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Relembre o passo a passo de como o bitcoin chegou a uma queda de 16% nesta segunda-feira e o que esperar de amanhã
Os investidores acordaram com os mercados internacionais em forte queda — desde as bolsas da Ásia até a abertura dos negócios aqui no Brasil. Mas quem também sofre sem parar desde a última sexta-feira (10) são as criptomoedas e o bitcoin (BTC).
Durante o final de semana, os investidores em moedas digitais reagiram negativamente aos dados de inflação dos Estados Unidos. O índice de preços ao consumidor (CPI, em inglês), subiu 1% em maio, acima do esperado pelos analistas.
Desde então, a perspectiva de que o Federal Reserve aumente a intensidade do aperto monetário nos EUA mantém pressão sobre o cenário macroeconômico. Esse foi o pano de fundo para o mercado global de criptomoedas despencar mais de 14% em 24 horas.
Reveja os fatos que levaram ao pior dia para as criptomoedas desde 2020:
O mercado de criptomoedas segue digerindo os dados inflacionários de sexta-feira dos Estados Unidos. Ao longo do dia, o bitcoin permaneceu abaixo dos US$ 30 mil, sendo negociado em US$ 25.500 nas mínimas daquele mesmo dia.
A plataforma de staking — uma espécie de dividendos em criptomoedas — Celsius anunciou a suspensão de saques e transferências por tempo indeterminado.
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Até o fechamento desta matéria, os desenvolvedores não haviam retomado as negociações, e os investidores permaneciam com suas criptomoedas “congeladas” no protocolo.
O staking é um método recente de ganhar uma renda passiva com criptomoedas. O usuário empresta seus tokens para rede e, em troca, recebe uma gratificação por fornecer liquidez para a blockchain.
Após o bloqueio das moedas, a criptomoeda de rede Celsius (CEL) passou a cair e já acumula perdas de 24% nas últimas 24h, cotada a US$ 0,3325.
Os desenvolvedores alegam que o protocolo estava perdendo estabilidade devido à quantidade de saques de moedas para staking. Para proteger a comunidade e evitar perdas maiores, houve uma paralisação das negociações, de acordo com a Celsius Network.
Nas primeiras horas do dia, o bitcoin já acumulava queda de mais de 10%, refletindo a preocupação do mercado com o congelamento das criptomoedas na Celsius.
Ao longo do fim de semana, mais de US$ 200 bilhões em moedas digitais foram drenados e a capitalização de mercado das criptomoedas caiu abaixo de US$ 1 trilhão pela primeira vez desde fevereiro de 2021, de acordo com o Coin Market Cap.
Como se não bastasse a pressão sobre o mercado, o CEO da Binance, conhecido como CZ, também anunciou a suspensão das negociações da corretora na rede do bitcoin.
A maior corretora do mundo negocia cerca de US$ 15 bilhões em criptomoedas todos os dias. Excepcionalmente hoje, o número subiu 134%, para cerca de US$ 31 bilhões, devido aos temores do mercado.
A exchange alega que uma transação ficou “parada” no meio do caminho, sem dar maiores detalhes sobre o ocorrido. Entretanto, os entusiastas desse mercado entendem que as negociações foram paralisadas pelo mesmo motivo da Celsius, de controle de liquidez.
Pouco mais de uma hora depois, a Binance retomou as negociações na rede do bitcoin. As demais criptomoedas não foram afetadas pela paralisação.
O mercado segue pressionado com o bitcoin próximo a um nível perigoso de suporte — um gatilho para a chamada “regra da morte”. E o futuro pode não ser dos melhores.
Isso porque o fluxo de criptomoedas para fora das exchanges deve subir ainda mais nas próximas horas — durante a noite e a madrugada no Brasil, os mercados dos Estados Unidos e da China continuam a todo vapor — o que pode ampliar as perdas de hoje.
As movimentações para fora das exchanges nem sempre são de venda. Alguns investidores apenas tiram suas criptomoedas das corretoras e guardam em carteiras digitais (wallets).
Mas uma parcela desse montante deve ser colocado para venda no mercado, o que deve voltar a derrubar as cotações mais uma vez. Por volta das 16h30, o bitcoin era negociado em queda de 16,01%, cotado a US$ 23.211,25.
A cada queda mais intensa do preço do Bitcoin (BTC), surgem novos “profetas” anunciando o fim da criptomoeda. Desta vez, foi Michael Burry quem falou em uma possível “espiral da morte”.
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