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A semana começa turbulenta nos mercados financeiros de todo o mundo. Tanto no Brasil quanto nos EUA, analistas aguardam a inflação ao consumidor em setembro
A semana começa turbulenta nos mercados financeiros de todo o mundo. A expectativa diante do andamento da alta dos preços nos Estados Unidos e o recrudescimento do conflito entre Rússia e Ucrânia estabelecem o vermelho como tom predominante nas telas das bolsas. Por aqui, o avanço da campanha eleitoral é quase uma garantia de volatilidade no mercado local.
Tanto no Brasil quanto nos EUA, analistas estão de olho nos dados da inflação ao consumidor em setembro. No cenário brasileiro, a expectativa é de que os preços voltem a registrar deflação na comparação mensal. Nos EUA, o mercado espera que a alta dos preços desacelere pelo quarto mês seguido na leitura anual.
Mas, a não ser que o dado registre uma variação muito fora da curva, os analistas tendem a manter o pé atrás com o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).
Isso porque a situação de pleno emprego da economia dos EUA tem o potencial de encorajar o Fed a manter o ritmo do agressivo aperto monetário em andamento no país.
Por lá, os investidores se preparam ainda para o início da temporada de balanços do terceiro trimestre nos EUA.
A safra terá início na terça-feira com o balanço da Procter & Gamble, mas o dia mais importante da semana será na sexta-feira, com os resultados dos maiores bancos norte-americanos: JP Morgan, Wells Fargo, Citi e Morgan Stanley.
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No cenário eleitoral, os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) disputam palmo a palmo o eleitorado na campanha para o segundo turno das eleições presidenciais. Uma nova rodada da pesquisa Ipec é esperada para hoje.
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