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O levantamento foi feito entre os dias 23 a 29 de outubro e constatou que o combustível teve alta de 0,6%, com preço médio em todo o País de R$ 4,91 por litro

Apesar de a Petrobras manter congelado há 60 dias o preço do combustível para as refinarias, a gasolina continua subindo de preço nos postos de abastecimento. Segundo os dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o combustível teve alta de 0,6%, com preço médio em todo o País de R$ 4,91 por litro.
O levantamento foi feito entre os dias 23 a 29 de outubro. Assim, a gasolina ainda se mantém abaixo dos R$ 5,00 — o preço mais alto encontrado foi de R$ 7,34 por litro e o mais baixo, de R$ 3,49 por litro.
De acordo com a Petrobras, o preço da gasolina é calculado da seguinte forma:
Os impostos federais estão zerados desde o começo do ano, o que gerou uma queda momentânea no preço da gasolina. O ICMS, imposto estadual, também recebeu alguns cortes com a proposta de teto da cobrança do imposto para 18%.
Durante a campanha eleitoral, encerrada no domingo passado, a queda no preço dos combustíveis foi uma das principais bandeiras utilizadas pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) para sinalizar à população que o governo já havia tomado medidas para reduzir os valores.
Também contribuiu para o cenário o fato de o preço do barril do petróleo ter caído nos últimos meses. Essa realidade, porém, mudou nas últimas semanas, devido à instabilidade no cenário internacional, e o preço do petróleo voltou a subir, de forma a pressionar a Petrobras, que ainda assim evitou reajustes.
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Conforme o Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), na terça-feira anterior à eleição a gasolina da estatal estava 12,27% (ou R$ 0,46 por litro) mais barata do que os preços internacionais, e o diesel, 14,13% (ou R$ 0,80 por litro).
Mesmo sem reajustes nas refinarias, a pressão inflacionária levou a aumentos no preço dos combustíveis nos postos.
Já o preço do diesel S10 caiu 0,6%, para uma média de R$ 6,68, com o valor mais alto atingindo R$ 8,49 e o mais baixo, R$ 5,96 por litro.
Já o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) de 13 quilos, ou gás de cozinha, teve queda de 0,2% na revenda, para uma média de R$ 109,86. O preço mais alto encontrado pela agência no período foi de R$ 149 e o mais baixo, de R$ 83 por botijão.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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