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Mas há limitações e condições a serem cumpridas por quem quiser comprar as divisas estrangeiras, e algumas delas ainda não estão claras para os cidadãos

Após quase dois anos de paralisação, as autoridades de Cuba darão mais um passo importante para a normalização do mercado cambial e retomar a venda de dólares e outras moedas estrangeiras para a população nesta terça-feira (23).
A notícia foi dada ontem pelo vice-primeiro-ministro e chefe da Economia, Alejandro Gil, e a presidente do Banco Central, Marta Sabina Wilson. Segundo os dois, as casas de câmbio do país, conhecidas como CADECA, começarão a oferecer dólares e outras moedas aos cidadãos.
Mas há limitações e condições a serem cumpridas por quem quiser comprar as divisas estrangeiras. E algumas delas ainda não estão claras: Marta Wilson indicou, por exemplo, que cada pessoa poderá adquirir até 100 dólares, ou o equivalente em outras moedas, mas não especificou se o valor era diário.
As operações poderão ser realizadas em 37 agências da CADECA, mas não em aeroportos. Empresas privadas de pequeno e médio porte ainda não estão autorizadas a fazer essas compras.
Apesar das limitações, a medida é essencial para a normalização do mercado cambial cubano e também visa extinguir os múltiplos canais ilegais que surgiram durante a paralisação. Segundo as autoridades, o mercado clandestino é um dos fatores que pesa sobre a inflação da ilha.
Vale relembrar que o peso, a moeda local, não tem valor fora de Cuba. Cidadãos que viajam ou migram, por exemplo, tem de recorrer ao mercado negro. A alta demanda por moedas estrangeiras, por sua vez, contribuiu para a desvalorização do peso.
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A situação ocorre desde 2020, quando bancos e casas de câmbio interromperam a negociação de dólares com os cidadãos cubanos. As instituições alegaram quem não tinham dinheiro graças às sanções dos Estados Unidos e pararam de trocar moeda estrangeira por pesos ainda naquele ano.
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