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De um lado, os britânicos enfrentam a pior crise energética em décadas — agravada pelos efeitos colaterais da guerra na Ucrânia — e, de outro, uma onda de calor que aumentou a demanda por energia

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, deu um xeque-mate nos britânicos ao restringir o fornecimento de gás natural em resposta às sanções derivadas da guerra na Ucrânia.
A jogada do chefe do Kremlin não só fez a Europa mergulhar em uma crise energética como levou o Reino Unido a cruzar os mares em busca de combustível.
Os britânicos aportaram na Austrália, de onde devem receber gás natural liquefeito (GNL) pela primeira vez em pelo menos seis anos.
A importação está sendo classificada como um ato de desespero do Reino Unido, que normalmente compra GNL de países como Qatar, EUA e até do Peru.
As entregas da região Ásia-Pacífico são raras devido aos custos das viagens longas e da alta demanda de compradores asiáticos.
Segundo o rastreamento da Bloomberg, a Austrália não enviou uma única carga de GNL para a Europa desde 2016. Mas, por conta das restrições de Putin, isso deve mudar em questão de dias.
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O navio-tanque de GNL Attalos está a caminho do Reino Unido com uma carga originada de North West Shelf, na Austrália, de acordo com a empresa de inteligência energética Kpler.
A embarcação chegará ao terminal Isle of Grain, no leste de Londres, em 22 de agosto.
A jornada do gás da Austrália para o Reino Unido, no entanto, é complexa e envolveu uma transferência de navio para navio na Malásia.
Em julho, o Attalos recebeu uma carga parcial de GNL do navio Patris na Malásia. Antes disso, o Patris foi carregado na plataforma noroeste da Austrália, onde a BP tem capacidade, e o restante da carga foi entregue na Coreia do Sul.
Os preços da energia na Europa dispararam depois que Putin cortou o fornecimento de gás, inclusive por meio do importante oleoduto Nord Stream, afetando a economia da região — e a onda de calor que atinge o continente agravou a situação.
O gráfico abaixo mostra a disparada dos preços do gás na Europa neste ano:

Os contratos futuros holandeses, a referência europeia, fecharam em 225,91 euros por megawatt-hora em Amsterdã, mais de dez vezes acima da média sazonal dos últimos cinco anos.
O fechamento recorde foi de 227,20 euros em 7 de março, quando a invasão da Ucrânia pela Rússia estava causando ondas de choque nos mercados. O equivalente no Reino Unido subiu 4,6%.
A gigante russa de gás Gazprom disse hoje que, se a tendência atual continuar, os preços do gás na Europa podem subir para o equivalente a cerca de 347 euros por megawatt-hora no inverno — o que levaria o preço para além do recorde intradiário de 345 euros no início de março.
O aumento dos custos de energia em toda a Europa está aumentando os riscos de racionamento de gás e apagões no inverno, quando a demanda atinge o pico.
Kosovo, uma das nações mais pobres da Europa, impôs os primeiros apagões contínuos da região e o governo pediu às pessoas que reduzissem o consumo em uma crise de energia.
*Com informações da Bloomberg e do Financial Times
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