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Diante da guerra entre Rússia e Ucrânia, o Brasil vinha mirando na produção de trigo da Índia para suprir a demanda interna pela commodity
Quem toma café da manhã já percebeu: a primeira refeição recomendada do dia fica mais cara a cada mês que passa. Grande parte disso se deve à alta do indispensável pão francês. Apenas em abril, o preço do pãozinho subiu 4,52%. E ele pode subir ainda mais agora que a Índia proibiu a exportação de sua matéria-prima: o trigo.
O preço do trigo já vinha subindo por causa da invasão da Ucrânia pela Rússia. Antes da guerra, os dois países envolvidos eram respectivamente o quinto e o primeiro no ranking de exportadores da commodity, atendendo a 29% do mercado global.
Para evitar a escassez no mercado interno, outros grandes produtores de trigo proibiram a exportação do item. A lista inclui países como Egito, Cazaquistão, Kosovo e Sérvia. Esta semana foi a vez de a Índia aderir.
Embora seja considerado uma potência agroindustrial, o Brasil está longe de ser autossuficiente em trigo. O país importa mais de 60% de sua demanda interna.
As estimativas para 2022 indicam que o Brasil deve importar 7 milhões de toneladas de trigo ao longo do ano.
Caso a estimativa se confirme, o número representará um aumento de 73,46% em relação a 2021.
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É verdade que o preço do trigo já vinha subindo antes da guerra.
No acumulado de maio, o trigo já sobe mais de 10% nos mercados internacionais na comparação com abril.
Desde o início do conflito no leste europeu, no fim de fevereiro, a alta do preço do pão francês varia entre 12% e 20% nas padarias e mercados do país, variando de uma capital para outra.
O problema é que o Brasil vinha aumentando consideravelmente as importações de trigo da Índia.
As compras de trigo indiano pelo Brasil atingiram 6 milhões de toneladas entre janeiro e abril deste ano.
O volume representa quase o triplo das 2,1 milhões de toneladas importadas da Índia ao longo de todo o ano passado.
Na avaliação de Marco A. Caruso e Eduardo Vilarim, do Banco Original, a restrição das exportações pela Índia, válida pelo menos até o fim do ano, coloca fogo na lenha da escassez de alimentos e da inflação.
“Em um contexto de fortes altas de combustíveis e alimentos, os governos procuram suavizar os impactos sociais - e eventuais inquietações de suas populações - com políticas protecionistas”, observam eles.
Na avaliação dos economistas, trata-se de um movimento global que pode gerar consequências econômicas e políticas num futuro próximo.
*Com informações da CNBC.
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