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No sorteio do amigo da onça, o STF tirou o Centrão — e os magistrados capricharam no presente, declarando inconstitucional o orçamento secreto
O ano de 2022 se aproxima do fim. Há quem jure que vai acabar. Enquanto isso, amigos, parentes e colegas de trabalho realizam as últimas confraternizações antes do Natal. Muitos promovem uma festa de amigo secreto. Mas há quem tenha o amigo da onça como brincadeira preferida.
Foi assim na confraternização de fim de ano em Brasília. No sorteio do amigo da onça, o Supremo Tribunal Federal (STF) tirou o Centrão, aquela coalizão informal de políticos criticada pela fisiologia. E os distintos magistrados capricharam no presente.
Na noite de domingo, o ministro Gilmar Mendes tirou do teto de gastos os recursos destinados a programas de renda básica. Na segunda-feira, o STF declarou inconstitucional o chamado ‘orçamento secreto’.
Tudo isso em meio ao desenlace da negociação da PEC da Transição. Quem se divertiu com o presente foi o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva.
Ao tirar de cena o ‘orçamento secreto’, o STF removeu dos ombros de Lula o ônus do desgaste - tanto de um eventual choque frontal com o Centrão quanto de se ver obrigado a negociar sob os termos que tanto criticou durante a campanha.
Paralelamente, porém, também havia sido sorteado um amigo secreto convencional. Neste, quem tirou o Centrão foi o futuro ministro da Economia, Fernando Haddad.
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O ex-prefeito paulistano sentiu o climão deixado pelo presente de amigo da onça e lembrou que a governabilidade é um dos desejos principais do governo eleito para 2023. Entregou então um vale-presente.
Na mensagem desse vale-presente, um convite para seguir negociando a PEC da Transição, com a possibilidade de englobar na proposta os recursos que já estavam previstos nas emendas de relator, aquelas do orçamento secreto.
Mais tarde saberemos quem o Centrão tirou no sorteio.
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