Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Um extintor de incêndio para o mercado? Lula e a PEC da Transição, o milagre do Magazine Luiza, Petrobras e as notícias que mexem com o seu bolso

A PEC da Transição trouxe à tona a desconfiança mútua entre setores do governo eleito e a maior parte do mercado financeiro, com temores de um aprofundamento da crise fiscal

Camille Lima
18 de novembro de 2022
8:23
fogo, incêndio, extintor, água
Imagem: Pixabay

O próximo governo liderado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai começar formalmente em janeiro de 2023. Ainda falta mais de um mês para a posse, mas é como se ele já estivesse governando.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A política, assim como a natureza, abomina o vácuo. Jair Bolsonaro (PL) distanciou-se dos compromissos públicos depois da derrota nas urnas e Lula ocupou o espaço. Com seus bônus e ônus.

Com a mesma intensidade com que foi celebrado na COP-27, a cúpula climática promovida pela ONU no Egito, Lula já está sob forte escrutínio interno. Da imprensa, do mercado financeiro, de adversários e até mesmo de aliados. Cada um em seu papel. Tudo como deve ser em um ambiente de normalidade democrática.

O que mais tem chamado a atenção nos últimos dias é a repercussão da PEC da Transição. Ela trouxe à tona a desconfiança mútua entre setores do governo eleito e a maior parte do mercado financeiro.

Em meio a temores de um aprofundamento da crise fiscal, o Ibovespa reagiu em forte queda enquanto o dólar e os juros projetados dos títulos públicos dispararam.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E talvez essa reação constitua o primeiro grande teste à ampla coalizão formada por Lula para derrotar Bolsonaro.

Leia Também

Enquanto o presidente eleito manteve o tom de confronto, coube a seu vice, Geraldo Alckmin (PSB), o papel de bombeiro.

Diante das críticas ao pedido do governo eleito para tirar do mecanismo de teto de gastos quase R$ 200 bilhões, Alckmin posou de fiador na noite de ontem.

Onde o mercado vê motivo para estresse, o vice-presidente eleito vê razão para otimismo. Ele considera a reação “momentânea”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Alckmin também qualificou como “inexequível” o orçamento deixado por Bolsonaro, o que teria motivado a PEC. Disse que “haverá superávit primário, haverá redução da dívida, mas isso não se faz em 24 horas, se faz no tempo”.

Prometeu uma "ampla revisão de contratos vigentes" firmados pelo governo federal. E foi além: pregou um conjunto de medidas para estimular o crescimento da economia, o que inclui priorizar uma reforma tributária, buscar acordos comerciais e investimentos externos em obras de infraestrutura, além de desburocratizar e digitalizar o governo.

Mas uma coisa é posar de bombeiro. Outra é debelar o incêndio.

Para saber se as falas de Alckmin vão acalmar ou não os mercados, só mesmo acompanhando a cobertura do Seu Dinheiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.

O que você precisa saber hoje

CORRENDO ATRÁS DO PREJUÍZO
Magazine Luiza (MGLU3), Via (VIIA3) e outras varejistas apostam alto no fim de ano, mas um milagre de Natal é improvável. As vendas podem até crescer com a chegada da Copa do Mundo, da Black Friday e do Natal, mas não há como reverter os números ruins dos últimos meses. Entenda a situação.

CASAMENTO APROVADO
Nasce uma gigante dos shoppings: Cade dá sinal verde para a fusão entre Aliansce Sonae (ALSO3) e brMalls (BRML3) sem restrições. As companhias já haviam se antecipado a possíveis remédios prescritos pelo regulador e realizaram desinvestimentos milionários.

MENOS UM DESINVESTIMENTO
‘Efeito Lula’ ou ofertas baixas? Petrobras (PETR4) encerra processo de venda de refinaria mineira. A estatal explicou, em comunicado enviado à CVM, que avaliará o momento adequado para iniciar um novo processo competitivo pelo ativo.

BALANÇO
Stone (STNE) sobe 18% no pré-mercado em Nova York após resultado do terceiro trimestre. A empresa de maquininhas deixou o prejuízo para trás entre julho e setembro e sinalizou que deve continuar em ritmo de crescimento nos três últimos meses do ano. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

SEU DINHEIRO NA COPA
Bancos vão funcionar em horário especial nos dias de jogos do Brasil na Copa do Mundo. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), todos os serviços digitais e caixas eletrônicos funcionarão normalmente durante as partidas da Copa do Mundo.

LOTERIAS
Duas apostas levam a Lotofácil, enquanto a Quina acumula. Um bilhete registrado em Manaus e outro em São Paulo darão direito a prêmios individuais de mais de R$ 650 mil no sorteio. Confira os resultados e saiba se foi você quem levou a bolada. 

SEXTOU COM O RUY
A bolsa não para de cair? Tem investidor lucrando muito com isso. Neste momento, é importante ter um portfólio balanceado, com renda fixa e ações. Mas, segundo o colunista Ruy Hungria, existe uma outra classe de ativos que até tem se aproveitado do mau humor recente.

Uma boa sexta-feira para você!

