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O conflito na Ucrânia segue sem desfecho e para contornar o problema causado pela oferta reduzida de petróleo russo, os Estados Unidos utilizarão as suas reservas especiais para tentar conter o preço dos combustíveis
Sorte é essencial para muitas coisas na vida, mas na maior parte do tempo, objetivos só são alcançados com adaptação e movimentações estratégicas. No Brasil, vimos um pouco disso nos bastidores da eleição presidencial, mas os olhares dos investidores estavam longe, lá no leste europeu.
O conflito na Ucrânia segue sem um desfecho e enviando mensagens dúbias aos espectadores. Enquanto os diplomatas negociam e celebram “avanços”, o exército russo promete um recuo, mas entrega apenas uma reorganização do seu aparato humano e militar.
As consequências econômicas da guerra demandam atitudes. Para contornar o problema causado pela oferta reduzida de petróleo russo, os Estados Unidos utilizarão as suas reservas especiais para tentar conter o preço dos combustíveis. Enquanto isso, Vladimir Putin obriga a Europa a pagar pela sua dependência do gás natural em rublos.
A preocupação com o cenário global não deixou o Ibovespa deslanchar nesta quinta-feira (31) e o índice fechou na mínima do dia, em queda de 0,22%, aos 119.999 pontos. No mês, o saldo seguiu positivo, com um avanço de 6,06%.
A movimentação norte-americana no mercado de petróleo levou a commodity a uma baixa de 6% e aliviou as projeções para inflação. Com isso, as taxas dos juros futuros recuaram e permitiram ao dólar à vista cair mais 0,54%, a R$ 4,7612 – uma valorização de 7,65% do real em março.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta quinta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
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NEGOCIAÇÃO DIFÍCIL
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