🔴 CONHEÇA A ESTRATÉGIA DO ‘MELHOR TRADER DO MUNDO’ – CONHEÇA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

respirando por aparelhos

Terceira via na UTI: projeto de uma candidatura alternativa única está morrendo aos poucos

Terceira via encontra dificuldades para definir um nome e põe em risco a possibilidade de uma chapa única

Montagem com recorte João Doria, Sergio Moro e Simone Tebet
Montagem com recorte João Doria, Sergio Moro e Simone Tebet - Imagem: Governo do Estado de São Paulo / Marcos Correa - PR / Roque de Sá - Agência Senado / Montagem Brenda Silva

A poucos meses do início das convenções partidárias, a chamada terceira via — grupo que busca se colocar como alternativa entre Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) — ainda não conseguiu chegar a um consenso sobre quem encabeçará a candidatura nas eleições presidenciais de outubro. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, na quinta-feira (28), líderes do MDB, do PSDB e do Cidadania se reuniram em São Paulo para discutir a formação de uma chapa única. Embora a intenção da terceira via seja unir forças contra a polarização entre Lula e Bolsonaro, na prática, a desunião do grupo é o que mais chama atenção. 

O evento não contou com nenhum representante do pré-candidato à presidência João Dória (PSDB). Por sua vez, o presidente do PSDB, Bruno Araújo, que está em viagem ao exterior, foi representado pelo ex-ministro Pimenta da Veiga, desafeto de Dória no partido. Além disso, na quarta-feira (27), o partido União Brasil já havia sinalizado a intenção de abandonar a terceira via e lançar uma candidatura própria.

Disputa interna

Interesses pessoais e regionais de caciques partidários, disputas internas e a pressão do Palácio do Planalto minam a possibilidade de uma candidatura unificada no centro político. A ideia de formar um palanque único foi reduzida agora a um possível acordo, ainda remoto, entre duas legendas que no passado já foram uma só — MDB e PSDB.

O impasse no grupo alternativo se dá pouco mais de um ano depois do lançamento de um manifesto assinado por seis pré-candidatos, em 31 de março de 2021. Na ocasião, assinaram o "Manifesto pela Consciência Democrática" Ciro Gomes (PDT); Eduardo Leite (PSDB); João Amoêdo (Novo); João Doria (PSDB); Luiz Henrique Mandetta (DEM); e Luciano Huck (sem partido).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, a coalizão que era vista como embrião de uma possível aliança ampla, minguou. Portanto, estão no páreo agora apenas Simone Tebet (MDB) e João Doria, apesar da resistência de tucanos ao governador licenciado de São Paulo. De acordo com o calendário inicial, as legendas devem lançar no dia 18 de maio um pré-candidato único como alternativa à polarização.

Leia Também

ELEIÇÕES 2026

TSE tem três votos para anular votos de Garotinho no RJ; decisão pode eleger Douglas Ruas (PL) sem 2º turno

ELEIÇÕES 2026

Flávio soma Republicanos e ex-candidatos no xadrez do segundo turno; Lula busca reação no Alvorada — o dia na política

Ao Broadcast Político, Veiga disse que, pessoalmente, não acredita que Doria seja o nome mais forte para disputar a presidência. Já a pré-candidata do MDB, Simone Tebet, tem maior apoio dentro grupo, contudo, ainda enfrenta resistência entre caciques do Nordeste que preferem Lula.

Leia também:

União Brasil abandona o barco da terceira via

Durante a semana o União Brasil deu sinais de que não faria parte da terceira via. Em princípio, a justificativa do partido era de que, o grupo estava demorando muito para definir um nome. Contudo, um novo motivo veio à tona: a legenda está sob ameaça de perder cargos no governo federal. 

O Palácio do Planalto entrou em campo para forçar o deputado Luciano Bivar (PE), presidente do União Brasil, a retirar o partido do grupo. A ala governista da legenda tem recebido sinais de que perderá cargos, caso seja oficializada a aliança. O recado partiu da Casa Civil, comandada pelo ministro Ciro Nogueira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quais as consequências da lentidão da terceira via? 

Sem uma decisão da terceira via, a polaridade entre Bolsonaro e Lula tende a crescer ainda mais. De acordo com pesquisas eleitorais recentes, acima de 30% dos eleitores ainda não têm o voto consolidado. Ou seja, podem migrar de nome até a eleição.  

Tanto o ex-presidente Lula quanto o presidente Bolsonaro amargam altos índices de rejeição. Mais da metade dos eleitores diz não votar de jeito nenhum em Bolsonaro, enquanto cerca de 40% descartam o petista.

Os efeitos dessa demora na escolha de um candidato terá impactos não só na disputa política, mas também na economia. No podcast “Touros e Ursos”, os repórteres Julia Wiltgen e Victor Aguiar fazem uma análise de qual seria o cenário mais interessante para os mercados. 

Confira o vídeo na íntegra e entenda por quê. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Com informações do Estadão Conteúdo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
4 de outubro de 2026 - 19:58
Flávio Bolsonaro durante entrevista 4 de outubro de 2026 - 19:11
O ex-ministro Sergio Moro 4 de outubro de 2026 - 17:00
Lula aparece do lado esquerdo em uma montagem. Do lado direito, Flávio Bolsonaro. 4 de outubro de 2026 - 17:00
Dr daniel de camiseta laranja 4 de outubro de 2026 - 17:00
Raquel Lyra (PSD) 4 de outubro de 2026 - 17:00
4 de outubro de 2026 - 16:35
Leopoldo Rosa, Thiago Salomão e Matheus Spiess 4 de outubro de 2026 - 15:14
eleições urna eletrônica 4 de outubro de 2026 - 12:02
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar