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Qualquer surpresa negativa hoje, como a inflação mais elevada do que se espera, pode fazer com que a trajetória recente se inverta, como fez depois do Simpósio de Jackson Hole
Bom dia, pessoal.
Lá fora, os mercados asiáticos fecharam predominantemente em alta nesta terça-feira (13), seguindo as movimentações amplamente positivas dos mercados globais durante o pregão de ontem (12), mesmo que os investidores se mantenham cautelosos enquanto aguardam a divulgação dos dados de inflação dos EUA para obter mais pistas sobre os próximos passos da política monetária americana.
Um certo otimismo sobre uma desaceleração econômica menor do que se pressupunha e uma inflação já enfraquecida desencadeou um movimento positivo no mercado.
Na Europa, os mercados sobem depois da inflação ao consumidor alemão ter vindo em linha com o esperado, acelerando para 7,9% na comparação anual.
Os futuros americanos acompanham a alta, na expectativa para o dado de hoje.
A ver...
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No Brasil, os investidores se debruçam com os dados de serviços do mês de julho, que devem mostrar crescimento de algo como 5,5% na comparação anual, o que representaria uma desaceleração frente ao dado de junho, que mostrou alta de 6,3% contra o mês período do ano anterior, mas ainda seria um indicativo de crescimento.
Os dados de hoje nivelam o terreno para os dados de varejo de amanhã e o IBC-Br (proxy do PIB) de quinta-feira.
Em paralelo, se discute os eventuais impactos da pesquisa IPEC divulgada na noite de ontem (12). Sem manter a trajetória anterior, o presidente Bolsonaro se manteve estável, enquanto Lula oscilou para cima na margem.
O mercado parece não colocar tanta importância nas variações das pesquisas, em grande parte porque a discussão indica conversão ao centro, com Bolsonaro amenizando o discurso, ainda que mantenha seu tom caricato, e Lula dando mais ênfase para Alckmin e para a responsabilidade fiscal.
Sem grandes novidades aqui.
Ontem, nos EUA, as ações subiram pelo quarto dia consecutivo com o Nasdaq, o índice de tecnologia, liderando a alta (em quatro pregões, o índice subiu mais de 6%).
O movimento pode ser mais um sintoma da ansiedade vigente no mercado, até mesmo porque o relatório de inflação pode surpreender os investidores.
O consenso é de baixa no índice de inflação cheio, com os preços em 12 meses recuando de 8,5% para 8%, enquanto o núcleo, que exclui itens mais voláteis, como combustíveis e alimentos, deve seguir pressionado, atingindo 6,1% na base anual, contra 5,9% em julho.
O otimismo recente vem da ideia de que a inflação pode não ser tão persistente quanto se temia no início deste ano.
Contudo, qualquer surpresa negativa hoje, como uma inflação mais elevada do que se espera, pode fazer com que a trajetória recente se inverta, como fez no final de agosto, depois do Simpósio de Jackson Hole.
Ao mesmo tempo, se os dados surpreenderem para baixo, talvez o mercado siga consolidando certa recuperação; afinal, durante cada um dos sete principais ciclos de inflação anteriores, depois que a taxa de inflação anual atingiu o pico, o mercado de ações já teria passado pelo pior.
Enquanto os ucranianos conquistam algumas modestas vitórias no sul do país, os ministros de energia europeus continuam pensando em como endereçar a crise energética cada vez mais profunda no interior da União Europeia.
Depois de discutirem na semana passada, os ministros levaram as definições para a classe política de seus respectivos países.
As medidas visam intervenção emergencial para evitar preços descontrolados que possam resultar em desindustrialização ou até atrito social.
Destacam-se:
A discussão energética faz parte de um panorama mais complexo no âmbito global, que deverá seguir pressionando os preços ao redor do mundo.
Um dos objetivos da década será delinear novas matrizes de segurança energética para os vários polos globais, focando em energia limpa (você já conhece o nosso fundo?).
Ainda no exterior, hoje o mercado internacional conta com o relatório da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), que pode influenciar o preço do barril — por enquanto, nesta manhã, a commodity continua se recuperando depois das quedas recentes (mais de 20% nos últimos três meses).
Aliás, foi justamente tal correção e volatilidade que fez com que os membros da organização (23 países) decidissem por reduzir a produção em 100 mil barris por dia em outubro.
Embora a quantidade seja pequena (cerca de 0,1% da oferta mundial), se tratou de um alerta do grupo liderado pelos árabes.
Ao mesmo tempo, estruturalmente, o mercado de petróleo quase não tem capacidade de produção sobressalente.
Caso a demanda chinesa se recupere bem assim que as quarentenas contra o coronavírus forem afrouxadas, podemos voltar a ver um petróleo forte nos próximos anos, o que é bom para o Brasil (balança comercial e Petrobras).
Os EUA, a França e a Bélgica se movimentaram para manter os reatores nucleares abertos após suas licenças de operação e, em uma grande reviravolta, o Japão está considerando construir novos reatores e reiniciar os que foram fechados após a crise nuclear de Fukushima.
O Reino Unido, a República Tcheca e a Polônia têm planos de construir novos reatores nos próximos anos. Até a Alemanha voltou à discussão.
E o que está por trás do retorno à energia nuclear?
Muito disso remonta à guerra na Ucrânia. Isolar do petróleo e do gás da Rússia levaram os preços da energia a níveis de crise, levando os países ocidentais a dar uma segunda olhada na energia nuclear (finalmente!).
A eficiência da energia nuclear também é atraente para os países que buscam atingir as metas de emissões da ONU, porque falamos de uma matriz verde, ainda que não seja renovável.
As sinalizações são positivas para o mercado de urânio, que alimenta tais usinas.
A ideia seria que novas tratativas sobre o tema, como a continuidade da operação por mais uma década da última usina nuclear da Califórnia, a Diablo Canyon, devem impactar positivamente o mercado de urânio.
Dessa forma, para quem ainda não viu, vale conferir o nosso fundo de Urânio.
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