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Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

FORTALECENDO O ECOSSISTEMA

Após compra da Payly, subsidiária da Cosan (CSAN3), Raízen (RAIZ4) criará a própria vertical de serviços financeiros

A fintech é considerada parte relevante da cadeia de valor da Shell Box e deve fortalecer o relacionamento da Raízen com os clientes e parceiros

Camille Lima
Camille Lima
17 de outubro de 2022
11:03
Base da Raízen (RAIZ4) em Rondonópolis (MT)
Base da Raízen (RAIZ4) em Rondonópolis (MT) - Imagem: Divulgação

Preparada para expandir seu ecossistema bilionário, a Raízen (RAIZ4) deu o primeiro passo para construir a própria unidade de serviços financeiros. O objetivo é potencializar o relacionamento com clientes e parceiros.

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Ao invés de criar a vertical do zero, a companhia de combustíveis decidiu adquirir a Payly, plataforma controlada pela empresa-mãe da compradora, a Cosan (CSAN3), e composta por duas subsidiárias, a Payly Holding e a Payly Instituição de Pagamentos.

Isso porque a Payly já provê tecnologia para este segmento e atua como uma instituição de pagamento regulamentada pelo Bacen (Banco Central do Brasil), o que foi considerado “muito atraente” pela Raízen.

O negócio foi fechado por R$ 78 milhões, livres de endividamento. O montante ainda poderá ser somado a eventuais aumentos de capital social que ocorrerem até o fechamento da transação.

A Raízen destaca a experiência do time da Payly com soluções de tecnologia digital e as aplicações em produtos financeiros. 

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Afinal, a fintech já é utilizada pela rede de postos Shell e é considerada parte relevante da cadeia de valor da Shell Box, uma vez que disponibiliza  contas de pagamento para os revendedores dos postos.

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“Já conectada à solução Shell Box, a plataforma será impulsionada pelo aumento dos meios de pagamento via app e soluções de crédito para capital de giro B2B [no comércio entre empresas]”, disse a Raízen, em nota.

Leia também:

O que a compra da Payly significa para a Raízen?

De acordo com a Raízen, o ecossistema atualmente possui um potencial de volume (GMV) superior a R$ 200 bilhões e atende a mais de 8 mil postos revendedores, 50 milhões de clientes finais e 17 mil clientes no segmento de energia elétrica. 

Segundo o comunicado ao mercado, a nova unidade de serviços financeiros deverá proporcionar conveniência e fidelidade ao cliente final da companhia e aos parceiros, através dos canais e plataformas comerciais. 

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“Vamos fortalecer muito a relação com nossos parceiros de negócios, com conveniência, fidelização e fomento mercantil, com sustentabilidade financeira”, disse Ricardo Mussa, presidente da Raízen, em nota.

Além disso, a vertical contará com inteligência de dados proprietários e deverá resultar na captação de recursos de terceiros, o que potencializaria o valor na cadeia de negócios. 

“Tudo será orientado para desenvolver soluções financeiras que melhor atendam seus parceiros e que fomentarão conveniência e fidelidade, impactando positivamente todas as cadeias de negócios e gerando um fluxo de receitas previsível e estável”, afirmou a empresa.

A unidade de serviços financeiros será independente, mas responderá a um comitê formado por executivos e membros do conselho da Raízen, o que garantirá “agilidade e autonomia para tomada de decisões”, segundo a companhia. 

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Vale destacar que a operação está sujeita à aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e ao cumprimento de condições estipuladas em contrato.

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