O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Sociedade voltada para produtos que seguem os preceitos do Islã receberá investimento total de US$ 500 milhões
A BRF (BRFS3), dona das marcas Sadia e Perdigão, anunciou, nesta segunda-feira (24), a formação de uma joint venture entre a sua subsidiária BRF GmbH e a Halal Products Development Company (HPDC), subsidiária do Public Investment Fund (PIF), fundo soberano da Arábia Saudita.
O objetivo da JV é desenvolver a indústria Halal no país árabe "por meio de inovação e crescimento no segmento", diz comunicado ao mercado divulgado pela BRF hoje.
O segmento Halal na indústria frigorífica é aquele que respeita o ritual islâmico de abate dos animais, e os produtos e fábricas estão sujeitos a uma certificação específica.
Existem atualmente 1,9 bilhão de consumidores muçulmanos no mundo, um mercado ainda em crescimento. Antes da pandemia, o Brasil era o maior exportador de comida Halal do planeta. A Sadia é a marca líder global, com 38% do mercado. No ano passado, o segmento representou 18% da receita líquida da BRF e 40% das exportações.
A nova empresa atuará na cadeia completa de produção de frangos na Arábia Saudita e promoverá a venda de produtos frescos, congelados e processados.
O acordo prevê a criação de uma sociedade no país árabe, detida até 70% pela BRF e 30% pela HPDC, com investimento combinado de US$ 500 milhões.
Leia Também
Inicialmente, tanto a BRF quanto a HPDC contribuirão com US$ 125 milhões cada, e o restante será contribuído futuramente de acordo com o plano de investimento a ser estabelecido pelas partes.
A sociedade prevê ainda a criação de uma Sede para Negócios Halal, um Centro de Inovação de Alimentos Halal e um Centro de Excelência na Arábia Saudita.
A transação ainda está sujeita à obtenção de aprovações das autoridades reguladores e dos órgãos societários das partes da JV.
Halal é uma palavra árabe que significa lícito, permitido. Os produtos Halal, portanto, são aqueles "permitidos por Deus", segundo a lei islâmica.
No caso dos produtos de origem animal, são vetados, por exemplo, a carne de porco e o sangue, bem como derivados desses produtos. Já entre as carnes que podem ser consumidas - como as de boi, frango, caprinos e ovinos -, é preciso que o abate siga determinadas regras.
No caso do abate bovino, por exemplo, o ritual do abate começa com a declamação das palavras "Bismillah, Allahu Akbar" (“em nome de Deus, Deus é o maior”) e termina com a drenagem do sangue do animal por três minutos.
A faca deve ser bem afiada para seccionar as principais artérias do pescoço em um único corte e garantir a morte instantânea do animal, minimizando o seu sofrimento.
Além disso, o abate deve ser feito por um muçulmano, mas se não houver ninguém disponível, pode ser executado por um judeu ou um cristão. Já o supervisor do abate precisa ser seguidor do Islã.
Para se certificar como produtoras Halal, as empresas passam por uma verificação documental de origem e de ingredientes e materiais usados na fabricação ou beneficiamento dos produtos; e uma auditoria técnica presencial por um profissional da área de atuação da empresa (como um veterinários, engenheiros agrônomos etc.), que também é acompanhado por autoridades religiosas islâmicas.
*Com informações da Agência Brasil.
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar
Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos
Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes
Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem
Transire tem 75% do mercado de fabricação de maquininhas de pagamento e grandes sonhos para os próximos anos: conheça a história da empresa e suas aspirações de abertura de capital
Com 75% do mercado brasileiro e R$ 2 bilhões em receita, a fabricante de maquininha de cartão agora aposta em ecossistema próprio. A companhia está por trás de marcas como Stone, Cielo e outras
Campus JK reunirá três torres corporativas interligadas e seguirá padrões internacionais de eficiência energética
O acordo marca um avanço importante da AMD na disputa direta com a Nvidia pelo domínio do mercado de GPUs voltadas ao boom da IA
Enquanto os bancões brasileiros sobem mais de 20% no ano, o roxinho patina em Wall Street. Às vésperas do 4T25, analistas veem oportunidade onde o mercado vê risco; veja o que esperar
Em audiência no Senado, João Accioly afirma que o problema não foi falta de ação da CVM, já que investigação já mirava o banco antes da crise explodir
Banco eleva recomendação para neutra após reestruturação reduzir dívida, juros e custos de leasing; foco agora é gerar caixa e diminuir alavancagem
Reestruturação da Azul dilui participação do fundador, que segue no Conselho de Administração
Enquanto a operação nos EUA se manteve forte e resiliente, o lado brasileiro foi “notavelmente fraco”, avaliam os analistas do BTG Pactual
Os debenturistas podem receber de R$ 94,9 milhões a R$ 174,2 milhões, segundo as regras, para a amortização ou resgate das debêntures
Preço-alvo cai e corretora alerta para riscos crescentes no curto prazo; veja o que está em jogo no 4T25, segundo os analistas
A Tecnisa detém 52,5% do capital social da Windsor, responsável pelo novo “bairro” planejado de São Paulo
Depois de alguns trimestres lutando contra a concorrência acirrada de asiáticas e Amazon, a plataforma argentina entra em mais uma divulgação de resultados com expectativas de margens pressionadas, mas vendas fortes e México em destaque
Além dos proventos, a companhia aprovou um programa para recomprar até 55 milhões de ações preferenciais e 1,4 bilhão de ações ordinárias
Empresa distribuiu os recursos provenientes da venda do shopping Midway, no valor de R$ 1,6 bilhão, aos acionistas e agora busca levantar capital para expandir lojas
Segundo coluna de O Globo, Ultrapar teria contratado o BTG Pactual para avaliar a venda da rede de postos