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Os dois lados estão competindo para persuadir algumas das nações mais poderosas do mundo a tomarem partido no conflito, que já está em seu segundo mês
Como gato e rato. É assim que a Rússia e os países do Ocidente liberados pelos EUA estão atrás da China na busca de apoio para a guerra na Ucrânia. Agora, essa disputa ganhou um novo participante: a Índia.
Muito se falou dos laços entre Moscou e Pequim — que vêm de antes da guerra no leste europeu começar — e inclui questões econômicas, financeiras e ideológicas. E quase nada foi mencionado até agora sobre a relação entre russos e indianos nessa guerra.
Então por que os dois lados do conflito estão interessados em ter também o apoio da Índia? Desde que os EUA e seus aliados impuseram sanções pesadas à Rússia após a invasão da Ucrânia, o presidente Vladimir Putin vem buscando rotas de fuga para manter sua economia viva.
O líder russo vem tentando contornar essas sanções por meio das alianças que construiu com seus vizinhos asiáticos e encontrou na venda de petróleo e gás à China e à Índia as possíveis vias para obter recursos e manter suas tropas avançando sobre o território ucraniano.
A corrida pela Índia ganhou tração na quarta-feira (30), quando um dos principais conselheiros dos EUA, Daleep Singh, fez uma viagem de dois dias para, segundo a Casa Branca, “consultar de perto com seus homólogos sobre as consequências da guerra injustificada da Rússia contra a Ucrânia e mitigar seu impacto na economia global”.
A empreitada do Ocidente ganhou reforços na quinta-feira (31), quando o Reino Unido enviou sua ministra das Relações Exteriores à Índia.
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Antes da visita oficial, Liz Truss disse que seu objetivo era mostrar a Nova Déli que laços mais profundos entre o Reino Unido e a Índia aumentarão a segurança regional e global e criarão empregos e oportunidades em ambos os países.
No mesmo dia, a Rússia despachou seu chanceler ao país na tentativa de atrair o governo do primeiro-ministro Narendra Modi para o comércio e a guerra na Ucrânia.
Sergei Lavrov encerrou sua visita à Índia na sexta-feira (01). Ele buscou aumentar os laços comerciais e vender mais petróleo para a Índia.
Saiba mais sobre os impactos das sanções globais contra Rússia:
Acredita-se que a China e a Índia sejam cautelosas com a guerra a portas fechadas. De particular preocupação para a China é a incerteza que traz para as relações e o comércio global.
A Índia, por sua vez, tem amplos laços de defesa com a Rússia e é um importador de petróleo russo. Segundo especialistas, a Índia planejou seu orçamento com o preço do petróleo em torno de US$ 75. A guerra fez com que o barril ultrapassasse os US$ 100.
Por essa razão, os indianos não podem abandonar seu relacionamento com Moscou. De fato, nas últimas semanas, a Índia vem comprando petróleo russo que está sendo vendido com desconto, já que os clientes ocidentais estão reduzindo fortemente suas importações de energia da Rússia.
Putin cultivou relações cordiais com os líderes da Índia e da China. Em 2019, o presidente chinês Xi Jinping, chegou a chamar o colega russo de seu “melhor amigo”.
Recentemente, Putin deu uma prova dessa amizade quando teria prometido a Xi não lançar nenhum tipo de invasão à Ucrânia enquanto os Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim estivessem ocorrendo, no início de fevereiro. A guerra começou no dia 24 daquele mês.
Vinte dias antes da invasão russa, os dois líderes assinaram uma declaração de 5.300 palavras na qual afirmavam “que as novas relações interestatais entre Rússia e China são superiores às alianças políticas e militares da era da Guerra Fria” e que a amizade entre os dois estados não tem “limites”.
Pequim também se aliou a Moscou ao pedir à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) que pare de admitir novos membros — um dos principais problemas da Rússia quando se trata da Ucrânia.
A chamada terceira via ainda tem chances nas eleições depois da saída de Sergio Moro e a polêmica sobre a candidatura de João Doria? Aperte o play e ouça o comentário dos repórteres do Seu Dinheiro:
*Com informações da CNBC
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