O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O empreendedorismo tem atraído pessoas com maior escolaridade e é considerado o terceiro maior sonho do brasileiro, segundo o Sebrae
Quase metade dos brasileiros quer começar a empreender, e mais mulheres têm iniciado os seus próprios negócios, embora a participação delas nesse universo tenha caído — um reflexo da estabilização da pandemia. Essas são as conclusões do relatório Global Entrepreneurship Monitor (GEM) do Sebrae, apresentado nesta quinta-feira (24).
Ao todo, o Brasil tem 43 milhões de empreendedores, dos quais 14 milhões já têm um negócio próprio estabelecido há, pelo menos, três anos e meio. Com isso, a taxa de empreendedorismo — a relação entre os empresários ‘maduros’ e a população economicamente ativa — cresceu de 8,7% em 2020 para 9,9% em 2021.
E as medidas de apoio financeiro durante a pandemia, com a oferta de créditos para micro e pequenos empresários, tiveram um papel fundamental para viabilizar o crescimento nessas taxas. Iniciativas como o Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte) e o BEm (Programa Emergencial de Manutenção de Emprego e Renda) são citados como exemplos pelo Sebrae.
“Essas iniciativas deram mais fôlego para os empreendedores e permitiram que eles sobrevivessem aos impactos da pandemia. Esses programas foram essenciais para que muitas empresas se mantivessem abertas”, disse Carlos Melles, presidente da instituição, em entrevista coletiva para a divulgação do estudo.
A Global Entrepreneurship Monitor (Pesquisa Global de Empreendedorismo) entrevistou duas mil pessoas entre 18 e 64 anos, no período entre julho e outubro de 2021. O relatório foi realizado pelo Sebrae em parceria do Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP).
Os empreendedores “de primeira viagem” estão mais escolarizados: a pesquisa do Sebrae aponta que 47% dos empresários “nascentes”, nomenclatura dada pela instituição, possuem ensino médio completo. Com ensino superior completo são 28,5%, o maior índice desde o início da série histórica, em 2013.
Leia Também
“Quanto mais escolarizado o empreendedor, mais propenso ele é a empreender por oportunidade e a realizar um planejamento, o que acaba garantindo uma taxa mais alta de sucesso. Esse avanço na escolaridade é fundamental para a melhoria do empreendedorismo brasileiro”, comentou Melles.
Porém, a maior escolaridade não se reflete na renda. 57% dos empreendedores ganham menos de 3 salários mínimos, ou seja, o equivalente a R$ 3.636,00. “Podemos inferir que os empreendedores iniciais são de baixíssima renda e que grande parte deles são potenciais microempreendedores individuais (MEI) ou que se formalizaram há pouco tempo nessa figura jurídica.”
Além disso, o perfil do empreendedor brasileiro é majoritariamente masculino (54,4%) e tem faixa etária entre 25 e 44 anos.
Se empreender era uma das únicas saídas para a manutenção da renda de muitos brasileiros no primeiro momento da pandemia, a atividade hoje tem outra perspectiva. Segundo a pesquisa do Sebrae, 48,9% dos empresários iniciais abriram um negócio em busca de fonte de renda em 2021; em 2020, a taxa foi de 50,4%.
“Nós observamos o crescimento da vontade de empreender. A pandemia levou os brasileiros a ser empreendedores por necessidade, mas [essa proporção] vem caindo. Começou a reduzir agora com a redução da pandemia.”
Empreender, também, é o terceiro maior sonho do brasileiro. Cerca de 46% dos entrevistados desejam abrir o próprio negócio. Enquanto isso, o desejo de construir uma carreira em uma empresa está em 8º lugar, sendo citado por apenas 32% dos participantes.
Em geral, os maiores sonhos dos brasileiros são: viajar, comprar uma casa própria e empreender.
Por fim, as mulheres foram afetadas diretamente pela pandemia. Elas deixaram de empreender mais do que em relação a 2020. A explicação é a jornada de trabalho dentro da própria casa.
“As mulheres tiveram que adotar posições de home-office na pandemia. Isso exigiu mais por conta das atividades do lar, que passou a ser mais focada nas mulheres. Isso reduziu o empreendedorismo feminino”, destacou Mello.
Em números, 45,6% dos empreendedores iniciais, ou seja, aqueles que abriram o próprio negócio a menos de 3,5 anos, são mulheres, em 2021. No ano anterior, a taxa era de, aproximadamente, 55%.
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações
Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano
Banco vê espaço para revisões positivas de lucro, impulsionadas por minério mais caro, disciplina de capital e resiliência da demanda chinesa
Apple lança update com foco em segurança, entretenimento e acessibilidade, em sintonia com discussões como a Lei Felca
Fundo minoritário propõe injetar capital novo na operação, mas exige antes reconfigurar a governança da companhia; entenda
Empresas já estão renegociando dívidas com credores há muito tempo, mas, para algumas, o fôlego acabou. Guerra e juros altos podem levar a uma piora do cenário corporativo, segundo especialistas consultados por Seu Dinheiro
Gigante do e-commerce vê espaço para crescer e acelera aportes em logística e serviços financeiros; confira os detalhes do plano
Com base no desempenho do quarto trimestre de 2025, banco destaca quais empresas conseguiram driblar os juros altos e o consumo fraco no final do ano passado
BTG vê avanço operacional e melhora financeira após Investor Day, mas mantém cautela com juros altos e estrutura de capital
Ainda não é possível saber qual o tamanho do impacto do Imposto Seletivo sobre cervejas, que ainda não foi regulamentado; efeito sobre a Ambev deve ser neutro
Suspensão temporária no principal motor do negócio resulta em balanço “misto” no 4T25. Vale a pena manter o otimismo com as ações agora?
Nos últimos dias, diversos vídeos nas redes sociais mostram que a Zara reprecificou diversos produtos. A própria XP verificou, em levantamento, que os itens ficaram 15% mais baratos, com alguns cortes chegando a 30%