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Essa lista está sendo considerada um movimento simbólico em resposta às duras sanções impostas pelos países ocidentais pela invasão da Ucrânia, em fevereiro
Um dos maiores temores de quem vai viajar para outro país é ter sua entrada negada pela imigração. Pois é isso que vai acontecer com uma lista de figurões caso tentem ir à Rússia visitar o presidente Vladimir Putin ou conhecer a Praça Vermelha — um dos pontos turísticos mais famosos de Moscou.
O Ministério das Relações Exteriores russo divulgou neste sábado (21) uma lista atualizada de com 1.000 norte-americanos que estão permanentemente impedidos de entrar no país.
Essa lista está sendo considerada um movimento simbólico em resposta às duras sanções impostas pelos países ocidentais pela invasão da Ucrânia, em fevereiro.
Não há dúvidas de que o primeiro nome da lista de persona non grata de Putin é o do presidente dos EUA, Joe Biden.
O atual chefe da Casa já havia sido proibido de visitar a Rússia desde meados de março e agora entrou na lista atualizada do governo. O antecessor de Biden, Donald Trump, conseguiu escapar.
Durante seu governo, Trump afirmou que as relações entre EUA e Rússia estavam no melhor momento — ele chegou a dizer até que era “amigo” de Putin.
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Depois da invasão da Ucrânia pela Rússia, em 24 de fevereiro deste ano, o republicano não poupou elogios ao presidente russo, afirmando que ele “era um homem de coragem”.
Além de Biden, outras autoridades do governo norte-americano também estão barradas na Rússia: o secretário de Estado (chefe da diplomacia), Antony Blinken; o secretário de Defesa, Lloyd Austin; e o general do Exército Mark Milley, presidente do Estado-Maior Conjunto.
A lista atualizada de Putin inclui ainda a vice-presidente dos EUA, Kamala Harris, bem como o filho de Biden, Hunter — envolvido em polêmica durante a gestão de Trump, que o acusava de negócios escusos com a Ucrânia.
Hillary Clinton, ex-secretária de Estado e primeira-dama dos EUA, também será barrada caso tente ir à Rússia. A democrata foi derrotada por Trump nas eleições de 2016 em meio à suspeita de interferência russa no pleito em favor do republicano.
Putin não perdoou nem o ator Morgan Freeman — o ministério russo disse que ele foi banido por "incitar a russofobia".
O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, e o investidor bilionário George Soros também estão na lista. O apoio de Soros a causas liberais e grupos no antigo bloco soviético fizeram dele um bicho-papão para a Rússia e teóricos da conspiração de direita.
Trump, no entanto, não foi o único ex-presidente dos EUA a escapar da ira de Putin. Barack Obama também não está na lista, assim como o vice de Trump, Mike Pence.
Mas o irmão de Pence, o deputado Greg Pence, está banido junto com 211 colegas republicanos da Câmara dos Deputados e do Senado — juntamente com 224 membros democratas de ambas as casas do Congresso dos EUA.
A presidente da Câmara, a democrata Nancy Pelosi, faz parte da lista — nesta semana ela foi proibida de receber a comunhão pelo arcebispo da Arquidiocese Católica Romana de São Francisco por causa de seu apoio ao direito ao aborto.
Não foram só os norte-americanos os contemplados com a decisão de Putin de banimento. Em um comunicado separado, o Ministério das Relações Exteriores russo barrou 26 canadenses.
Entre eles estão a esposa do primeiro-ministro Justin Trudeau, Sophie Gregoire; o Comandante da Força Aérea, Eric Jean Kenny; e o Comandante do Exército, Tenente-General Jocelyn Paul.
Na última terça-feira (17), o Canadá aprovou uma legislação que proíbe mais de 1.000 russos e aliados de Putin de entrar no país.
*Com informações da CNBC
A frase de Adam Smith é uma das reflexões do livro “A Riqueza das Nações”, obra seminal do liberalismo econômico.
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