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Levantamento mostra que os imóveis comerciais lideraram as taxas de inadimplência, com média de 4,84%
Mais brasileiros terminaram o ano no estilo do personagem Seu Madruga, do programa Chaves — ou seja, devendo o aluguel. A inadimplência locatícia no Brasil fechou 2025 com média de 3,50%, levemente acima dos 3,49% atingidos em 2024, segundo dados do Índice de Inadimplência Locatícia da Superlógica.
O levantamento mostrou que as menores taxas de 2025 foram registradas em março e abril, quando a inadimplência alcançou 3,09% e 3,15%, respectivamente.
Já entre os meses de julho e outubro, houve alta na inadimplência, chegando a taxa de 3,76%, com o maior índice do ano visto em setembro, de 3,80%.
Segundo Manoel Gonçalves, Diretor de Negócios para Imobiliárias da Superlógica, a variação vista entre o primeiro e segundo semestre foi motivada pelo desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) nos dois períodos, com um desempenho mais firme no início de 2025 e desaceleração nos últimos trimestres.
Além disso, ele destaca que, apesar do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA) tenha desacelerado no segundo semestre, os preços permaneceram elevados, mantendo a pressão sobre o orçamento das famílias.
"O impacto no bolso das famílias se refletiu na inadimplência dos aluguéis, sendo mais baixa no início do ano, quando boletos gerados em janeiro e fevereiro foram pagos em dia. Já entre julho e outubro, aumentou. Mas, no final do ano, houve um leve recuo da inadimplência, por conta da desaceleração da inflação e das entradas sazonais de renda, como o 13º salário", analisa Gonçalves.
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O especialista ainda avalia que a inadimplência de aluguéis indica a real situação econômica da população, já que moradia é uma necessidade básica.
“A inadimplência locatícia funciona como um sinal claro de fragilidade na situação econômica da população, especialmente entre as classes de menor renda.”
Apesar disso, Gonçalves vê sinais de recuperação em 2026, com duas quedas consecutivas no atraso dos pagamentos de aluguéis nos últimos meses de 2025. Ainda assim, ele destaca que é preciso ter cautela.
“Fatores externos podem impactar muito o orçamento das famílias, como as bets, que provocaram perdas econômicas de R$ 38,8 milhões no último ano. As apostas on-line precisam ser consideradas para manter as contas no azul.”
Além disso, Gonçalves destaca o peso da Selic a 15% ao ano no bolso dos brasileiros. “O ano foi marcado pela maior taxa de juros em quase duas décadas e pela perda da força da atividade econômica no país. Isso impacta diretamente no poder de compra das famílias brasileiras e no pagamento das despesas”, analisa Gonçalves.
No primeiro semestre, as regiões Norte e Nordeste alternaram entre as maiores taxas do ano, com o Norte liderando em janeiro, fevereiro, março e maio.
Já no segundo semestre, o Nordeste tomou a frente e registrou os maiores índices do Brasil em todos os meses. O pico foi visto em outubro, quando a região alcançou 6,84%.
Na comparação anual, o Nordeste também teve o nível de inadimplência mais alto do país, com 5,15%. Apesar disso, a região registrou uma queda de 0,68 ponto percentual em relação a 2024, quando chegou a 5,83%.
O Norte fechou o ano com inadimplência de 4,88%, recuo de 0,70 ponto percentual em comparação com o ano anterior.
O terceiro lugar no pódio ficou para o Centro-Oeste, que registrou taxa de inadimplência de aluguel de 3,59%, um aumento de 0,42 ponto percentual ante 2024.
Em seguida, foi a vez do Sudeste, que alcançou 3,24% ante 3,12%. O Sul foi a região com menor índice de inadimplência, chegando a 2,89% ante 2,75% no ano anterior.
“Embora as taxas dessas regiões [Sul e Sudeste] tenham sido mais baixas em relação ao Norte e Nordeste, elas tiveram aumento em relação ao ano anterior, o que acende um alerta também”, pondera Gonçalves.
O levantamento mostra ainda que os imóveis comerciais lideraram as taxas de inadimplência, fechando o ano com média de 4,84%. O pico no atraso dos aluguéis do segmento ocorreu em setembro, quando atingiu 5,55%.
“Esse tipo de imóvel pode ser mais afetado pela instabilidade econômica, refletindo muitas vezes as dificuldades financeiras de empreendedores brasileiros”, analisa o especialista.
O não pagamento de aluguéis em imóveis comerciais ultrapassa a inadimplência nas propriedades residenciais, como apartamentos e casas, que chegaram a 2,36% e 3,79%, respectivamente, ao final de 2025.
Além disso, enquanto casas e comércios tiveram crescimentos de 0,01 e 0,40 pontos percentuais em relação ao ano anterior, os apartamentos tiveram queda de 0,08 ponto percentual.
Os imóveis residenciais com aluguel acima de R$ 13 mil registraram os maiores níveis de inadimplência entre as propriedades para moradia, tendo finalizado o ano com uma taxa média de 6,18%, contra 6,04% de 2024.
Já nas propriedades comerciais, a média foi maior na faixa até R$ 1 mil, com 7,94%, ante 6,76%.
Por outro lado, em ambos os tipos de imóveis, a faixa de R$ 2 mil a R$ 3 mil fechou o ano com a menor média de atrasos no pagamento de aluguel: 2% nos imóveis residenciais e 4,11% nos comerciais.
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