O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Além do pedido de recompra de papéis urgente de Leo Koguan, a fabricante de veículos elétricos ainda teve outro baque ontem: a companhia foi expulsa do índice ESG da S&P 500
“Wish we can turn back time to the good old days”. Duvido muito que Elon Musk esteja sentado melancolicamente no sofá da casa de um de seus amigos — visto que ele é o maior bilionário sem teto do mundo — ao som da música “Stressed Out” do Twenty One Pilots. Mas, desde o anúncio da compra do Twitter, os “bons dias” do CEO da Tesla parecem ter ficado para trás.
A queda das ações da fabricante de veículos elétricos, que chega a 30% desde que Elon Musk anunciou a compra da rede social, preocupa os acionistas, incluindo o terceiro maior da companhia, o ricaço Leo Koguan.
A situação é tão crítica para a montadora que Koguan está pressionando Musk a fazer alguma coisa para defender os papéis de sua empresa: mais especificamente, lançar um programa de recompra de ações bilionário.
Leo Koguan foi ao Twitter pedir que a Tesla anuncie “imediatamente” um plano de recompra de ações que chegue a US$ 15 bilhões.
Para atingir esse montante, o acionista sugeriu a Martin Viecha, diretor sênior de relações com investidores da Tesla, a aprovação de dois programas de aquisição.
O primeiro deles seria de US$ 5 bilhões em ações da Tesla neste ano, enquanto o próximo somaria US$ 10 bilhões em 2023.
Leia Também
E não é só isso. O pedido de Koguan ainda implica que Elon Musk deve usar o fluxo de caixa livre da fabricante de carros elétricos para financiar a recompra, sem afetar as reservas de caixa de US$ 18 bilhões.
Geralmente, empresas aprovam programas de recompra de ações quando acreditam que os papéis estão mal avaliados na bolsa de valores ou querem maximizar a geração de valor aos seus acionistas.
No caso da Tesla, os ativos já acumulam queda de 34% na bolsa norte-americana Nasdaq em 2022. Só desde o anúncio da compra do Twitter no final de abril, Wall Street viu a ação TSLA recuar aproximadamente 30%.
Quando uma companhia recompra suas ações em programas desse tipo, os papéis deixam de circular na bolsa de valores e passam a ser mantidos em tesouraria. Posteriormente, podem ser revendidos ou cancelados pela companhia.
Você apostaria todas as suas fichas em uma só empresa? E se considerarmos que ela está no ranking das companhias mais valiosas do mundo? Mas e se adicionarmos uma pandemia nessa equação?
Pode parecer arriscado, mas Leo Koguan decidiu fazer justamente isso no começo de 2020. O bilionário se viu forçado a vender grande parte de seu portfólio de ações, até mesmo a maioria dos milhões de papéis da Tesla que possuía, segundo relatório da Forbes.
Porém, Koguan não estava feliz em perder sua fatia favorita do bolo. Por isso, ele decidiu vender o restante de suas ações de gigantes como a Nvidia e outras companhias para reconstruir a posição na fabricante de automóveis elétricos de Elon Musk.
A fé do ricaço no desempenho de longo prazo da Tesla não se baseava apenas na empresa ou na tecnologia limpa. A crença foi criada a partir de sua admiração por Elon Musk, o homem mais rico do mundo.
“Eu me considerava um fanboy de Elon. Eu diria que ele é a única pessoa que eu realmente respeito na Terra”, disse Koguan à Forbes.
Como se não bastasse a pressão dos acionistas e a perda do favoritismo de consumidores de carros de luxo, Elon Musk acordou ontem com novas nuvens escuras cobrindo o seu dia de sol: um chute para fora do índice ESG do S&P 500.
A sigla ESG quer dizer, em inglês, boas práticas ambientais, sociais e de governança corporativa. O anúncio doeu para o bilionário, que se diz preocupado com a sustentabilidade.
Não é segredo para ninguém que a Tesla é focada em questões ambientais e tecnologia verde. O CEO da fabricante já chegou a cobrar Bill Gates, o fundador da Microsoft, por sua posição “vendida” na Tesla.
“Desculpe, mas não posso levar a sério sua filantropia em relação às mudanças climáticas quando você tem uma enorme posição vendida contra a Tesla, a empresa que mais faz para resolver as mudanças climáticas”, disse o bilionário.
O índice ESG S&P 500 possui 308 ações, sendo que a Apple, Microsoft, Amazon e Alphabet são as principais participantes do indicador.
Apesar de produzir tecnologia verde e cuidar de questões ambientais, a Tesla parece ter se esquecido do “S” e do “G” da sigla ESG, na visão da S&P Global, responsável pelo índice.
“Embora a Tesla possa estar desempenhando seu papel de tirar os carros movidos a combustível das estradas, ela ficou atrás de seus pares quando analisada por uma lente ESG mais ampla”, disse a S&P Global.
A empresa justificou a expulsão da montadora de Elon Musk do índice com questões com o ambiente corporativo da empresa, como discriminação racial, além de acidentes e colisões de automóveis relacionados ao sistema de piloto automático dos carros da fabricante.
Vale destacar que a Tesla não é a única gigante que ficou de fora: a Berkshire Hathaway, do megainvestidor Warren Buffett, também não acumulou pontos suficientes para participar do S&P 500 ESG, assim como a Johnson & Johnson e a Meta Platforms.
Como era de se esperar, Elon Musk não hesitou em ir ao Twitter demonstrar seu descontentamento com a decisão da S&P Global, dona do índice ESG.
"ESG é uma farsa escandalosa! Que vergonha para a S&P Global", disse o CEO da Tesla em tweet.
A revolta de Musk não foi apenas por não ter entrado para o índice, mas por ter encontrado outras empresas que não a sua no S&P 500 ESG.
"A Exxon [multinacional de petróleo e gás dos Estados Unidos] é classificada como as dez melhores do mundo em ESG pelo S&P 500, enquanto a Tesla não entrou na lista. ESG é uma farsa. Foi armada por falsos guerreiros da justiça social", criticou o bilionário.
*Com informações de CNBC e Markets Insider
Até o dia 24 de março, a bolsa brasileira já acumulava R$ 7,05 bilhões, e a expectativa é de que o ingresso de capital internacional continue
Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda
A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento
Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar
A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra
Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas
Confira as recomendações da Empiricus Research em abril para ações, dividendos, fundos imobiliários, ações internacionais e criptomoedas
Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos
A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros
Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio
O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados
Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês
JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda
As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte
Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada
A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.
Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido
Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos
Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar
Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta