O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Segundo o balanço do Magazine Luiza (MGLU3), o resultado foi impactado principalmente pelo aumento das despesas financeiras
Com um dos balanços mais aguardados de toda temporada e a expectativa de que traria resultados melhores em seu setor, o Magazine Luiza (MGLU3) reportou um prejuízo de R$ 166,8 milhões no terceiro trimestre de 2022.
O número reverte o lucro de R$ 143,5 milhões visto no mesmo período de 2021, segundo os dados informados nesta quinta-feira (10), e também traz frustração aos investidores.
O prejuízo está bem acima do consenso do mercado, que era de prejuízo de R$ 86 milhões para a varejista.
Segundo as informações arquivadas na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a principal razão para esse prejuízo está na alta de juros, que afasta consumidores conforme encarece o crédito e também afeta a dinâmica de pagamentos da empresa, comprometendo as despesas financeiras.
Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado, que traduz o resultado operacional da empresa, subiu 50,3% entre julho e setembro deste ano, totalizando R$ 527,5 milhões. A expectativa do mercado, segundos dados da Refinitiv, era de R$ 549,3 milhões.
A receita líquida foi de R$ 8,8 bilhões, com alta de 2,3%.
Leia Também
Por outro lado, a varejista atingiu sua maior margem em dois anos — a margem Ebitda ajustada foi de 6%, enquanto no mesmo período de 2021 havia sido de 4,1%, medindo a eficiência operacional da companhia. Na comparação com o segundo trimestre deste ano, o dado era de 5,7%.
Já a margem bruta, que traduz a rentabilidade da varejista, cresceu 3,2 pontos porcentuais (p.p.) e chegou a 27,9%.
O mercado está pessimista com o desempenho das empresas de varejo, que concentram sua divulgação de resultados nesta semana. De maneira geral, todas elas sofreram nos últimos meses com a alta das taxas de juros no Brasil e a menor disponibilidade de renda dos consumidores.
Olhando outros dados do balanço do terceiro trimestre da varejista, ela entregou um crescimento tímido de 2,2% nas vendas totais (GMV) do período, que somaram R$ 14,2 bilhões, impulsionadas pelo comércio online.
As vendas virtuais da Magalu avançaram 20,6%, acima do mercado como um todo, o que é um alívio. Esse dado, especificamente, é monitorado com cuidado pelos investidores, já que uma das grandes dúvidas sobre a varejista era sobre sua capacidade de manter suas margens diante dos desafios macroeconômicos.
Aqui, os dados são especialmente desfavorecidos pela base de comparação, já que no terceiro trimestre de 2021 as varejistas viram suas vendas crescerem consideravelmente por conta da persistência das medidas de isolamento provocadas pela pandemia. Com as pessoas passando muito tempo em casa houve aumento nas vendas de eletrodomésticos e eletroeletrônicos no geral — os carros-chefes da companhia da família Trajano.
Agora, com um resultado mais fraco no terceiro trimestre, o Magalu deve apostar ainda mais suas fichas nas datas que prometem aquecer o varejo na reta final de 2021.
Afinal, a proximidade da Copa do Mundo, da Black Friday e do Natal podem dar um pequeno fôlego ao setor — ainda que especialistas ressaltem que não serão essas ocasiões que salvarão o comércio. Melhora, de fato, fica para 2023.
A holding informou que o valor não é substancial para suas contas, mas pediu um diagnóstico completo do ocorrido e um plano para melhoria da governança
Mesmo após levantar US$ 122 bilhões no mês passado, em uma rodada que pode se tornar a maior da história do Vale do Silício, a OpenAI tem ajustado com frequência sua estratégia de produtos
Após frustração com o precatório bilionário, Wilson Bley detalha como decisão pode afetar dividendos e comenta as perspectivas para o futuro da companhia
O complexo fica situado próximo à Playa Mansa, uma das regiões mais sofisticadas da cidade uruguaia
A alta participação negociada demonstra uma insegurança do mercado em relação à companhia
Estatal reforça investimento em petróleo, mas volta a apostar em fertilizantes, área vista como “fantasma” por analistas, em meio à disparada dos preços globais
O termo de criação da NewCo previa que a Oncoclínicas aportaria os ativos e operações relacionados às clínicas oncológicas, bem como endividamentos e passivos da companhia
Medidas aprovadas pelo conselho miram redução de custos, liberação de limites e reforço de até R$ 200 milhões no caixa
A Justiça deu novo prazo à Oi para segurar uma dívida de R$ 1,7 bilhão fora da recuperação judicial, em meio a um quadro financeiro ainda pressionado
Duplo upgrade do BofA e revisão do preço-alvo reforçam tese de valorização, ancorada em valuation atrativo, baixo risco e gatilhos como disputa bilionária com o Estado de São Paulo e novos investimentos
Na semana passada, o BTG anunciou um acordo para aquisição do Digimais, banco do bispo Edir Macedo, financeiramente frágil
A companhia busca suspender temporariamente obrigações financeiras e evitar a antecipação de dívidas enquanto negocia com credores, em meio a um cenário de forte pressão de caixa e endividamento elevado
Candidata a abrir capital na próxima janela de IPOs, a empresa de saneamento Aegea reportou lucro líquido proforma de R$ 856 milhões em 2025, queda de 31%
O GPA informou a negativa do Tribunal Arbitral ao seu pedido de tutela cautelar para bloqueio das ações que pertencem ao acionista Casino, ex-controlador. A solicitação buscava travar as participação do francês em meio a uma disputa tributária bilionária
A greve na JBS representou um golpe na capacidade de processamento dos EUA, depois que a Tyson Foods fechou uma fábrica de carne bovina
Enquanto o Starship redefine o padrão dos lançamentos espaciais, a SpaceX avança rumo a um IPO histórico; confira
RD Saúde (RADL3), Smart Fit (SMFT3), Petz (AUAU3) estão entre as varejistas que devem registrar desempenho positivo no primeiro trimestre de 2026, segundo o BTG Pactual
Investidores precisam estar posicionados no dia 20 de abril para receber o provento; pagamento está previsto para maio e faz parte dos dividendos obrigatórios de 2026
Companhia cai 7,26% na semana e destoa do clima positivo na bolsa brasileira. Entenda o impacto do dólar, do corte do BofA e da pressão no mercado de celulose
Depois de comprar os naming rights, o banco brasileiro tem vários planos para a arena, mas o verde não vai sair