O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A consultoria Great Place to Work (GPTW) premiou, nesta segunda-feira, as 150 melhores empresas para se trabalhar em 2022
A consultoria Great Place to Work (GPTW) premiou, nesta segunda-feira (17), as 150 melhores empresas para se trabalhar em 2022. Nesta edição, o Itaú Unibanco desbancou a varejista Magazine Luiza e ficou no topo do pódio entre as empresas com mais de 10 mil funcionários.
A companhia de Luiza Trajano caiu para o segundo lugar; completando o pódio, aparece a seguradora Porto.
Na categoria das empresas entre 100 e 9.999 funcionários, os medalhistas foram SAP Labs Latin America, Tokio Marine Seguradora — o grupo manteve a mesma posição obtida no ano anterior — e Bayer Brasil.
Já entre as companhias médias (de 100 a 999 funcionários), as melhores multinacionais foram Salesforce, Encora e Hilton; o pódio nacional foi composto por Involves, Tecnicon e Grupo Tecnospeed.
A 26º edição do prêmio Great Places to Work recebeu 4.000 inscrições de empresas que, juntas, empregam mais de 2,4 milhões de pessoas. Foram premiadas 10 companhias na categoria com mais de 10 mil funcionários, 70 na categoria entre 100 e 9.999 trabalhadores e 35 em cada categoria de empresas médias, nacionais e multinacionais.
Confira a seguir as empresas premiadas pela consultoria:
Leia Também
O levantamento anual da consultoria Great Place to Work é realizado a partir de uma pesquisa quantitativa. Sendo assim, cada empresa candidata deve obter nota igual ou superior a 70% e uma amostra mínima de funcionários participantes, em uma primeira etapa.
Em seguida, as empresas finalistas são avaliadas a partir de uma pesquisa qualitativa, sendo considerados aspectos culturais, de inovação, resultados do negócio e efetividade da liderança.
As empresas premiadas têm vários fatores em comum:
Além disso, essas companhias possuem baixa relação entre o total de demissões e a quantidade de funcionários. Em geral, cerca de 5% dos funcionários saem de forma voluntária da empresa.
Por fim, 23% das pessoas que compõem o quadro de funcionários foram admitidas nos últimos 12 meses — ante a taxa demissional de 22%.
O levantamento ainda considera quais são os motivos que “prendem” os colaboradores nas melhores empresas para se trabalhar em 2022. São eles:
Vale mencionar que 77% das empresas premiadas indicaram que possuem horário híbrido de trabalho, em que ao menos metade dos funcionários são contemplados com dias de trabalho em casa e no escritório.
Contudo, apenas 17% das companhias são adeptas a semana de 4 dias úteis sem o corte nos salários.
Outro fator relevante é a cultura de feedbacks. Cerca de 66% dos colaboradores das empresas premiadas tiveram três ou mais conversas com a liderança sobre o desempenho individual durante o período de um ano.
As questões de gênero, acessibilidade, diversidade e governança também são fatores considerados pelo levantamento da GPTW. Confira:
Em relação à percepção dos funcionários:
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações
Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano
Banco vê espaço para revisões positivas de lucro, impulsionadas por minério mais caro, disciplina de capital e resiliência da demanda chinesa
Apple lança update com foco em segurança, entretenimento e acessibilidade, em sintonia com discussões como a Lei Felca
Fundo minoritário propõe injetar capital novo na operação, mas exige antes reconfigurar a governança da companhia; entenda
Empresas já estão renegociando dívidas com credores há muito tempo, mas, para algumas, o fôlego acabou. Guerra e juros altos podem levar a uma piora do cenário corporativo, segundo especialistas consultados por Seu Dinheiro
Gigante do e-commerce vê espaço para crescer e acelera aportes em logística e serviços financeiros; confira os detalhes do plano
Com base no desempenho do quarto trimestre de 2025, banco destaca quais empresas conseguiram driblar os juros altos e o consumo fraco no final do ano passado
BTG vê avanço operacional e melhora financeira após Investor Day, mas mantém cautela com juros altos e estrutura de capital
Ainda não é possível saber qual o tamanho do impacto do Imposto Seletivo sobre cervejas, que ainda não foi regulamentado; efeito sobre a Ambev deve ser neutro
Suspensão temporária no principal motor do negócio resulta em balanço “misto” no 4T25. Vale a pena manter o otimismo com as ações agora?
Nos últimos dias, diversos vídeos nas redes sociais mostram que a Zara reprecificou diversos produtos. A própria XP verificou, em levantamento, que os itens ficaram 15% mais baratos, com alguns cortes chegando a 30%