O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A fintech é considerada parte relevante da cadeia de valor da Shell Box e deve fortalecer o relacionamento da Raízen com os clientes e parceiros
Preparada para expandir seu ecossistema bilionário, a Raízen (RAIZ4) deu o primeiro passo para construir a própria unidade de serviços financeiros. O objetivo é potencializar o relacionamento com clientes e parceiros.
Ao invés de criar a vertical do zero, a companhia de combustíveis decidiu adquirir a Payly, plataforma controlada pela empresa-mãe da compradora, a Cosan (CSAN3), e composta por duas subsidiárias, a Payly Holding e a Payly Instituição de Pagamentos.
Isso porque a Payly já provê tecnologia para este segmento e atua como uma instituição de pagamento regulamentada pelo Bacen (Banco Central do Brasil), o que foi considerado “muito atraente” pela Raízen.
O negócio foi fechado por R$ 78 milhões, livres de endividamento. O montante ainda poderá ser somado a eventuais aumentos de capital social que ocorrerem até o fechamento da transação.
A Raízen destaca a experiência do time da Payly com soluções de tecnologia digital e as aplicações em produtos financeiros.
Afinal, a fintech já é utilizada pela rede de postos Shell e é considerada parte relevante da cadeia de valor da Shell Box, uma vez que disponibiliza contas de pagamento para os revendedores dos postos.
Leia Também
“Já conectada à solução Shell Box, a plataforma será impulsionada pelo aumento dos meios de pagamento via app e soluções de crédito para capital de giro B2B [no comércio entre empresas]”, disse a Raízen, em nota.
De acordo com a Raízen, o ecossistema atualmente possui um potencial de volume (GMV) superior a R$ 200 bilhões e atende a mais de 8 mil postos revendedores, 50 milhões de clientes finais e 17 mil clientes no segmento de energia elétrica.
Segundo o comunicado ao mercado, a nova unidade de serviços financeiros deverá proporcionar conveniência e fidelidade ao cliente final da companhia e aos parceiros, através dos canais e plataformas comerciais.
“Vamos fortalecer muito a relação com nossos parceiros de negócios, com conveniência, fidelização e fomento mercantil, com sustentabilidade financeira”, disse Ricardo Mussa, presidente da Raízen, em nota.
Além disso, a vertical contará com inteligência de dados proprietários e deverá resultar na captação de recursos de terceiros, o que potencializaria o valor na cadeia de negócios.
“Tudo será orientado para desenvolver soluções financeiras que melhor atendam seus parceiros e que fomentarão conveniência e fidelidade, impactando positivamente todas as cadeias de negócios e gerando um fluxo de receitas previsível e estável”, afirmou a empresa.
A unidade de serviços financeiros será independente, mas responderá a um comitê formado por executivos e membros do conselho da Raízen, o que garantirá “agilidade e autonomia para tomada de decisões”, segundo a companhia.
Vale destacar que a operação está sujeita à aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e ao cumprimento de condições estipuladas em contrato.
A maior produtora global de açúcar e etanol de cana já havia dito que estava avaliando a reestruturação da sua dívida e que uma recuperação extrajudicial estava entre as possibilidades
Joint venture de Cosan e Shell busca 90 dias de suspensão de pagamentos enquanto negocia reestruturação com bancos e investidores
A movimentação, que já havia sido antecipada ao mercado no mês passado, traz nomes de peso do setor financeiro para o colegiado
Analistas do Itaú BBA e do Citigroup reforçam a tese positiva para a mineradora após encontro com o CEO e o diretor de RI da companhia
No MRV Day, gestão contou os planos para acabar de vez com o peso da operação nos EUA. O objetivo é concentrar esforços no mercado brasileiro para impulsionar margens e retorno aos acionistas
Analistas dizem que o turnaround funcionou — mas o mercado já parece ter colocado essa melhora na conta; veja a tese
Banco revisa estimativas após resultados do 4º trimestre e mantém recomendação de compra para a fabricante brasileira de aeronaves
Cosan diz que modelo proposto não ataca o nó estrutural da Raízen e defende mudanças mais profundas na companhia de energia e combustíveis
Os objetivos do BRB são reforçar a estrutura de capital, fortalecer os indicadores patrimoniais e ampliar a capacidade de crescimento das operações
A rede varejista afirmou que ficam de fora dessas negociações os débitos com fornecedores, parceiros e clientes, bem como obrigações trabalhistas, que não serão afetadas
Apesar de bilionária, a cifra representa uma melhora de quase 40% em relação ao 4T24; veja os detaques do balanço
Direcional reportou lucro líquido de R$ 211 milhões em outubro e dezembro, alta de 28% na base anual, e atingiu ROE recorde de 44%; CEO Ricardo Gontijo atribui avanço à demanda resiliente e aos ajustes no Minha Casa Minha Vida
A moeda norte-americana terminou o pregão em baixa de 1,52%, a R$ 5,1641, menor valor de fechamento desde 27 de fevereiro
Alta da commodity reacende questionamentos sobre defasagem nos combustíveis e coloca em dúvida a estratégia da estatal para segurar os preços no Brasil; veja o que dizem os analistas
Modelo híbrido que combina atendimento físico e banco digital para aposentados do INSS chama a atenção de analistas; descubra qual a ação
Companhia chama credores e debenturistas para discutir extensão de prazos e possível waiver de alavancagem; entenda
Mesmo após melhorar as projeções para a Telefônica Brasil, banco diz que o preço da ação já reflete boa parte do cenário positivo e revela uma alternativa mais atraente
A Ipiranga não é apenas mais uma peça no portfólio da Ultrapar; é, de longe, o ativo que mais sustenta a geração de caixa do conglomerado.
O desafio de recolocar os negócios no prumo é ainda maior diante do desaquecimento do mercado de materiais de construção e dos juros altos, que elevaram bastante as despesas com empréstimos
Com foco em desalavancagem e novos projetos, as gigantes do setor lideram a preferência dos especialistas