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Somando o valor de mercado das 32 seleções classificadas para a Copa do Catar, chegamos à cifra de pouco mais de 12 bilhões de euros
Brasil e Inglaterra na final da Copa do Mundo do Catar, que tal? Bem, esse é o prognóstico se o critério de classificação em cada fase fosse apenas o valor de mercado de cada uma das seleções em disputa.
Entretanto, os ingleses se sagrariam bicampeões do mundo e o Brasil seria vice-campeão pela terceira vez na história.
Isso porque os cruzamentos previstos pelo sorteio dos grupos faria com que as duas seleções mais valiosas da Copa do Catar se enfrentassem somente na decisão do título.
Brasil e Inglaterra, aliás, são as únicas seleções cuja soma dos valores dos atletas convocados ultrapassa a cifra de 1 bilhão de euros, moeda na qual é feita a maior parte das transações de atletas pelo mundo, segundo cálculos do site especializado TransferMarkt.com.
A França também superava essa marca antes do inesperado corte do atacante Karim Benzema.
À primeira vista, esses valores podem causar estranheza. O Brasil conta com jogadores do porte de Vinícius Júnior, Rodrygo e Neymar. O trio esteve no centro de algumas das mais caras transações dos últimos anos.
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Já a França tem em seu elenco o jogador mais badalado do mundo na atualidade, Kylian Mbappé.
Boa parte da explicação encontra-se no fato de quase todos os convocados estarem em clubes que disputam a Premier League. Na atualidade, a liga inglesa é a que movimenta os maiores valores em todos o mundo, seja em patrocínios, direitos de transmissão, salários ou transferência de atletas.
Somando o valor de mercado de cada uma das 32 seleções classificadas para a Copa do Catar, chegamos à cifra de pouco mais de 12 bilhões de euros, ou quase R$ 70 bilhões.
É verdade que o fato de Itália, Costa do Marfim, Noruega e Colômbia não terem se classificado para o mundial — para ficar apenas nas surpresas — afeta consideravelmente essa cifra. Juntas, elas valem mais de 1,5 bilhão de euros. Mas é a regra do jogo.
De qualquer modo, se valor de mercado decidisse Copa do Mundo, o Brasil estaria na final. No entanto, o título ficaria com a Inglaterra.
Para chegar a essa conclusão, simulamos o cruzamento das chaves da primeira fase até a decisão do título. É claro que nossa conta não leva em consideração a possibilidade de zebras, que adoram dar as caras no futebol.
Nas oitavas de final, pelo critério de valor de mercado, teríamos os seguintes desdobramentos.
Chegando às semifinais, o Brasil triunfaria a Argentina em um dos maiores clássicos do futebol internacional. Já a Inglaterra eliminaria Portugal para enfrentar a seleção de Tite na decisão.
Na final, enfim, o valor somado de 1,41 bilhão de euros do selecionado inglês prevaleceria sobre o 1,14 bilhão de euros da seleção brasileira.
Tudo isso, claro, ignorando os ensinamentos de Nelson Rodrigues sobre os efeitos do imponderável sobre o futebol, imortalizados no personagem Sobrenatural de Almeida.
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