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Desaparecimento da criptomoeda Terra (LUNA), crise na Celsius e falta de liquidez do mercado foram alguns dos problemas enfrentados pelo BTC
Mais um semestre se passou e o investidor nem sequer ouviu falar em “máximas históricas". Elas ficaram para trás no mercado de criptomoedas — mais precisamente, o bitcoin (BTC) está 71,60% abaixo do topo de US$ 68.600.
No último dia de junho, fechamento do semestre, o bitcoin teve o segundo pior primeiro trimestre da sua história — algo que não acontecia desde 2018, quando a maior criptomoeda do mundo caiu 58,40%. No mesmo período de 2022, o preço do BTC encolheu 58,29%.
O último mês também foi o pior da história do bitcoin. A queda de 37,9% se consolidou como a mais terrível da história, desbancando maio de 2021, quando o recuo foi de 35,4%.
O investidor procura encontrar — às vezes, não sabe onde está — o motivo por trás dessa queda tão vertiginosa. Os pesos responsáveis por afundar o bitcoin vem de dois lugares: o cenário externo e problemas internos das criptomoedas.
Desde o início do ano, o Federal Reserve ameaça aumentar os juros para conter a alta de preços. Isso se concretizou na mais recente reunião do Fomc, o equivalente ao Copom nos EUA, que anunciou o maior aperto monetário em mais de 20 anos.
Somado a isso, os problemas com projetos em criptografia minaram ainda mais o sentimento dos investidores. Desaparecimento da criptomoeda Terra (LUNA), crise na Celsius e falta de liquidez do mercado foram alguns desses problemas.
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Confira a seguir as 10 notícias que mais impactaram o preço do bitcoin no semestre que passou:
*Com informações do Cryptorank
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