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A saída da atual crise inflacionária norte-americana passa necessariamente por algum sacrifício. Hoje, porém, as bolsas fazem uma pausa para respirar
Uma pausa para tomar fôlego costuma cair bem. Principalmente em ocasiões nas quais tudo ao redor parece prestes a desabar. Essa sensação tomou conta dos mercados financeiros nos últimos dias.
Tudo por causa de Jerome Powell, o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).
Na última sexta-feira, durante o simpósio de banqueiros centrais de Jackson Hole, ele sinalizou que o Fed pretende domar o dragão da inflação a qualquer custo. Mesmo que isso lance a economia norte-americana em recessão.
Naquele dia, a conclusão levou os principais índices de ações dos Estados Unidos ao pior pregão em meses. O chá de climão resistiu ao fim de semana e repetiu-se ontem nas bolsas de praticamente todo o mundo.
Em sua coluna de hoje no Seu Dinheiro, o Matheus Spiess explica por que a saída da atual crise inflacionária norte-americana passa necessariamente por algum sacrifício.
Segundo ele, estamos diante de um ciclo econômico clássico e será preciso esfriar o mercado de trabalho. Uma leitura que vale muito a pena para entender a proximidade do fim do chamado bear market rally nas bolsas.
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O principal índice da bolsa brasileira conseguiu fechar no azul - um azul bem clarinho, é verdade - graças à alta das petroleiras.
Hoje, porém, os mercados internacionais fazem uma pausa para respirar. Os investidores aproveitam as pechinchas proporcionadas pelas quedas recentes enquanto reavaliam suas posições.
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