O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Preço da venda, estabelecido em dólar, ficou bem abaixo do valor da aquisição, mas a depreciação cambial dos últimos anos mitigou a perda em reais
Não é de hoje que a Cielo (CIEL3) está longe de seus melhores momentos. Em relação a sua máxima histórica, atingida em 2015, sua ação cotada na casa dos R$ 2,50 é praticamente uma pechincha. Mas isso não significa que a empresa de meios de pagamentos não tenha bala na agulha para levantar recursos e reanimar os investidores.
Hoje, a Cielo anunciou a venda de toda a sua participação na Merchant E-Solutions para a Sam I Acquisition Corp por US$ 290 milhões. A quantia equivale a quase R$ 1,5 bilhão, na cotação atual. A Sam I Acquisition Corp, por sua vez, é uma subsidiária do fundo de investimento norte-americano Integrum.
A Cielo receberá US$ 140 milhões na data da conclusão dos trâmites contratuais. Já a parcela de US$ 150 milhões poderá variar, dependendo de resultados estabelecidos no contrato de venda.
“A transação faz parte da estratégia de crescente concentração da Cielo em seu core-business no Brasil, em linha com outros desinvestimentos concluídos ao longo de 2021”, explicou a companhia em fato relevante divulgado na manhã de hoje.
A Cielo comprou a MerchantE em 2012. O negócio foi fechado por US$ 670 milhões. A venda, portanto, ocorre por menos da metade do preço de aquisição.
À época, porém, o dólar girava na casa dos R$ 2, o que ajuda a empresa a mitigar consideravelmente as perdas com a depreciação do negócio e com a inflação no período.
Leia Também
A reação dos investidores, porém, não poderia ser melhor. CIEL3 liderou entre as altas do Ibovespa hoje. A ação encerrou o dia com alta de 12,30%, cotada a R$ 2,83.
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026
Companhia vende participação no Shopping Curitiba, aumenta fatia em ativos estratégicos e faz permuta para turbinar desempenho operacional
O balanço mostrou crescimento operacional, melhora de rentabilidade e reversão da queima de caixa, em meio à continuidade dos ajustes na divisão de casas pré-fabricadas
Lucro cresce, ROE segue elevado, mas banco reforça disciplina em meio a sinais de pressão no crédito; confira os destaques do balanço
O Citi vê resultados mais fortes puxados por produção e petróleo, mas mantém cautela com a estatal e enxerga mais potencial de valorização em petroleiras independentes
Qualidade da subscrição surpreende e garante avanço das ações nesta terça-feira (5), mas incerteza sobre crescimento de prêmios ainda divide os grandes bancos sobre o que fazer com os papéis
A empresa entregou aumento no volume de cerveja, principalmente no Brasil, melhora de margens e ganhos estimados de participação em vários mercados
Nova empresa do grupo Bradesco nasce com números robustos, mas CEO Carlos Marinelli revela qual será o grande motor de crescimento futuro
Pressão de dividendos e crédito mais desacelerado devem aparecer no desempenho dos três primeiros meses do ano; analistas revelam se isso compromete a visão de longo prazo para o banco
O banco avalia que, apesar da pressão, algumas construtoras e incorporadoras ainda contam com receitas sustentadas por vendas fortes registradas nos últimos meses, o que deve ajudar nos balanços
Após anos de tentativa e uma reestruturação profunda, a Saint-Gobain finalmente assinou a venda da Telhanorte. Saiba o que motivou a saída da gigante francesa do varejo brasileiro.
Empresa já destinou R$ 30 milhões à recompra e destaca indicador atrelado ao Bitcoin para medir retorno ao acionista
Com o aval da Justiça, a empresa agora tem o caminho livre para reorganizar um passivo de R$ 1,3 bilhão
Enquanto a BradSaúde divulga seus primeiros números oficiais consolidados, a Odontoprev entrega um lucro de R$ 151 milhões; confira outras linhas do balanço
No ano, a seguradora do Banco do Brasil vive questionamentos por parte do mercado em meio à queda dos prêmios da BrasilSeg, também agravada pela piora do agronegócio