🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Reportagem especial

A gasolina baixou — mas, para os brasileiros, ainda vale a pena cruzar a fronteira e encher o tanque na Argentina

A desvalorização cambial na Argentina, somada ao preço ainda alto da gasolina no Brasil, eleva o fluxo de motoristas na fronteira dos países

Victor Aguiar
Victor Aguiar
6 de setembro de 2022
6:06 - atualizado às 15:42
Bombas de gasolina de um posto de combustíveis Shell
Imagem: Jakob Rosen / Unsplash

Passa das 22h30 em Puerto Iguazú, a pacata cidade da Argentina que faz fronteira com Brasil e Paraguai. É sexta-feira, e o movimento nas ruas é maior do que se imaginaria para uma localidade de meros 100 mil habitantes: bares e restaurantes estão quase cheios.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas, se você realmente busca agito, esqueça a boemia — a casa mais disputada da cidade não serve bebidas. Carros enfileiram-se na avenida Misiones, quarteirão após quarteirão; tudo por uma chance de entrar no posto de gasolina Shell, o único que funciona 24h por dia.

A busca por combustível reúne os moradores locais e os habitantes de Foz do Iguaçu, o lado brasileiro da tríplice fronteira. Dia após dia, as filas se repetem nos quatro postos do município argentino, num espelho fiel da situação econômica dos dois países.

Em meio a uma inflação acumulada de 71% nos últimos 12 meses — o índice oficial saltou 7,4% apenas em julho —, a Argentina passa por uma situação caótica: a população tenta gastar seu dinheiro o quanto antes, de modo a evitar uma corrosão maior do poder de compra.

Ou seja: há uma corrida aos caixas eletrônicos, aos postos de gasolina e aos mercados — chama a atenção o número de pequenos comércios abertos noite adentro. A desvalorização de 30% do peso argentino em relação ao dólar numa janela de apenas um ano também pressiona a economia local.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Brasil não tem números tão chocantes de inflação, mas também vive seus dramas particulares: no momento mais crítico da alta global do petróleo, o litro da gasolina chegou a ser vendido acima dos R$ 8,00 em muitas regiões do país.

Leia Também

E, por mais que os preços nas bombas brasileiras tenham recuado nos últimos meses, fato é que os postos da Argentina ainda têm preços atraentes, dada a forte desvalorização da moeda local.

Pelo câmbio oficial, um real equivale a pouco mais de 27 pesos; há um ano, a relação era de um para 18. Fazendo as contas, encher o tanque na Argentina ainda vale a pena para o motorista brasileiro, por mais que a tarefa envolva horas de espera e possíveis armadilhas.

Afinal, as dificuldades econômicas enfrentadas pelos nossos vizinhos, somadas à demanda por combustível pelos brasileiros, criam um ambiente cheio de distorções — e pessoas dispostas a explorá-las. Há um jeitinho argentino para quem não quer passar a madrugada numa fila.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A reportagem do Seu Dinheiro esteve em Puerto Iguazú na semana passada e conta os detalhes dessa situação bastante peculiar.

O posto Shell da avenida Misiones, em Puerto Iguazú, na Argentina: filas de carros até tarde da noite. Foto: Victor Aguiar

Gasolina, por favor

“Eu vou à Argentina encher o carro a cada dois dias”, me disse um motorista de aplicativo. A bordo de um Renault Kwid, ele pediu para não ser identificado nesta matéria — a corrida, de pouco mais de 10 quilômetros, custou perto de R$ 24,00.

Num relato que foi confirmado por outros moradores de Foz, ele afirmou que é comum esperar mais de duas horas para abastecer num posto do outro lado da fronteira, isso sem contar o tempo gasto na imigração — e que nem todo mundo é atendido da mesma maneira.

E isso porque os motoristas brasileiros são bem-vindos, mas só até a página dois: é comum que os estrangeiros tenham que pagar um valor ligeiramente maior que o oficial para usar as bombas na cidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Há outros mecanismos que limitam o acesso dos não-argentinos à gasolina local: alguns postos fixam horários específicos para atender os brasileiros; outros limitam a quantidade de combustível vendida aos forasteiros.

Mas vale a pena enfrentar tantos obstáculos para abastecer o carro? A economia é grande o suficiente para compensar o tempo e o desgaste envolvidos no processo?

Na ponta do lápis

Vamos aos números: a cidade argentina conta com poucos postos de combustível; o litro de gasolina custava algo na faixa de 150 a 165 pesos argentinos na sexta-feira, 26 de agosto — o posto Shell citado no começo do texto é o mais caro.

