🔴 SAIBA PROGRAMAR A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA O SEU TRABALHO COM A ‘FÁBRICA DE AGENTES DE IA’ – DESCUBRA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

DECISÃO EXTREMA DEMAIS?

Banco Central se precipitou com a liquidação do Banco Master? TCU dá 72 horas para o regulador se explicar

O Tribunal de Contas da União requer esclarecimentos do Banco Central sobre a decisão de liquidar o Banco Master; entenda

Fachada do Banco Master.
Fachada do Banco Master. - Imagem: Divulgação Banco Master

O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Jhonathas de Jesus, determinou que o Banco Central apresente esclarecimentos sobre a decisão de liquidar o Banco Master. Para a corte de contas, a medida adotada pelo regulador foi considerada extrema e pode ter sido tomada de forma precipitada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O despacho destaca que a atuação do Banco Central indica uma possível demora na busca por alternativas de mercado para a instituição controlada por Daniel Vorcaro, sendo que as análises sobre uma possível reorganização da instituição se estenderam por vários meses dentro do Banco Central antes da decisão final.

Além disso, o TCU avalia que o regulador deveria ter analisado opções menos onerosas antes de optar pela liquidação. Entre os pontos citados está a formalização de uma proposta de aquisição do Banco Master pelo grupo Fictor, que previa um aporte de R$ 3 bilhões, registrada um dia antes do anúncio da liquidação, ocorrido em novembro.

O TCU também afirma ter identificado indícios de irregularidades no processo e deu um prazo de 72 horas, a partir da quinta-feira (18), para o BC explicar a fundamentação e motivação para a liquidação; a não opção por alternativas menos gravosas; as tratativas e cronologia com o Master; e se agiu com coerência interna e governança decisória.

O Banco Central, por sua vez, não comenta procedimentos em andamento conduzidos por órgãos de controle.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Crise do Banco Master

Em novembro, a Polícia Federal prendeu Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, após uma investigação apurar um esquema de criação e negociação de títulos de crédito inexistentes, envolvendo instituições do Sistema Financeiro Nacional. As suspeitas incluem gestão fraudulenta, gestão temerária e participação em organização criminosa.

Leia Também

ELEIÇÃO, JUROS E FISCAL

“Essa taxa se torna insustentável”: os juros que enchem o bolso do investidor podem estar virando problema para o Brasil

DESTAQUES DA BOLSA

Magazine Luiza (MGLU3) ganha fôlego e Natura (NATU3) fica na lanterna: veja os altos e baixos do Ibovespa na semana

O Master teria repassado ao Banco de Brasília (BRB) cerca de R$ 12,2 bilhões em carteiras fictícias, apresentando documentos falsificados ao BC. O presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, foi afastado por 60 dias.

O caso estourou meses após o BRB anunciar, em março, a intenção de adquirir 58% do Master por cerca de R$ 2 bilhões — operação que criaria um grupo com R$ 100 bilhões em ativos. O negócio, no entanto, foi barrado pelo BC em setembro, por falta de viabilidade e alto risco.

Com o avanço das investigações, a autoridade monetária decretou a liquidação judicial do Master. Na ocasião, a medida foi justificada pela "grave crise de liquidez" do banco e violações a normas regulatórias.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um dia antes, a holding Fictor havia demonstrado interesse em comprar o banco, prometendo aporte inicial de R$ 3 bilhões. A liquidação transformou o episódio no maior acionamento da história do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), sendo que, em março de 2025, o Master mantinha cerca de R$ 60 bilhões em depósitos cobertos.

Leia também:

A visão do mercado sobre a atuação do Banco Central

Após os questionamentos do TCU, a Associação Brasileira de Bancos (ABBC) expressou apoio ao Banco Central e disse ter "confiança" em todas as decisões da autoridade monetária sobre o tema.

A ABBC também defende a preservação da autonomia e segurança jurídica do BC, para garantir o funcionamento "em harmonia" das instituições e a proteção dos servidores. "O sistema financeiro nacional precisa de um Banco Central forte e com segurança jurídica em suas decisões", disse a associação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A entidade representa bancos pequenos e médios, financeiras, cooperativas, sociedades de crédito direto, sociedades de empréstimo pessoal, corretoras, fintechs e instituições de pagamento.

Em conversas reservadas ao longo das últimas semanas, banqueiros e agentes do mercado têm defendido a atuação do presidente do BC, Gabriel Galípolo, no caso, segundo informações do Broadcast. A avaliação é a de que o banqueiro central se baseou em evidências sólidas e no trabalho do respeitado corpo técnico do BC.

Há ainda uma visão de que o antecessor de Galípolo, Roberto Campos Neto, deveria ter sido mais ágil enquanto o Master crescia rapidamente com uma estratégia agressiva de distribuição de Certificados de Depósito Bancário (CDBs).

*Com informações da Folha de S. Paulo, G1 e Estadão Conteúdo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
bets apostas online cassinos online inadimplentes 25 de setembro de 2026 - 18:58
Ibovespa na bolsa brasileira, com investidores acompanhando o mercado em meio às perspectivas para ações e ao risco fiscal. 25 de setembro de 2026 - 18:40
Greve na Caixa: Montagem com o logotipo da Caixa diante dos logotipos de Tenda, Cury, Direcional, MRV e Plano&Plano. 25 de setembro de 2026 - 16:36
Máquina de milionários das loterias em manutenção. Lotofácil, Quina, Mega-Sena. 25 de setembro de 2026 - 6:48
Pilhas de moedas ao fundo com cesta cheia de alimentos na frente 25 de setembro de 2026 - 6:03
Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central do Brasil, está sentado, com um microfone e um copo de água sobre a mesa que está a sua frente 24 de setembro de 2026 - 17:30
Logo da Cogna (COGN3) 24 de setembro de 2026 - 16:45
24 de setembro de 2026 - 15:49
Luis Stuhlberger, gestor do fundo Verde 24 de setembro de 2026 - 13:39
24 de setembro de 2026 - 10:57
Tela com informações sobre o BPC (Benefício de Prestação Continuada) exibida em smartphone ao lado de uma cédula de R$ 100. 24 de setembro de 2026 - 5:05
Ganhadores comemoram prêmios da Lotofácil e da Dia de Sorte. 23 de setembro de 2026 - 6:41
Guerra comercial entre EUA e China. 22 de setembro de 2026 - 16:35
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar