O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Segundo a Cielo, o recuo anual é explicado por “eventos extraordinários” que engordaram os números do primeiro trimestre do ano passado
A Cielo (CIEL3) impressionou com um salto no lucro do ano passado, mas ainda passou longe dos números de 2019. Por isso, o mercado analisa atentamente o balanço do primeiro trimestre de 2022, divulgado nesta terça-feira (3), e se pergunta: será que agora a empresa de maquininhas conseguirá retomar as cifras do período pré-pandemia?
A resposta é sim, pelo menos no início do ano. O lucro líquido da companhia chegou a R$ 184,6 milhões entre janeiro e março e superou os R$ 166,8 milhões registrados no mesmo período de 2019.
A empresa, porém, quebrou a sequência de crescimento de registrava durante os últimos cinco trimestres consecutivos - o indicador recuou 45,2% na comparação com os três meses imediatamente anteriores e 25,5% em relação ao 1T22.
Segundo a Cielo, o segundo recuo é explicado por "eventos extraordinários" registrados no primeiro trimestre do ano passado.
Descontando os efeitos de itens não recorrentes - como a venda da Orizon e da Elo e provisões de reestruturação, entre outros elementos - a empresa chega a uma base de comparação menor e reporta crescimento anual de 35,9%.
Recuos e itens não recorrentes a parte, o segmento de antecipação de recebíveis voltou a ser um dos destaques do balanço da Cielo.
Leia Também
O volume dos chamados produtos de prazo, soluções que possibilitam a antecipação do fluxo de recebíveis de transações a crédito à vista ou parcelado, cresceu 31% em relação ao primeiro trimestre de 2021, para R$ 31 bilhões.
Os números da Cateno, joint venture criada pela empresa e pelo Banco do Brasil, também impressionaram. O resultado recorrente do negócio gestão de meios de pagamento saltou 165,2% no período e chegou a R$ 147,7 milhões.
Com os resultados mais próximos dos níveis pré-pandemia, as ações da Cielo também buscam retomar os patamares históricos e acumulam ganhos de mais de 56% neste ano.
A empresa vem se beneficiando da reprecificação dos seus produtos após a forte alta da taxa de juros no país, o que deve favorecer a taxa de juros da Cielo, e de sua estratégia de desinvestimentos para enxugar o portfólio. A venda mais recente foi da subsidiária MerchantE, por US$ 290 milhões.
Neste contexto, a companhia anunciou, no início do mês passado, um programa de recompra de ações relâmpago. A Cielo foi autorizada a adquirir até 13.339.245 ações ordinárias entre 11 e 14 de abril, o que corresponde a 0,50% das ações atualmente no mercado.
Segundo a empresa, o objetivo da operação era "fazer frente aos compromissos assumidos no âmbito dos programas de remuneração, retenção e incentivo de colaboradores e administradores".
Com a operação, o Pátria encerra um ciclo iniciado há cerca de 15 anos na rede de academias, em mais um movimento típico de desinvestimento por parte de gestoras de private equity após longo período de participação no capital da companhia
Plano prevê aumento gradual dos investimentos até 2030 e reforça foco da mineradora nos metais da transição energética
Após concluir o Chapter 11 em apenas nove meses, a Azul descarta fusão com a Gol e adota expansão mais conservadora, com foco em rentabilidade e desalavancagem adicional
Enquanto discussões sobre a desestatização avançam, a Copasa também emite papéis direcionados para investidores profissionais
Após um rali expressivo na bolsa nos últimos meses, o banco anunciou uma oferta subsequente de ações para fortalecer balanço; veja os detalhes
A empresa de distribuição de gás surgiu quando a Comgás, maior distribuidora de gás natural do país localizada em São Paulo, foi adquirida pela Cosan em 2012
A Natura diz que o pagamento para encerrar o caso da Avon não se constitui em reconhecimento de culpa; acusação é de que produtos dos anos 1950 estavam contaminados com amianto
Após dois anos no comando do banco, Marcelo Noronha detalhou com exclusividade ao Seu Dinheiro o plano para reduzir custos, turbinar o digital e recuperar o ROE
A mineradora poderá impulsionar a exportação da commodity ao país asiático com o novo projeto
Segundo o governo, os imóveis poderão servir como garantia para a captação de recursos, principalmente num possível empréstimo do Fundo Garantidor de Créditos (FGC)
A operação, que chegou ao xerife do mercado em dezembro de 2025, prevê uma mudança radical na estrutura de poder da petroquímica
Companhia aérea informou que reduziu pagamentos financeiros em mais de 50% e concluiu processo em menos de nove meses
Negociações para vender até 60% da CSN Cimentos ao grupo J&F, por cerca de R$ 10 bilhões, animam analistas e podem gerar caixa para reduzir parte da dívida, mas agências alertam que o movimento, isoladamente, não elimina os riscos de refinanciamento e a necessidade de novas medidas de desalavancagem
A varejista deu adeus à loja em um dos shoppings mais luxuosos da cidade e encerrou 193 pontos físicos no último ano
Em meio à escalada das tensões globais, a fabricante brasileira reforça sua presença no mercado internacional de defesa com novos acordos estratégicos e aposta no KC-390 como peça-chave
Leilão envolveu frações de ações que sobraram após bonificação aos investidores; veja quando o pagamento será depositado na conta dos acionistas
Leilão de OPA na B3 garantiu 75% das ações preferenciais em circulação; veja o que muda para a aérea agora
Investidores precisam estar posicionados até o início de março para garantir o pagamento anunciado pelo banco
A agência rebaixou nota de crédito da companhia para B2 e acendeu o alerta sobre a dívida bilionária
Banco mantém visão positiva no longo prazo, mas diz que expectativas altas e trimestre fraco podem mexer com a ação