Considerando o câmbio de um real para 27 pesos, chegamos a um valor entre R$ 5,50 e R$ 6 por litro nos postos argentinos. Na ponta do lápis, não parece ser um preço tão competitivo assim em relação ao visto em Foz do Iguaçu.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Veja abaixo como se comportou o litro da gasolina nos postos da cidade paranaense ao longo das últimas semanas, de acordo com levantamento feito pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP):

Evolução dos preços da gasolina comum em Foz do Iguaçu. Fonte: ANP

Só que a conta não é tão simples assim: é preciso levar alguns outros fatores em consideração. Em primeiro lugar, há a taxa de câmbio em si — a cotação oficial do peso argentino não tem muita serventia no dia a dia.

No comércio, nos bares e nos restaurantes de Puerto Iguazú, é adotada uma taxa informal de conversão entre pesos e reais; para os brasileiros, é muito mais vantajoso trocar o dinheiro nesse mercado informal do que recorrer a uma casa de câmbio.

Voltemos à taxa oficial, de um real para 27 pesos. A reportagem do Seu Dinheiro chegou a encontrar um restaurante que pagava 50 pesos por cada real; em geral, os comércios fazem uma conversão de, no mínimo, 1:40.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É mais um retrato da situação econômica delicada da Argentina: com a moeda local perdendo valor de maneira acelerada, a população prefere ter qualquer outra divisa mais forte — reais, dólares ou euros — a ter pesos na carteira. E, para tal, aceita pagar caro.

Portanto, se adotarmos esse câmbio extra-oficial para os preços praticados nos postos, de 150 pesos, chegamos a um valor de R$ 3,00 pelo litro de gasolina. Ou seja: abastecer na Argentina ainda é negócio, mesmo que seja cobrado um valor mais alto para os brasileiros.

E ainda há um segundo atrativo: a gasolina argentina é pura, enquanto o combustível vendido no Brasil é uma mistura contendo 27% de etanol anidro em sua composição. Portanto, além de mais barata, a alternativa rende mais.

Considerando tudo isso, o motorista de aplicativo que conversou com a nossa reportagem não hesita ao cruzar a fronteira para abastecer, por mais que dirija um modelo econômico — o Kwid faz mais de 15 km/l de gasolina em tráfego urbano, de acordo com a Renault.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Mas eu só vou nos postos, não quero mais saber dos capetas”, disse ele.

Mercado paralelo

''Capeta'' é o apelido dado aos argentinos que revendem combustível aos brasileiros; ao menos, no grupo de WhatsApp que compartilha os contatos desses vendedores clandestinos — o motorista que falou conosco é um dos membros dessa comunidade.

Funciona mais ou menos assim: os residentes de Puerto Iguazú abastecem ao preço de tabela, sem maiores complicações; eles, então, esvaziam seus tanques em galões, vendendo-os diretamente aos vizinhos da fronteira — uma espécie de mercado paralelo da gasolina.

De um lado, os valiosos reais; do outro, o cobiçado combustível — e, na fronteira entre Brasil e Argentina, os dois lados se encontram para a troca. O preço cobrado é mais caro que o dos postos, mas o tempo perdido é quase zero.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Só que, ao optar pela informalidade, os dois lados da negociação estão sujeitos a uma série de fatores que fogem ao controle das autoridades. E essa imprevisibilidade é a razão pela qual o motorista não recorre mais aos revendedores.

Ele contou à reportagem que, ao abastecer com um “capeta”, seu carro começou a engasgar em poucos minutos — o combustível tinha sido diluído em algum solvente, o que lhe causou um prejuízo de quase mil reais em reparos.

À esquerda, os preços praticados no posto Shell, o único 24h de Puerto Iguazú; à direita, a tabela de um posto da bandeira YPF. Fotos: Victor Aguiar

Bolsonaro, gasolina e inflação

Poucos dias após a visita da reportagem do Seu Dinheiro a Puerto Iguazú, o presidente Jair Bolsonaro esteve na região da tríplice fronteira: no dia 31 de agosto, ele inspecionou as obras da nova ponte que ligará Foz do Iguaçu a Ciudad del Este, no Paraguai.

À imprensa, Bolsonaro ressaltou a redução nos preços dos combustíveis vista nas últimas semanas; segundo ele, os brasileiros antes iam ao Paraguai para abastecer seus carros; agora, ocorre o movimento contrário, com um fluxo de paraguaios aos postos de Foz.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A queda na gasolina tem sido um dos carros-chefe de Bolsonaro em sua campanha para a reeleição: com o forte alívio visto nas bombas de combustível, a inflação tem passado por um alívio relevante no país.

O discurso de fortalecimento da economia ainda engloba outras frentes: a redução no desemprego, as projeções de maior crescimento do PIB e o aumento do Auxílio Brasil, de R$ 400 para R$ 600, são outras apostas do atual presidente a menos de um mês da eleição.

As falas de Bolsonaro dão grande peso às medidas adotadas pelo governo, como a redução de impostos federais sobre os combustíveis. No entanto, fato é que boa parte do alívio no preço da gasolina se deve à queda das cotações do petróleo no exterior.

