O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A primeira semana do ano foi de perdas tanto para a bolsa brasileira quanto para as principais bolsas internacionais. O responsável foi o Federal Reserve (Fed), o banco central americano, e sua sinalização de aperto monetário maior que o esperado pelo mercado.
Mas o Ibovespa brincou de gangorra com os índices internacionais. No início da semana, enquanto as bolsas lá fora subiam, as ações brasileiras recuavam; nos últimos dois dias, porém, o principal índice da B3 tentou correr atrás do prejuízo, avançando na contramão do exterior, puxado pela alta das commodities.
A questão é que a bolsa brasileira já havia caído tanto que, mesmo com o pessimismo lá fora, havia espaço para subir. Hoje, o Ibovespa fechou na máxima, com alta de 1,14%, aos 102.719 pontos, mas na semana, a queda acumulada foi de 2,01%.
O dólar à vista, por sua vez, teve um dia de alívio, seguindo um movimento global de fraqueza da moeda americana, e fechou em baixa de 0,85%, a R$ 5,6315. Na semana, porém, acumulou alta de 1%.
Hoje, as bolsas americanas tiveram um dia volátil, alternando altas e baixas, e com os índices operando mistos durante a maior parte do dia. É que os dados de emprego do payroll, divulgados pela manhã, tiveram pontos positivos e negativos para o mercado.
Por um lado, a criação de vagas de trabalho veio abaixo do esperado; por outro, o índice de desemprego também veio abaixo do esperado, e a alta dos salários foi acima do previsto, mostrando que o Fed tem sim espaço para um aperto monetário mais duro.
Leia Também
Os rendimentos dos Treasuries - os títulos públicos americanos - subiram ainda mais, tirando atratividade dos ativos de risco.
Com isso, todos os principais índices de Wall Street acabaram terminando a sessão em baixa. O Dow Jones, que passou boa parte do dia em alta, recuou 0,01%. O S&P 500 fechou em queda de 0,41%, e o Nasdaq caiu 0,96%.
As bolsas europeias foram afetadas pelo payroll e também pela inflação acima do esperado na zona do euro, o que também aponta para um aperto monetário na região. Assim, elas fecharam majoritariamente no vermelho, com o índice pan-europeu Stoxx 600 recuando 0,39% hoje.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta sexta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
Antes de passar para as principais notícias de hoje, tenho a honra de anunciar que o podcast Touros e Ursos do Seu Dinheiro voltou! No primeiro episódio desta nova temporada, eu, o Vinícius Pinheiro e o Victor Aguiar conversamos sobre renda fixa e bolsa: afinal, qual dessas classes de ativos será a melhor do ano? Basta dar o play!
PLATAFORMAS DE INVESTIMENTO
XP e Modal “juntos e separados”: o que está por trás da compra e o que muda para o investidor. Na guerra das plataformas de investimento, XP pagou barato e ainda eliminou um concorrente ao comprar o Modal por um valor equivalente a R$ 3 bilhões.
COPO MEIO CHEIO
Units e ações do Inter disparam com recomendação de compra pelo UBS. Além de ter elevado a recomendação de “neutro” para “compra”, banco de investimentos projeta valorização de quase 100% para BIDI11.
REALIDADE PRÓXIMA
Cazaquistão: entenda por que a crise no país centro-asiático afeta o bitcoin (BTC), as bolsas em todo o mundo e os seus investimentos. Onda de protestos por conta de aumento do preço dos combustíveis no país da Ásia Central deixa mercados em alerta e coloca Rússia no centro dos holofotes.
SEMANA EM CRIPTO
Bitcoin cai 12% e começa ano com pé esquerdo, Solana fora do ar e Chainlink se salva: o que movimentou as criptomoedas esta semana. Primeira semana do ano foi difícil, em especial para a Solana, que sofreu com a entrada de muitos integrantes na rede no ano passado.
LEVANTAMENTO EM CRIPTO
Pega, ladrão! Crimes mais famosos relacionados às criptomoedas incluem esquema de pirâmide e golpes com DeFis — mas são só 0,15% das negociações em rede. Foram cerca de US$ 14 bilhões perdidos em 2021 em crimes com softwares maliciosos (malwares), esquemas de pirâmide e sequestro de dados (ramsomware).
Conheça os números da Cimed e entenda tudo o que está por trás da estratégia agressiva de inovação da companhia e qual é o preço que ela está pagando pelo seu sucesso
Nesta semana, o humor com Smart Fit finalmente começou a melhorar, após a divulgação dos temidos resultados do 1T26. Ao contrário do que se pensava, a companhia mostrou forte expansão de margem bruta.
Com a chegada da gestora Patria no segmento de shopping centers, o fundo Patria Malls (PMLL11) ganhou nova roupagem e tem um bom dividend yield. Entenda por que esse FII é o mais recomendado do mês de maio
Entre previsões frustradas, petróleo volátil e incerteza global, investidores são forçados a conviver com dois cenários opostos ao mesmo tempo
Na seleção da Ação do Mês, análise mensal feita pelo Seu Dinheiro com 12 bancos e corretoras, os setores mais perenes e robustos aparecem com frequência
Veja como deve ficar o ciclo de corte de juros enquanto não há perspectiva de melhora no cenário internacional
O quadro que se desenha é de um ambiente mais complexo e menos previsível, em que o choque externo, via petróleo e tensões geopolíticas, se soma a fragilidades domésticas
Odontoprev divulga seu primeiro balanço após a reorganização e apresenta a BradSaúde em números ao mercado; confira o que esperar e o que mais move a bolsa de valores hoje
Fiagros demandam atenção, principalmente após início da guerra no Irã, e entre os FIIs de papel, preferência deve ser pelo crédito de menor risco
Na abertura do livro O Paladar Não Retrocede, Carlos Ferreirinha, o guru brasileiro do marketing de luxo, usa o automobilismo para explicar como alto padrão molda nossos hábitos. “Após dirigir um carro automático com ar-condicionado e direção hidráulica, ninguém sente falta da manivela para abrir a janela.” Da manivela, talvez não. Mas do torque de um supercarro, […]
Para ser rico, o segredo está em não depender de um salário. Por maior que ele seja, não traz segurança financeira. Veja os cálculos para chegar lá
Para isso, a primeira lição é saber que é preciso ter paciência pois, assim como acontece na vida real (ou deveria acontecer, pelo menos), ninguém começa a carreira como diretor
Entenda como a Natura rejuvenesceu seu negócio, quais os recados tanto do Copom quanto do Fed na decisão dos juros e o que mais afeta o seu bolso hoje
Corte já está precificado, mas guerra, petróleo e eleições podem mudar o rumo da política monetária
Entenda por que a definição da Selic e dos juros nos EUA de hoje é tão complicada, diante das incertezas com a guerra e a inflação
A guerra no Irã pode obrigar a Europa a fazer um racionamento de energia e encarecer alimentos em todo o mundo, com aumento dos preços de combustíveis e fertilizantes
Guerras modernas raramente ficam restritas ao campo militar. Elas se espalham por preços, cadeias produtivas, inflação, juros e estabilidade institucional
Entenda o que esperar dos resultados dos maiores bancos brasileiros no 1T26; investidores estarão focados nos números que mais sofrem em ciclos de crédito mais apertado e juros maiores
Governo federal corta apoio a premiação internacional e engrossa caldo do debate sobre validade do Guia Michelin
Mesmo sem saber se o valor recebido em precatórios pela Sanepar será ou não, há bons motivos para investir na ação, segundo o colunista Ruy Hungria