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Investidores parecem dispostos a manter os ativos de risco em território positivo após a inflação nos EUA ter derrubado as bolsas nesta semana, mas pisam em ovos hoje
Cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém. E mesmo que não seja comum encarar uma canja no café da manhã, a cautela já se faz presente logo cedo nos mercados financeiros nesta quinta-feira.
Os investidores parecem dispostos a manter os ativos de risco em território positivo depois da inflação norte-americana ter derrubado as bolsas no início da semana, mas pisam em ovos hoje.
Há quem não enxergue razões para que a turbulência tenha continuidade. Uma dessas pessoas é Jeff de Graaf, fundador da Renaissance Macro Research.
Ele não menospreza a gravidade da alta dos preços. Entretanto, ele acredita que a tendência de desaceleração da inflação nos Estados Unidos deve se manter nos próximos meses.
De qualquer modo, os movimentos são tímidos na manhã desta quinta-feira. As bolsas de valores da Europa abriram em leve alta e os índices futuros de Nova York não sinalizam uma direção clara.
Tudo por causa do atacadão de indicadores econômicos esperados para hoje nos EUA. Os dados incluem vendas no varejo, preços de importação, pedidos de auxílio-desemprego e dois importantes índices de atividade industrial: o Empire State e o do Fed da Filadélfia.
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Por aqui, os participantes do mercado estão de olho nos números do IBC-Br de julho. A expectativa é de que o índice de atividade econômica medido pelo Banco Central comece a apontar para uma desaceleração da economia brasileira.
Os investidores também monitoram os movimentos dos principais candidatos à Presidência da República. À noite, já depois do fechamento do mercado, serão conhecidos os números da nova rodada do Datafolha sobre as intenções de voto para 2 de outubro.
O que dispensa cautela é a cobertura de mercados do Seu Dinheiro. Clique e acompanhe sem parcimônia!
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