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Mesmo sem apresentar nenhuma prova de fraude, o PL quer que o TSE anule mais de 67 milhões de votos depositados em cerca de 250 mil urnas
Substituição no mercado de incertezas. Sai a PEC de Transição, entra a contestação do resultado das urnas.
A PEC sai de cena, mas nem tanto. Três longas semanas de negociações e muita turbulência se passaram, mas a Proposta de Emenda à Constituição da Transição deve finalmente ser protocolada hoje no Senado.
Para quem temia a proposta original do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), as informações disponíveis dão conta de que ela já sofreu alguma desidratação.
Em troca da aprovação do texto, a equipe de Lula aceitou retirar o Bolsa Família do teto de gastos por quatro anos, e não mais de forma permanente. No entanto, há pressão para reduzir ainda mais esse período. E isso pode ocorrer durante a tramitação da PEC no Congresso.
Além disso, integrantes do PT negociam uma redução do impacto do estouro do teto de gastos para cerca de R$ 160 bilhões. Originalmente, a cifra era estimada em quase R$ 200 bilhões. Já o estabelecimento de uma nova âncora fiscal deve ficar mesmo para o ano que vem.
E enquanto a PEC da Transição vai se diluindo pelo caminho, as atenções dos investidores voltam-se para a contestação do resultado das urnas pelo PL, atual partido de Jair Bolsonaro, derrotado por Lula em outubro.
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Mesmo sem apresentar nenhuma prova de fraude, o PL quer que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anule mais de 67 milhões de votos depositados em cerca de 250 mil urnas. Assim, segundo as contas do partido, Bolsonaro venceria Lula por pouco mais de 1 milhão de votos.
O questionamento formal levou o Ibovespa às mínimas do dia na véspera, mas o clima de república bananeira talvez tenha curta duração.
Isso porque o presidente do TSE, Alexandre de Moraes, deu 24 horas para que o PL apresente também um pedido de anulação dos votos depositados nessas mesmas urnas no primeiro turno. Caso contrário, o pedido não será analisado.
Afinal, as urnas supostamente vulneráveis no tira-teima entre Lula e Bolsonaro também levaram o PL a construir, no primeiro turno, a maior bancada partidária do Congresso Nacional. Isso sem contar as eleições estaduais. E a distribuição do fundo partidário…
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