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os terremotos nos mercados com a guerra, a reestruturação da Natura (NATU3) e o que mais mexe com seu bolso hoje

31 de março de 2026 - 8:37

Entenda como o prolongamento da guerra pode alterar de forma permanente os mercados, e o que mais deve afetar a bolsa de valores hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Da escalada militar à inflação global: o preço da guerra entre EUA e Irã não é só o petróleo

31 de março de 2026 - 7:24

Curiosamente, EUA e Israel enfrentam ciclos eleitorais neste ano, mas o impacto político do conflito se manifesta de forma bastante distinta

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Uma nova estratégia para os juros, eleições presenciais, guerra no Oriente Médio e o que mais move os mercados hoje

30 de março de 2026 - 8:10

O Brasil pode voltar a aumentar os juros ou viver um ciclo de cortes menor do que o esperado? Veja o que pode acontecer com a taxa Selic daqui para a frente

DÉCIMO ANDAR

As águas de março geraram oportunidades no setor imobiliário, mas ainda é preciso um bom guarda-chuva

29 de março de 2026 - 8:00

Quedas recentes nas ações de construtoras abriram oportunidades de entrada nas ações; veja quais são as escolhas nesse mercado

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

O melhor emprego do mundo: as dicas de um especialista para largar o CLT e tornar-se um nômade digital 

28 de março de 2026 - 9:02

Uma mudança de vida com R$ 1.500 na conta, os R$ 1.500 que não compram uma barra de chocolate e os destaques da semana no Seu Dinheiro Lifestyle 

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O corte de dividendos na Equatorial (EQTL3), a guerra em Wall Street, e o que mais afeta seu bolso hoje

27 de março de 2026 - 8:17

A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira

SEXTOU COM O RUY

Nem todo cão é de guarda e nem toda elétrica é vaca. Por que o corte de dividendos da Equatorial (EQTL3) é um bom sinal?

27 de março de 2026 - 6:01

Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O sucesso dos brechós, prévia da inflação, o conflito no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje

26 de março de 2026 - 8:17

Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Será que o Copom que era técnico virou político?

25 de março de 2026 - 20:00

Entre ruídos políticos e desaceleração econômica, um indicador pode redefinir o rumo dos juros no Brasil

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

As empresas nos botes de recuperação extrajudicial, a trégua na guerra do Oriente Médio, e o que mais move os mercados hoje

25 de março de 2026 - 8:00

Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Como se proteger do cabo de guerra entre EUA e Irã, Copom e o que mais move a bolsa hoje

24 de março de 2026 - 8:10

Confira qual a indicação do colunista Matheus Spiess para se proteger do novo ciclo de alta das commodities

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Quando Ormuz trava, o mundo sente: como se proteger da alta das commodities e de um início de um novo ciclo

24 de março de 2026 - 7:25

O conflito acaba valorizando empresas de óleo e gás por dois motivos: a alta da commodity e a reprecificação das próprias empresas, seja por melhora operacional, seja por revisão de valuation. Veja como acessar essa tese de maneira simples

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O problema de R$ 17 bilhões do Grupo Pão de Açúcar (PCAR3), o efeito da guerra nos mercados, e o que mais você precisa saber para começar a semana

23 de março de 2026 - 8:20

O Grupo Pão de Açúcar pode ter até R$ 17 bilhões em contas a pagar com processos judiciais e até imposto de renda, e valor não faz parte da recuperação extrajudicial da varejista

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A ação vencedora no leilão de energia, troca no Santander (SANB11), e o que mais mexe com a bolsa hoje

20 de março de 2026 - 7:56

Veja qual foi a empresa que venceu o Leilão de Reserva de Capacidade e por que vale a pena colocar a ação na carteira

SEXTOU COM O RUY

Eneva (ENEV3) cumpre “profecia” de alta de 20% após leilão, mas o melhor ainda pode estar por vir

20 de março de 2026 - 6:03

Mesmo após salto expressivo dos papéis, a tese continua promissora no longo prazo — e motivos para isso não faltam

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A ruptura entre trabalho e vida pessoal, o juízo final da IA, e o que mais move o mercado hoje

19 de março de 2026 - 8:21

Entenda por que é essencial separar as contas da pessoa física e da jurídica para evitar problemas com a Receita

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Ainda sobre hedge — derivadas da pernada corrente

18 de março de 2026 - 20:00

Em geral, os melhores hedges são montados com baixa vol, e só mostram sua real vitalidade depois que o despertador toca em volume máximo

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A corrida do Banco Central contra a inflação e o custo do petróleo, a greve dos caminhoneiros e o que mais afeta os mercados hoje

18 de março de 2026 - 8:18

Saiba o que afeta a decisão sobre a Selic, segundo um gestor, e por que ele acredita que não faz sentido manter a taxa em 15% ao ano

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Como o petróleo mudou o jogo para o Copom e o Fed, a vantagem do Regime Fácil para as empresas médias, e o que mais move as bolsas hoje

17 de março de 2026 - 8:46

O conflito no Oriente Médio adiciona mais uma incerteza na condução da política monetária; entenda o que mais afeta os juros e o seu bolso

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Do conflito no Oriente Médio ao Copom: como o petróleo mudou o jogo dos juros

17 de março de 2026 - 7:35

O foco dos investidores continua concentrado nas pressões inflacionárias e no cenário internacional, em especial no comportamento do petróleo, que segue como um dos principais vetores de risco para a inflação e, por consequência, para a condução da política monetária no Brasil

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia