🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Flavia Alemi

Flavia Alemi

Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pela FIA. Trabalhou na Agência Estado/Broadcast e na S&P Global Platts.

otimismo

Dólar a R$ 3,50? Gestora diz que queda da moeda para patamares mais baixos “não seria impensável”

Efeitos de longo prazo da guerra na Ucrânia podem levar o dólar a níveis vistos pela última vez em abril de 2018

Três moedas de um real sobre cédulas de dólar
Imagem: iStock

A queda recente do dólar tem gerado todo tipo de especulação sobre os rumos futuros do câmbio, algumas mais otimistas, outras mais pessimistas. A gestora Persevera está no primeiro grupo — e, talvez, esteja até um pouco otimista demais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com a Persevera, o atual cenário pode levar o dólar a patamares próximos de R$ 3,50 nos próximos anos. 

Formada por ex-executivos do Bradesco e HSBC e com mais de R$ 400 milhões sob gestão, a Persevera é conhecida por posições fora do consenso. No início da pandemia, por exemplo, eles defenderam que o Banco Central reduzisse a Selic a zero.

A explicação começa nos efeitos de longo prazo da guerra na Ucrânia.

Guerra-> Inflação -> Juros -> Dólar

Conforme temos reportado no Seu Dinheiro, a guerra elevou as projeções de inflação, o que tem feito bancos centrais no mundo inteiro a elevar as taxas de juros. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nos EUA, ciclos de aperto monetário tendem a valorizar o dólar. No entanto, esse efeito é contrabalanceado em países exportadores de commodities, como nós. 

Leia Também

Os preços das commodities, tanto as hard (petróleo, minério, etc) quanto as soft (café, milho, trigo, etc) saltaram depois da invasão da Ucrânia pela Rússia. Isso ocorreu porque ambos os países são importantes exportadores desses produtos e, uma vez em guerra, a produção acaba sendo afetada.

No entanto, para o Brasil, isso significa superávit comercial, já que os preços elevados aumentam a receita proveniente das nossas exportações. E aí está também uma das explicações para o dólar ter cedido tanto no primeiro trimestre do ano.

Nesse cenário, a Persevera diz que “não seria impensável, portanto, que o dólar voltasse a patamares bem mais baixos nos próximos anos, talvez próximos a R$3,50”. A última vez que o dólar chegou a esse nível foi em abril de 2018.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com a gestora, comparando os ciclos de desvalorização da crise do coronavírus com o das eleições de 2022, no longo prazo, a moeda também extrapola movimentos de queda. 

“Por todos esses motivos, continuamos com visão bastante positiva para a moeda brasileira, detendo posições que variam taticamente entre 10% e 15% da carteira”, escreveu a Persevera em carta aos investidores.

Bolsa também tem potencial

Além da queda do dólar, a Persevera também acredita em valorização da bolsa brasileira. Com os investidores globais buscando ativos ligados a commodities no primeiro trimestre, o Índice Bovespa apresentou uma recuperação importante.

Ao mesmo tempo, as expectativas de resultados aumentaram ainda mais, segundo a Persevera. Para a gestora, o mercado de ações continua com múltiplos próximos das mínimas dos últimos anos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Selic alta, PIB fraco

Para os juros, as projeções da Persevera são de que o BC deve mesmo elevar a Selic pela última vez em maio, a 12,75%. A previsão está em linha com o que diz o próprio BC, mas diverge da posição de boa parte dos analistas, que acreditam numa dose adicional de aperto.

“Com isso, a autoridade monetária terá implementado uma elevação de pelo menos 10,75 pontos percentuais, que certamente levará a uma contração econômica com fortes efeitos sobre a inflação”, diz a Persevera.

Leia também:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MUDANÇA NA ESTRUTURA

Desglobalização à vista? Economista alerta para nova “ordem mundial” com era Trump 2.0 

31 de janeiro de 2026 - 10:00

Nova globalização será responsável por remodelar estruturalmente as próximas décadas, diz Matheus Spiess, economista pelo Insper, no programa Touros e Ursos

METAIS PRECIOSOS EM QUEDA LIVRE

Ouro cai mais de 11% e prata derrete 31% em um único dia; entenda o que causou o nervosismo no mercado

30 de janeiro de 2026 - 18:30

Investidores reagem à indicação de Kevin Warsh para o Fed e a dados de inflação acima do esperado nos EUA

ALTO PADRÃO

Como será o hotel de luxo que casal bilionário dono da melhor vinícola do mundo vai construir no Brasil

30 de janeiro de 2026 - 16:03

Rede de hotéis de luxo associada à casal de bilionários terá primeira unidade no Brasil, no interior de São Paulo, com inauguração prevista para 2027 ou 2028

VAI TER DESCANSO?

Carnaval 2026 não é feriado nacional; veja quem tem direito à folga

30 de janeiro de 2026 - 11:13

Apesar da tradição, o Carnaval não é feriado nacional em 2026; datas aparecem como ponto facultativo no calendário oficial

DEBATE ACALORADO

Escala 6×1 com os dias contados? Por que essas empresas se anteciparam e decidiram acabar com ela

30 de janeiro de 2026 - 10:40

Enquanto o Congresso ainda discute o fim da escala 6×1, empresas de setores que operam no limite da jornada legal começam a antecipar mudanças e adotar modelos de trabalho com mais dias de descanso

A ESCOLHA FOI FEITA

Adeus, Jerome Powell, olá, Kevin Warsh: conheça o escolhido de Trump para ocupar a presidência do Fed

30 de janeiro de 2026 - 10:10

Em suas redes sociais, Trump afirmou que não tem dúvidas de que Warsh será lembrado como um dos grandes presidentes do Fed

ROUBOU A CENA

Quina aproveita bola dividida na Lotofácil 3600 e faz o maior milionário da rodada; Mega-Sena tem repetição improvável

30 de janeiro de 2026 - 7:10

Enquanto a Quina roubou a cena da Lotofácil, a Mega-Sena acumulou de novo na quinta-feira (29) e o prêmio em jogo subiu para R$ 115 milhões.

VAI CAIR MAIS

Selic em 11,50% em 2026 — o que levou o UBS BB a mudar a projeção para os juros? Spoiler: não foi apenas a sinalização do Copom de corte em março

29 de janeiro de 2026 - 18:32

Esta é a primeira revisão do banco suíço para a taxa básica desde março de 2025; projeção anterior era de 12% até o final do ano

REGULAMENTAÇÃO

Cannabis medicinal já pode ser cultivada por universidades no Brasil: veja o que muda com as novas regras aprovadas pela Anvisa

29 de janeiro de 2026 - 16:00

Anvisa aprovou novas regras para a cannabis medicinal, permitindo o cultivo da planta por universidades e instituições de pesquisa, sob exigências rígidas de controle e segurança; veja as novas regras para a Cannabis medicinal no país

DIRETORES AFASTADOS

Fiscal de si mesmo: BC abre investigação interna para apurar crescimento acelerado e liquidação do Master

29 de janeiro de 2026 - 9:35

O objetivo da medida é tentar entender o que aconteceu com o Master, e como o Banco Central pode reforçar a sua governança interna de fiscalização.

ÁGUA

Califórnia resolve um problema que as mudanças climáticas não garantem mais

29 de janeiro de 2026 - 8:42

Diante das secas cada mais vez imprevisíveis, o estado mais rico dos EUA passou a tratar a água como infraestrutura estratégica

GRANDES PRÊMIOS DE CONSOLAÇÃO

Lotofácil acumula de novo e prêmio dispara, mas não faz nem cócegas nos R$ 102 milhões em jogo hoje na Mega-Sena

29 de janeiro de 2026 - 7:09

Depois de acumular pelo segundo sorteio seguido, a Lotofácil pode pagar nesta quinta-feira (29) o segundo maior prêmio da rodada das loterias da Caixa, mas a Quina vem logo atrás.

NÃO FOI DESSA VEZ, MAS...

Copom mantém Selic em 15% ao ano — e sinaliza primeiro corte para março

28 de janeiro de 2026 - 18:38

Decisão correspondeu às expectativas do mercado e surpreendeu com sinalização direta sobre o início dos cortes

SELIC ALTA DEMAIS, BOLSA SEM LASTRO?

“Banco Central já deveria cortar a Selic em 0,25 p.p”, diz Felipe Guerra, da Legacy, que alerta para bolha na bolsa

28 de janeiro de 2026 - 17:10

Enquanto a Legacy defende corte imediato de 0,25 ponto nos juros, Genoa alerta para o risco de o Banco Central repetir erros do passado

NO MAPA DOS GRINGOS

Enquanto brasileiros miram a Europa, destino no Brasil está entre os queridinhos dos estrangeiros para 2026

28 de janeiro de 2026 - 11:55

Cidade brasileira aparece entre os destinos mais reservados para 2026, atrás apenas de Paris e Bangkok, segundo levantamento da eDreams ODIGEO

CASA DE SAL

Casa de garrafas de vidro salta aos olhos no litoral de Pernambuco — e você pode se hospedar nela por R$ 430

28 de janeiro de 2026 - 11:13

Na Ilha de Itamaracá, duas mulheres recolheram cerca de 8 mil garrafas de vidro abandonadas nas praias e a transformaram em lar

DEVO, NÃO NEGO...

Foi mais difícil pagar aluguel em 2025: inadimplência teve leve alta no último ano, mas jogo pode virar em 2026

28 de janeiro de 2026 - 9:00

Levantamento mostra que os imóveis comerciais lideraram as taxas de inadimplência, com média de 4,84%

ENCALHADAS

Mega-Sena encalha e prêmio em jogo agora passa dos R$ 100 milhões; Lotofácil, Quina e outras loterias também emperram

28 de janeiro de 2026 - 7:05

Mega-Sena não sai desde a Mega da Virada. Lotofácil acumula pela primeira vez na semana. +Milionária promete o maior prêmio desta quarta-feira (28).

ENTREVISTA SD

“Não há nenhuma emergência que leve o Banco Central a apressar o corte da Selic”, diz Tony Volpon

28 de janeiro de 2026 - 6:03

O ex-diretor do Copom espera que um primeiro corte venha em março ou abril, quando a expectativa de inflação futura chegar, enfim, aos 3%

POLÍTICA MONETÁRIA

Selic a 8% ou a 15%? Ex-diretores do Banco Central explicam o dilema que o Brasil terá pela frente

27 de janeiro de 2026 - 18:46

Para Bruno Serra e Rodrigo Azevedo, o país entrou na fase decisiva em que promessas já não bastam: o ajuste fiscal precisará acontecer, de um jeito ou de outro

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar