🔴 ESTÁ NA HORA DE INVESTIR EM CRIPTO? – CLIQUE AQUI E ENTENDA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

DEBATE ACALORADO

Escala 6×1 com os dias contados? Por que essas empresas se anteciparam e decidiram acabar com ela

Enquanto o Congresso ainda discute o fim da escala 6x1, empresas de setores que operam no limite da jornada legal começam a antecipar mudanças e adotar modelos de trabalho com mais dias de descanso

Movimento VAT - Vida Além do Trabalho, que propõe o fim da escala 6x1
Movimento VAT - Vida Além do Trabalho, que propõe o fim da escala 6x1 - Imagem: Divulgação / VAT

O debate sobre o fim da escala 6x1 (seis dias de trabalho por um de descanso) ganhou força nas ruas e nas redes ao longo de todo o ano passado e neste início de 2026. Enquanto Legislativo e Executivo ainda discutem o tema, algumas empresas decidiram se antecipar e adotar mudanças por conta própria. É o caso da rede de supermercados Savegnago, famosa no interior de São Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O grupo ampliou o projeto que aplica a escala 5x2 (ou seja, cinco dias trabalhados epor dois de folga) entre suas lojas. No geral, o setor adota a escala de seis dias de trabalho, uma vez que supermercados ficam abertos aos finais de semana feriados e precisam de revezamento constante de funcionários.

“A partir de janeiro de 2026, o modelo que nasceu em Indaiatuba chega às unidades do Savegnago Supermercados em Campinas, Sumaré e Hortolândia, além das lojas do Paulistão Atacadista em Barretos, Sertãozinho e Franca”, escreveu a empresa em comunicado nas redes sociais.

Segundo a administração, a proposta da nova escala é oferecer uma rotina mais equilibrada e previsível aos colaboradores, ao mesmo tempo em que preserva a organização e a eficiência das operações.

Com mais de 13 mil colaboradores diretos e presença em 21 municípios, o Grupo Savegnago segue em expansão, com a meta de atingir 79 unidades até o final de 2026.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A rede não foi a primeira

Um dos nomes que mais chamaram atenção ao abandonar a jornada de 44 horas semanais foi o icônico Copacabana Palace, que também está em um setor que opera no limite máximo de dias e horas trabalhadas permitido pela CLT.

Leia Também

QUAAAAASE!

Lotofácil 3803 deixa 2 ganhadores quase milionários; Mega-Sena 3070 corre excepcionalmente hoje valendo R$ 150 milhões

HERANÇA INDIGESTA

A conta que espera o próximo presidente: ajuste fiscal bilionário exigirá mexer onde ninguém quer, diz Kinea

Na avaliação do Copacabana Palace, a nova jornada faz parte de uma estratégia para melhorar a qualidade de vida no trabalho, reduzindo o desgaste da rotina e ampliando o tempo disponível fora do ambiente profissional.

O novo modelo atinge os times que sustentam a operação diária do hotel — de camareiras e governantas a garçons, chefs e concierges. A única exceção são os profissionais de segurança, que seguem atuando em regime de 12x36.

Em São Paulo, o Palácio Tangará anunciou recentemente a adoção do novo formato após um processo interno de consulta aos funcionários. A mudança exigirá um aporte extra de cerca de R$ 2 milhões por ano veio na esteira de uma demanda clara das equipes: em assembleia realizada com o sindicato, quase nove em cada dez trabalhadores se posicionaram a favor da alteração.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Fim da escala 6X1: vai virar lei?

A discussão sobre a mudança no modelo de jornada ainda está longe de um desfecho. Embora o tema tenha avançado institucionalmente no fim do ano passado, quando a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal deu aval a uma proposta que altera a escala de trabalho e reduz o limite semanal de horas, o caminho até a virada em lei segue longo.

Antes de qualquer efeito prático, a proposta precisa superar uma sequência de votações formais, que inclui o plenário do Senado, a análise da Câmara dos Deputados e, ao final, a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que pode sancionar ou vetar o texto.

Hoje, há duas frentes legislativas tratando do mesmo tema. Uma delas está na Câmara, onde a proposta permanece estacionada em uma subcomissão criada especificamente para debater o assunto. Sem consenso político, o texto não avançou para a Comissão de Constituição e Justiça da Casa, etapa obrigatória antes de qualquer votação em plenário. Mesmo que destravasse ali, ainda teria de cruzar todo o processo no Senado.

A primeira proposta em tramitação no Senado corre em pista um pouco mais livre. Após receber o sinal verde da CCJ o texto segue agora para deliberação dos senadores em plenário. Se aprovado sem mudanças, ainda precisará passar pela Câmara antes de chegar à mesa do presidente para decisão final.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Celular com homem usando plataformas de apostas online 12 de outubro de 2026 - 14:15
Robert E. Hall e Michael Woodford Ill, vencedores do Nobel de Economia de 2026. Foto: Ilustração de Niklas Elmehed para a Fundação Nobel 12 de outubro de 2026 - 9:06
10 de outubro de 2026 - 15:05
Eduardo Bolsonaro 8 de outubro de 2026 - 16:53
7 de outubro de 2026 - 17:52
Imagem mostra uma mão plantando uma semente na terra e pequenas mudinhas que vão crescendo. Há gráficos de ações que indicam alta no investimento 7 de outubro de 2026 - 12:03
renda carros usados 6 de outubro de 2026 - 8:00
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar