Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
ÓLEO PRIME

Petrobras (PETR4) mira em águas profundas e deve exercer direito de preferência em licitação na Bacia de Campos

A diretoria da petroleira aprovou a manifestação do direito de preferência para um percentual de 30% nas áreas de Água Marinha e Norte de Brava

Foto da fachada do prédio da Petrobras (PETR3 e PETR4) na avenida Paulista, em São Paulo. A estatal decide o valor da gasolina vendida às distribuidoras e pode ser uma boa alternativa para quem investe de olho em dividendos e proventos
Imagem: Shutterstock

Enquanto se desfaz de alguns ativos, a Petrobras (PETR4) aponta sua mira para outros. A estatal confirmou nesta quinta-feira (3) que pretende exercer o direito de preferência em blocos na Bacia de Campos, a serem licitados no Sistema de Oferta Permanente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a diretoria da petroleira aprovou a manifestação do direito de preferência para um percentual de 30% nas áreas de Água Marinha e Norte de Brava, que ficarão sob o Regime de Partilha de Produção.

A companhia destaca que a declaração de interesse está alinhada a seu plano estratégico, que prevê o foco em ativos de águas profundas e ultraprofundas. Ainda de acordo com o comunicado, a categoria "tem demonstrado grande diferencial competitivo ao longo dos anos, produzindo óleo de melhor qualidade e com menores emissões de gases do efeito estufa".

Desinvestimentos em dia

Enquanto a licitação não acontece, a petroleira segue com os desinvestimentos em dia. O mais recente garantiu US$ 1,38 bilhão ao cofres da Petrobras com a venda de ativos na Bacia Potiguar, no Rio Grande do Norte, para a 3R Potiguar S.A., subsidiária integral da 3R Petroleum (RRRP3).

A negociação compreende um conjunto de 22 concessões de campos de produção terrestre e de águas rasas, juntamente à sua infraestrutura de processamento, refino, logística, armazenamento, transporte e escoamento de petróleo e gás natural no chamado Polo Potiguar

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Do total, US$ 110 milhões serão pagos na assinatura do contrato de compra e venda. A Petrobras informa que a data e outros detalhes ainda serão divulgados ao mercado. 

Leia Também

ATO FALHO?

Cofundadora do Nubank (ROXO34) explica mensagem sobre liquidação do banco: “Erro bizarro”, diz Cristina Junqueira

PARCERIA ENTRE ESTATAIS

Petrobras (PETR4) deve assinar primeiros acordos com a Pemex ainda neste mês, diz Magda Chambriard

Além disso, US$ 1,04 bilhão serão pagos no fechamento da transação e US$ 235 milhões irão para os cofres da petroleira na forma de quatro parcelas anuais de US$ 58,75 milhões, a partir de março de 2024.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Oi (OIBR3) no fundo do poço 11 de junho de 2026 - 19:36
Logo do Patria Investimentos em destaque no centro da imagem, sobre fundo minimalista inspirado no setor de saúde ocular. Elementos sutis remetem à oftalmologia 11 de junho de 2026 - 18:58
petroreconcavo recv3 petróleo gás produção petroleira 11 de junho de 2026 - 14:29
Fábrica de cloro-soda da Braskem em Maceió 11 de junho de 2026 - 11:54
Fachada do shopping JK Iguatemi 10 de junho de 2026 - 10:02
Imagem mostra a mina de Capanema, em Ouro Preto, Minas Gerais, e traz o logo da Vale na parte superior da imagem 9 de junho de 2026 - 14:27
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar