seus ganhos

BALANÇO

Itaú Unibanco (ITUB4) supera expectativas com lucro de R$ 12,3 bilhões e rentabilidade de 24% no 4T25; veja os destaques do resultado

4 de fevereiro de 2026 - 18:34

O resultado veio acima das expectativas de analistas de mercado; confira os indicadores

Caso Master

Banco Master usou imóveis de Ronaldinho Gaúcho para captação de R$ 330 milhões, diz jornal

4 de fevereiro de 2026 - 16:49

Advogados do ex-atleta alegam que ele não tinha conhecimento da emissão dos créditos.

PÉ NO FREIO

Marcopolo (POMO4) cai forte após governo cancelar a compra de 7.500 ônibus escolares. Saiba se a ação ficou barata e se vale a pena comprar agora

4 de fevereiro de 2026 - 16:09

Na visão dos analistas, a decisão aumenta o risco de um hiato nas entregas do programa Caminho da Escola

TECNOLOGIA VERDE

WEG (WEGE3) anuncia fábrica de baterias em SC para impulsionar expansão em energias renováveis; confira os detalhes

4 de fevereiro de 2026 - 15:36

Nova unidade em Itajaí terá foco em sistemas de armazenamento de energia e deve gerar 90 empregos diretos até 2027

SAÍDA DA LIDERANÇA

Raízen (RAIZ4) anuncia segunda renúncia do conselho de administração em menos de uma semana; o que acontece com a empresa?

4 de fevereiro de 2026 - 14:59

Já é a segunda mudança da empresa, que atua com cultivo de cana-de-açúcar, produção de etanol, açúcar e bioenergia, em poucos dias

ENTENDA O HISTÓRICO

Sócia da Fictor quer mais tempo para cumprir exigências básicas na oferta para empresa que “sobrou” após IPO reverso da Fictor Alimentos

4 de fevereiro de 2026 - 14:30

Oferta anunciada em 2025 segue sem sair do papel após pedido de prazo da Aqwa, subsidiária da holding americana parceira da Fictor

REAÇÃO AO RESULTADO

O que faltou no balanço do Santander Brasil no 4T25? Por que SANB11 cai na bolsa mesmo com o maior lucro em 4 anos

4 de fevereiro de 2026 - 12:12

Ação cai mesmo com lucro acima do consenso; entenda a visão dos analistas sobre o 4T25 do Santander

APÓS O BALANÇO

“O país não deveria aceitar que um novo Banco Master possa acontecer de novo”, diz CEO do Santander Brasil (SANB11)

4 de fevereiro de 2026 - 11:51

Durante teleconferência de balanço do Santander Brasil, o CEO Mario Leão comentou o caso do Banco Master e revelou o que esperar da estratégia do banco daqui para frente

COMO FICAM OS ACIONISTAS

Hypera (HYPE3) anuncia aumento de capital de R$ 1,5 bilhão, mas BTG não gostou; entenda o porquê

4 de fevereiro de 2026 - 11:30

BTG vê aumento de capital da Hypera como sinal de dificuldade para reduzir dívida de forma orgânica e alerta para diluição de até 10% aos acionistas

CASO MASTER

Alvo da PF, fundador da Reag tem participação relevante no BRB, diz estatal; entenda

4 de fevereiro de 2026 - 9:57

Considerando todas as classes de ações, João Carlos Mansur chegou a 4,55% do capital total do BRB

FUNCIONÁRIOS MILIONÁRIOS

O preço da inovação: entenda a política salarial que faz da Nvidia uma ‘fábrica de milionários’ também para quem trabalha lá

4 de fevereiro de 2026 - 9:37

Abordagem do CEO da Nvidia impacta positivamente a remuneração dos funcionários de longa data em meio ao crescimento da companhia

SURPRESA OU DÉJÀ-VU?

Itaú (ITUB4) sem surpresas? Performance do 4T25 pode ser “bola cantada” — mas investidor deveria estar de olho em outro anúncio

4 de fevereiro de 2026 - 7:17

O banco deve apresentar mais um desempenho sólido, reforçando a fama de instituição que não surpreende — e mesmo assim lidera

RESULTADO

Santander Brasil (SANB11) tem melhor lucro em 4 anos e ROE sobe a 17,6% — mas inadimplência acende alerta no 4T25

4 de fevereiro de 2026 - 6:32

Banco entrega resultado acima do esperado em meio a rumores de OPA, enquanto saúde da carteira de crédito segue no radar; veja os destaques do balanço

HORA DE COMPRAR

Vivara (VIVA3): nem ouro e prata caros tiram ação da lista de queridinhas. Por que BTG e Santander seguem tranquilos?

3 de fevereiro de 2026 - 19:02

BTG Pactual e Santander avaliam que os riscos de curto prazo foram exagerados e mantêm recomendação de compra para a ação

VAI PINGAR POUCO?

A torneira de dividendos da Petrobras (PETR4) vai fechar? Os motivos para o Bradesco BBI cortar a recomendação das ações da petroleira

3 de fevereiro de 2026 - 16:55

Analistas do banco apontam fundamentos frágeis para o petróleo e riscos na agenda da estatal, mas o mercado segue otimista com Ibovespa em recorde

HORA DE COMPRAR

A máquina de aquisições parou, e o BTG Pactual gostou: por que a Allos (ALOS3) virou a “queridinha” do banco?

3 de fevereiro de 2026 - 16:30

Deixando para trás uma política mais agressiva de M&As (fusões e aquisições), a empresa agora foca em gerar valor ao acionista — e o BTG Pactual gostou bastante da alteração na rota

ANTES DO BALANÇO

Santander Brasil (SANB11) pode sair da bolsa brasileira? Citi vê OPA no horizonte, enquanto mercado aguarda balanço do 4T25

3 de fevereiro de 2026 - 16:02

Com capital sobrando e foco em eficiência, grupo espanhol avalia simplificação da estrutura — e Brasil pode estar no radar, de acordo com o banco norte-americano

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar