🔴 ESTÁ NA HORA DE INVESTIR EM CRIPTO? – CLIQUE AQUI E ENTENDA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

E AGORA, VLADIMIR?

Putin encurralado: as opções que restam ao líder russo após a inesperada perda de terreno na guerra na Ucrânia

Após o retrocesso no conflito, o chefe do Kremlin tem tentado usar a exportação de gás como arma para pressionar a Europa a suspender sanções — mas a estratégia, até agora, não funcionou

NÃO USAR - O presidente da Rússia, Vladimir Putin
O presidente da Rússia, Vladimir Putin -

Quando o presidente da Rússia, Vladimir Putin, ordenou em fevereiro a invasão em grande escala da Ucrânia, o objetivo do Kremlin era que a chamada operação militar especial fosse finalizada em poucos dias, com o povo ucraniano saudando as tropas russas como libertadoras, e que o governo de Kiev entrasse em colapso como um castelo de cartas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não foi o que aconteceu. Quase sete meses depois, o exército russo vem perdendo terreno. Mais do que isso: a imagem construída cuidadosamente por Putin nos últimos 20 anos de líder e estrategista político capaz de conduzir a Rússia aos dias de glória começa a desmoronar. 

A Rússia sofreu reveses significativos no início da guerra, a exemplo de quando perdeu o Moskva, o carro-chefe da frota russa no Mar Negro, ou quando foi forçada a se retirar das áreas ao redor de Kiev, a capital ucraniana.

Mas foi nos últimos dias que uma contraofensiva ucraniana no leste do país expôs as inadequações do plano mestre de Moscou e forçou as tropas russas a recuar. 

Especialistas dizem que o colapso russo na região de Kharkiv, na Ucrânia, é o maior desafio da carreira de Putin, e que o chefe do Kremlin está ficando sem opções. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

[captacao]

Leia Também

QUAAAAASE!

Lotofácil 3803 deixa 2 ganhadores quase milionários; Mega-Sena 3070 corre excepcionalmente hoje valendo R$ 150 milhões

HERANÇA INDIGESTA

A conta que espera o próximo presidente: ajuste fiscal bilionário exigirá mexer onde ninguém quer, diz Kinea

Putin: um tiro pela culatra

Na segunda-feira (12), o Kremlin informou que Putin estava ciente da situação na linha de frente e insistiu que a Rússia alcançaria todos os objetivos de sua operação militar especial — como Moscou se refere à guerra na Ucrânia — para assumir o controle de toda Luhansk e regiões de Donetsk, no leste do país. 

Mas essa operação será muito mais difícil pelas vitórias da Ucrânia na vizinha Kharkiv. E os contratempos provocaram críticas e acusações entre influentes militares russos e da mídia estatal russa. Excepcionalmente, até o próprio Putin foi criticado.

Publicamente, porém, o presidente da Rússia não tem intenção de acabar como perdedor. Ontem, seu porta-voz Dmitry Peskov disse a jornalistas: "A operação militar especial [da Rússia] continua e continuará até que todas as tarefas inicialmente estabelecidas sejam cumpridas".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Só que o tiro de Putin saiu pela culatra. Em vez de destruir a Ucrânia, o presidente russo uniu o país. Além de as forças ucranianas estarem mostrando uma resiliência impressionante — apesar das baixas substanciais — uma pesquisa recente mostrou que 91% dos ucranianos aprovam o presidente Volodymyr Zelensky e outros 98% expressaram confiança na vitória.

Putin conta as baixas

Putin conseguiu manter o apoio russo para sua operação militar especial reprimindo brutalmente a dissidência e escondendo seu custo real. 

Cálculos da CIA, o serviço secreto dos EUA, indicam que as baixas russas foram estimadas em 15 mil soldados mortos e 45 mil feridos. Analistas independentes projetam que a Rússia perdeu mais de 5.400 veículos militares, incluindo mais de 1.000 tanques, juntamente com 52 aeronaves e 11 navios. 

Segundo especialistas, essas perdas maciças de tropas e equipamentos serão difíceis de substituir — ainda mais porque Putin se recusa a arriscar uma mobilização total da sociedade russa que poderia minar o apoio ao seu governo. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Putin cede em outras áreas

Putin esperava colocar a Ucrânia e seus aliados ocidentais de joelhos travando uma guerra econômica, mas até agora suas maquinações foram frustradas. 

Em 22 de julho, sob pressão da Turquia e de outros países cujo apoio ele busca, Putin concordou em relaxar o bloqueio ao Mar Negro e permitir embarques de grãos ucranianos sob os auspícios das Nações Unidas. 

O Ministério da Infraestrutura da Ucrânia informa que até agora 86 navios partiram dos portos ucranianos transportando 2 milhões de toneladas de produtos agrícolas para 19 países. 

Essas remessas estão prejudicando as tentativas de Putin de armar a escassez de alimentos, relaxando as pressões inflacionárias e permitindo que a Ucrânia gere receita extremamente necessária.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A queda de braço do gás

Putin tem tentado usar a ameaça de cortes de energia russos para persuadir a Europa a parar de apoiar a Ucrânia. 

Para isso, a Rússia fechou o gasoduto Nord Stream 1 para a Europa até que as sanções ocidentais fossem levantadas. Mas os europeus não dão sinais de que vão ceder. Em vez disso, eles aceleraram os esforços para acabar com a dependência da energia russa. 

As instalações europeias de armazenamento de gás já estão quase 80% preenchidas, bem antes do prazo de novembro, e a União Europeia está aumentando as importações de gás natural liquefeito, adiando os planos de fechar usinas nucleares e reduzindo o uso de energia.

As sanções ocidentais não levaram a uma implosão econômica na Rússia ou forçaram Putin a interromper a invasão, mas estão cobrando um preço que só aumentará. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com a Bloomberg, um documento interno do governo russo alerta para uma “recessão muito mais longa e profunda” do que as autoridades admitem em “seus pronunciamentos públicos otimistas”, com a economia não retornando ao seu nível pré-guerra até “o final da década ou mais tarde”.

*Com informações do Washington Post, da CNN e da Euronews

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Celular com homem usando plataformas de apostas online 12 de outubro de 2026 - 14:15
Robert E. Hall e Michael Woodford Ill, vencedores do Nobel de Economia de 2026. Foto: Ilustração de Niklas Elmehed para a Fundação Nobel 12 de outubro de 2026 - 9:06
10 de outubro de 2026 - 15:05
Eduardo Bolsonaro 8 de outubro de 2026 - 16:53
7 de outubro de 2026 - 17:52
Imagem mostra uma mão plantando uma semente na terra e pequenas mudinhas que vão crescendo. Há gráficos de ações que indicam alta no investimento 7 de outubro de 2026 - 12:03
renda carros usados 6 de outubro de 2026 - 8:00
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar