O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
CEO da Tesla quer começar em breve a cobrar taxas de empresas, perfis comerciais e entidades do governo pelo uso da rede social
Desde que Elon Musk colocou os olhos no passarinho azul bilionário, era possível imaginar as engrenagens na cabeça do CEO da Tesla trabalhando arduamente para desenvolver planos ambiciosos para o futuro do Twitter (TWTR34). Agora que é oficialmente dono da rede social, o executivo deu início aos projetos de mudança, a começar pela cobrança pelo uso do Twitter.
Não é de hoje que Musk sugere que quer monetizar a rede social. O bilionário já estava discutindo com bancos formas de aumentar as receitas da plataforma de mídia social e reduzir os custos para a empresa, e a inclusão de uma taxa é o primeiro passo para isso.
Conforme a agência de notícias Reuters, o novo dono do Twitter estava pensando em maneiras de ganhar dinheiro com tweets que tivessem potencial de se tornarem ou possuíssem informações importantes.
Desse modo, os possíveis novos custos para uso da rede social não serão para todos. De acordo com o homem mais rico do mundo, em breve, usuários comerciais, empresas e entidades governamentais podem precisar pagar uma taxa para utilizar a plataforma.
Ainda não está claro se o “leve custo” indicado por Musk também será cobrado de organizações sem fins lucrativos ou de perfis de jornalistas, e nem qual o valor da taxa.
Porém, para aqueles que ele chamou de “usuários casuais”, o CEO da Tesla prometeu que a rede social sempre continuará gratuita.
Leia Também
"Alguma receita é melhor do que nenhuma!", escreveu o bilionário em um tweet.
Desde que Elon Musk fechou a compra do Twitter por cerca de US$ 44 bilhões, as pessoas passaram a se questionar onde o executivo arrumaria dinheiro para pagar o negócio, uma vez que a maior parte de sua fortuna está concentrada em ações da Tesla e ativos sem liquidez.
A aquisição incluiu um compromisso de capital de US$ 21 bilhões de seu próprio dinheiro e US$ 25,5 bilhões em empréstimos com bancos.
Ainda estima-se que mais de US$ 12,5 bilhões do empréstimo serão por meio de sua participação na Tesla.
Isso fez com que surgissem especulações de que a monetização do Twitter serviria para pagar a própria compra da rede social.
“Pega casaco, bota casaco, tira casaco”. Essa frase foi retirada do filme Karatê Kid, mas pode muito bem ser aplicada às decisões de Elon Musk sobre o Twitter.
Além da notícia de uma possível taxa de uso da rede social, Elon Musk garantiu sua posição sob os holofotes da mídia com a indicação de que a empresa voltará às bolsas de valores no futuro.
Pode parecer contraditório, uma vez que a plataforma de mídia social já possui ações negociadas na Nasdaq, a bolsa de tecnologia dos Estados Unidos.
Porém, uma das ideias do CEO da Tesla quando comprou o Twitter era fechar o capital da companhia e torná-la privada.
Mas a situação mudou novamente, e os acionistas podem se preparar para receber o Twitter na bolsa de valores uma outra vez. O empresário indicou ao The Wall Street Journal que poderá devolver a rede social de volta ao mercado de ações em pouco tempo.
A ideia de Elon Musk é lançar uma oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) em três anos após a conclusão da compra da plataforma.
A aquisição deve ser fechada ainda neste ano e está sujeita à aprovação dos acionistas da rede social e de órgãos reguladores dos Estados Unidos.
Atualmente, o CEO da Tesla está conversando com empresas de private equity para tentar diminuir os US$ 21 bilhões que o empresário terá que desembolsar do próprio bolso para pagar pelo negócio.
De acordo com o Wall Street Journal, o Apollo Global, dono do Yahoo que já pensava em financiar a compra do Twitter, está considerando participar.
*Com Reuters e CNBC
Após registrar fechamentos abaixo de R$ 1, a Espaçolaser foi enquadrada pela B3 e corre risco de ser classificada como penny stock; companhia terá prazo para reverter a situação e evitar sanções como a exclusão de índices
Estudos indicam que quase 14% das empresas abertas no Brasil funcionam sem gerar lucro suficiente para honrar suas dívidas
O que explica esse desempenho é a emissão de ações da companhia, para trocar parte de suas dívidas por participação.
Em entrevista ao Money Times, Daniel Szlak fala sobre aceleração de capex, revisão de política de dividendos e a nova postura da companhia para aquisições
A contratação servirá para dar suporte ao plano aprovado pelo conselho de administração em novembro
Estado americano começa a testar modelo em que a inteligência artificial (IA) participa legalmente da renovação de prescrições médicas
Para o banco, desempenho tímido do setor em 2025 pode se transformar em alta neste ano com ciclo de juros menores
Presidente do TCU afirma que Corte de Contas não tem poder para “desliquidar” banco; veja a quem caberia a decisão
Mudança nos critérios de avaliação do banco sacode as ações do setor: Ânima vira top pick e dispara fora do Ibovespa, Cogna entra na lista de compras, enquanto Yduqs e Afya perdem recomendação e caem na bolsa
Relatório do Bank of America aponta potencial de valorização para os papéis sustentado não só pelos genéricos de semaglutida, mas também por um pipeline amplo e avanço na geração de caixa
João Ricardo Mendes, fundador do antigo Hotel Urbano, recebe novo pedido de prisão preventiva após descumprir medidas judiciais e ser detido em aeroporto
O bilionário avaliou que, mesmo com a ajuda da Nvidia, levaria “vários anos” para que as fabricantes de veículos tornassem os sistemas de direção autônoma mais seguros do que um motorista humano
O patinho feio da mineração pode virar cisne? O movimento do níquel que ninguém esperava e que pode aumentar o valor de mercado da Vale
Segundo relatos reunidos pela ouvidoria do Sebrae, as fraudes mais frequentes envolvem cobranças falsas e contatos enganosos
Empresa de logística aprovou um aumento de capital via conversão de debêntures, em mais um passo no plano de reestruturação após a derrocada pós-IPO
Relatório aponta impacto imediato da geração fraca em 2025, mas projeta alta de 18% nos preços neste ano
Com a abertura do mercado de semaglutida, analistas do Itaú BBA veem o GLP-1 como um divisor de águas para o varejo farmacêutico, com um mercado potencial de até R$ 50 bilhões até 2030 e que pressionar empresas de alimentos, bebidas e varejo alimentar
Companhia fecha acordo de R$ 770 milhões para fornecimento de vagões e impulsiona desempenho de suas ações na B3
Dona da Ambev recompra participação em sete fábricas de embalagens metálicas nos Estados Unidos, reforçando presença e mirando crescimento já no primeiro ano
Empresa teria divulgado números preliminares para analistas, e o fechamento de 2025 ficou aquém do esperado