O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
As bolsas começaram a se recuperar ontem e hoje tudo indica que o fantasma da recessão resolveu tirar uma folga depois de tanto assombrar os investidores
As aparições públicas dos dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) costumam provocar calafrios nos participantes dos mercados financeiros. Principalmente em momentos nos quais o fantasma da recessão assombra o mundo.
Basta uma vírgula fora do lugar, uma gaguejada ou um ato falho para azedar o humor dos investidores.
Também por isso causou surpresa o efeito dos comentários de ontem de James Bullard, presidente do Fed regional de Saint Louis.
Ele só contou que trabalha com um cenário-base de aumento de 0,75 ponto porcentual na próxima reunião do Federal Reserve Banco (Fed, o banco central norte-americano).
Não é pouco, mas se levarmos em consideração que a maior parte dos economistas dá como certo um aumento de 1 ponto porcentual, o alívio observado em seguida se justifica.
O resultado foi imediato. As bolsas começaram a se recuperar ainda no fim da tarde de ontem e hoje tudo indica que o fantasma da recessão resolveu tirar uma folga depois de tanto assombrar os investidores.
Leia Também
Nem mesmo a leitura aquém das expectativas do PIB da China no segundo semestre tirou o fantasma de seu merecido descanso.
Que o alívio é temporário, parece haver pouca dúvida. Espero apenas que esse fantasminha nada camarada não tenha resolvido aproveitar a folga no Brasil depois de assistir à promulgação da chamada PEC Kamikaze.
Para saber mais sobre isso, você vai precisar acompanhar a cobertura de mercados do Seu Dinheiro.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
PRÉVIA OPERACIONAL
Méliuz (CASH3): ações apanham, mas vendas avançam no segundo trimestre; confira os números. Volume encolheu na comparação trimestral, mas ganho brilho frente ao mesmo período do ano passado. Confira os números.
TCHAU, FISH AND CHIPS!
Servindo a rainha: Minerva (BEEF3) fecha acordo com britânica Hilton Food. O acordo vai permitir à empresa ampliar o fornecimento de carne bovina nos segmentos de food service, indústria de alimentos processados e no varejo britânico. Veja os detalhes da parceria.
CAPACITAÇÃO TECH
iFood oferece 80 bolsas para capacitação em tecnologia; veja como participar. A iniciativa faz parte do compromisso da empresa de formar e empregar profissionais de tecnologia; as inscrições vão até 17 de julho.
PELÉ DE 2022
Bolsonaro vai acabar com a guerra? Presidente diz que tem saída para conflito entre Rússia e Ucrânia. O presidente da República, que tenta emplacar uma agenda externa há menos de três meses das eleições, tem uma ligação marcada para o próximo dia 18 com seu equivalente ucraniano.
A VIDA EM DUAS RODAS
Gasolina cara: que tal trocar o carro por uma moto? Conheça os modelos mais econômicos. Muitos brasileiros têm caminhado nesse sentido: pilotar ao invés de dirigir. É preciso, contudo, ter habilitação e escolher uma motocicleta econômica.
SEXTOU COM O RUY
A Vivo (VIVT3) e sua estabilidade à prova de crise nos mostram: negócios chatos não são maus negócios. A empresa manteve suas receitas praticamente estáveis nos últimos anos. Nosso colunista Ruy Hungria explica como esse ‘negócio chato’ gera tanto valor ao acionista.
Uma boa sexta-feira para você
Veja como deve ficar o ciclo de corte de juros enquanto não há perspectiva de melhora no cenário internacional
O quadro que se desenha é de um ambiente mais complexo e menos previsível, em que o choque externo, via petróleo e tensões geopolíticas, se soma a fragilidades domésticas
Odontoprev divulga seu primeiro balanço após a reorganização e apresenta a BradSaúde em números ao mercado; confira o que esperar e o que mais move a bolsa de valores hoje
Fiagros demandam atenção, principalmente após início da guerra no Irã, e entre os FIIs de papel, preferência deve ser pelo crédito de menor risco
Na abertura do livro O Paladar Não Retrocede, Carlos Ferreirinha, o guru brasileiro do marketing de luxo, usa o automobilismo para explicar como alto padrão molda nossos hábitos. “Após dirigir um carro automático com ar-condicionado e direção hidráulica, ninguém sente falta da manivela para abrir a janela.” Da manivela, talvez não. Mas do torque de um supercarro, […]
Para ser rico, o segredo está em não depender de um salário. Por maior que ele seja, não traz segurança financeira. Veja os cálculos para chegar lá
Para isso, a primeira lição é saber que é preciso ter paciência pois, assim como acontece na vida real (ou deveria acontecer, pelo menos), ninguém começa a carreira como diretor
Entenda como a Natura rejuvenesceu seu negócio, quais os recados tanto do Copom quanto do Fed na decisão dos juros e o que mais afeta o seu bolso hoje
Corte já está precificado, mas guerra, petróleo e eleições podem mudar o rumo da política monetária
Entenda por que a definição da Selic e dos juros nos EUA de hoje é tão complicada, diante das incertezas com a guerra e a inflação
A guerra no Irã pode obrigar a Europa a fazer um racionamento de energia e encarecer alimentos em todo o mundo, com aumento dos preços de combustíveis e fertilizantes
Guerras modernas raramente ficam restritas ao campo militar. Elas se espalham por preços, cadeias produtivas, inflação, juros e estabilidade institucional
Entenda o que esperar dos resultados dos maiores bancos brasileiros no 1T26; investidores estarão focados nos números que mais sofrem em ciclos de crédito mais apertado e juros maiores
Governo federal corta apoio a premiação internacional e engrossa caldo do debate sobre validade do Guia Michelin
Mesmo sem saber se o valor recebido em precatórios pela Sanepar será ou não, há bons motivos para investir na ação, segundo o colunista Ruy Hungria
A Sanepar não é a empresa de saneamento mais eficiente do país, é verdade, mas negocia por múltiplos descontados, com possibilidade de início de discussões sobre privatização em breve e, quem sabe, uma decisão favorável envolvendo precatório
Aprenda quais são as estratégias dos ricaços que você pode copiar e ganhar mais confiança na gestão do seu patrimônio
O mercado voltou a ignorar riscos? Entenda por que os drawdowns têm sido cada vez mais curtos — e o que isso significa para o investidor
Alta nos prêmios de risco, queda nos preços dos títulos e resgates dos fundos marcaram o mês de março, mas isso não indica deterioração estrutural do crédito
Entenda por que a Alea afeta o balanço da construtora voltada à baixa renda, e saiba o que esperar dos mercados hoje