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A "pane" que atrasou a abertura do pregão da bolsa brasileira e a expectativa para os resultados dos bancos no 2T26 também estão entre os destaques; confira

Diferentes temas chamaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nesta semana: bolsa brasileira, a expectativa para os balanços dos bancos no segundo trimestre de 2026 e renda fixa indexada à inflação estão entre os destaques.
Uma das histórias contadas foi de um estádio de futebol de mais de R$ 10 bilhões que prometia ser o maior do mundo dedicado ao esporte, mas acabou se tornando um símbolo da crise imobiliária chinesa antes mesmo de abrir as portas.
No mercado, as perspectivas positivas dos bancos e gestoras para a Smart Fit (SMFT3) chamaram a atenção, além do início da temporada de resultados.
Outros dois temas foram o problema técnico que atrasou a abertura do pregão da B3 na última sexta-feira (31) e as incertezas sobre o Tesouro IPCA+ em um cenário no qual grandes investidores não estão investindo nos títulos com juro real de 8%.
Confira as notícias mais lidas da semana no Seu Dinheiro a seguir.
A China apresentou ao mundo em 2020 um projeto tão ambicioso quanto simbólico. Em plena ascensão do futebol no país, o Guangzhou Evergrande anunciou a construção de um estádio para 100 mil torcedores, com formato de flor de lótus e custo estimado em US$ 1,8 bilhão (mais de R$ 10 bilhões na cotação da época).
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A arena seria a maior do mundo construída exclusivamente para futebol e um novo cartão-postal do país.
Menos de uma década se passou e o cenário hoje é completamente diferente. O clube deixou de existir no futebol profissional, a empresa que financiava a obra entrou em colapso e o estádio, que nunca chegou a ser inaugurado, virou um dos maiores símbolos da crise imobiliária chinesa.
O Seu Dinheiro contou essa história completa. Leia aqui na íntegra.
Por muito tempo, a Smart Fit (SMFT3) foi unanimidade entre investidores e analistas. No entanto, o mercado de academias passou por mudanças profundas nos últimos tempos, que abalaram a tese.
A concorrência acirrada, preocupações com o TotalPass e até o cenário macroeconômico estão afetando o papel. Mesmo assim, a percepção continua positiva.
A rede de academias, com 2.113 unidades em 16 países, é uma das ações preferidas do varejo entre gestoras e grandes bancos. É a “top pick”, ou ação preferida, do varejo para BTG, Citi e Santander, por exemplo.
"A maior parte dos fundos carrega ou já carregou essa ação", diz Lucas Alves Lusitano Esteves, head de varejo do Santander.
Esta matéria mostra os gatilhos que podem fazer a ação subir até 80% e quais os riscos que continuam no radar.
A temporada de balanços dos bancos do segundo trimestre de 2026 começou na última semana com a divulgação dos resultados do Santander (SANB11), mas ainda aguarda as próximas instituições financeiras.
Depois de anos marcados por juros elevados, crédito mais seletivo e inadimplência persistente, o mercado quer saber quais bancos conseguiram atravessar o período sem comprometer a qualidade do balanço.
Na visão dos analistas, a diferença entre vencedores e perdedores desta temporada não será medida pelo ritmo de crescimento, mas pela capacidade de cada banco de controlar o risco de crédito.
Confira quais são as expectativas para os balanços dos bancos nesta matéria.
Quem esperava acompanhar a abertura da bolsa na última sexta-feira (31) precisou esperar mais do que o normal. Um problema técnico na B3 adiou o início das negociações e deixou ações, contratos futuros e demais ativos em leilão por horas.
Segundo a B3, o atraso foi provocado por problemas no envio de arquivos e na abertura da Câmara B3 (clearing), responsável pelo processamento e liquidação das operações.
"Informamos que, em decorrência do atraso no envio dos arquivos e na abertura da Câmara B3, previamente comunicados, excepcionalmente no pregão de Listados de hoje, postergaremos a abertura da negociação dos contratos Mini Índice (WIN) e Mini Dólar (WDO) e todos os demais ativos e contratos permanecerão em leilão até que tenhamos concluído a disponibilização dos arquivos da clearing para o mercado", informou a operadora da bolsa, em nota.
O Seu Dinheiro explicou o que aconteceu. Confira neste link.
As taxas do Tesouro IPCA+ estão nos maiores níveis históricos. Para o investidor pessoa física, a conta parece simples: se é possível travar uma remuneração próxima de 8% ao ano acima da inflação por mais de uma década, por que não aproveitar?
Mas existe um detalhe curioso por trás dessa história.
Enquanto as compras de Tesouro IPCA+ seguem fortes entre investidores individuais, grandes participantes do mercado — como fundos de previdência e gestores institucionais — ficaram mais seletivos na hora de comprar os títulos públicos.
A princípio, isso pode soar contraditório. Afinal, se a taxa é tão atraente, por que os profissionais estão pisando no freio?
A resposta foi explicada em uma matéria completa. Leia aqui na íntegra.
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