A política de preços da Petrobras, como se sabe, está atrelada às flutuações da commodity — e, nos últimos meses, o petróleo saiu das máximas e voltou a ser negociado abaixo dos US$ 100 por barril. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesse contexto, a estatal teve espaço para cortar o preço da gasolina vendida às distribuidoras, criando um ciclo de alívio para a economia como um todo. Tanto é que a inflação medida pelo IPCA ficou negativa em 0,68% em julho, apoiada no recuo dos preços de combustíveis e energia.

Vale lembrar, no entanto, que a deflação mostrada pelo IPCA de julho não atinge todos os setores da economia de maneira unânime. Enquanto os gastos com transportes diminuíram, outras áreas importantes do dia a dia do brasileiro continuam com preços salgados.

É o caso do subgrupo de alimentação e bebidas, que teve alta de 1,3% em julho, e de despesas pessoais, com salto de 1,13%. Ou seja: o alívio nas bombas de combustível traz o IPCA para baixo, mas os efeitos da inflação ainda são sentidos no país.

E é nesse sentido que a busca por combustível barato ainda movimenta o dia a dia de Puerto Iguazú: com o custo de vida ainda muito elevado no Brasil, qualquer economia se mostra atrativa — ainda mais para trabalhadores informais, como o motorista de aplicativo que falou com o Seu Dinheiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Numa conta de padaria, os R$ 24,00 obtidos com a corrida que atendeu a reportagem equivalem a 4,63 litros de gasolina no Brasil, mas podem render 8 litros na Argentina — e o combustível por lá é mais puro que o daqui, lembre-se.

Até que o peso argentino volte a se valorizar, ou até que o custo geral do Brasil volte a cair, as filas em Puerto Iguazú devem continuar extensas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
DESTAQUES DA BOLSA

Raízen (RAIZ4) dispara, volta a ser negociada acima de R$ 1 e lidera as altas do Ibovespa na semana; veja os destaques

1 de fevereiro de 2026 - 15:00

Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice

CRIPTOMOEDAS HOJE

US$ 2,4 bilhões liquidados em 24 horas: Bitcoin (BTC) sofre nova derrocada e opera abaixo dos US$ 80 mil. O que explica?

1 de fevereiro de 2026 - 12:01

Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas

BALANÇO DO MÊS

Ibovespa dispara em janeiro e nenhum outro investimento foi páreo — nem mesmo o ouro

30 de janeiro de 2026 - 19:34

Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente

NÃO PERCA O PRAZO

Gol (GOLL54) vai sair da bolsa com OPA, mas adesão ao leilão não é automática; veja o que o investidor deve fazer

30 de janeiro de 2026 - 18:13

A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa

DESCE E SOBE

Fundo imobiliário TGAR11 cai 14% em três dias, mas BB-BI diz que não é hora de vender — entenda o que pode impulsionar o FII na bolsa agora

30 de janeiro de 2026 - 12:55

O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados

NA ROTA DO CRESCIMENTO

FIIs driblam juros altos com troca de cotas, mas há riscos para os cotistas? O BTG Pactual responde

29 de janeiro de 2026 - 15:21

O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor

BUSCA POR SEGURANÇA

Ibovespa dispara no ano, mas investidores brasileiros estão receosos e tiram dinheiro da bolsa, diz XP

29 de janeiro de 2026 - 14:15

Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável

VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

ALOCAÇÃO GLOBAL

Mesmo em recorde, a bolsa brasileira segue barata para o gringo — e fiscal não apavora o estrangeiro, diz UBS

27 de janeiro de 2026 - 17:30

Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global

FOGUETE NÃO TEM RÉ

Ibovespa bate mais um recorde, e mérito não é (só) do Brasil; veja as ações preferidas dos estrangeiros

27 de janeiro de 2026 - 12:31

As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice

NEM TUDO QUE RELUZ...

Nem ouro, nem prata: metais ‘diferentões’ como platina, paládio e ródio chegam a altas de mais de 120%, mas não são para todo mundo 

26 de janeiro de 2026 - 6:04

Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento

FORA DO CONSENSO

Santander diz que o mercado minimiza os riscos do Banco do Brasil (BBAS3) e ignora outras boas ações; veja quais

25 de janeiro de 2026 - 12:52

Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação

ONDE INVESTIR 2026

Onde investir em 2026? Tudo que você precisa saber para montar sua carteira para este ano

25 de janeiro de 2026 - 8:00

Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano

MERCADOS NA SEMANA

Bolsa brasileira nas alturas: Cogna (COGN3) lidera altas do Ibovespa, enquanto só uma dupla de ações fecha semana no vermelho

24 de janeiro de 2026 - 12:10

Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar