O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com passagens no no Fed de Nova York e no FMI, o economista brasileiro Ilan Solot é sócio da Tagus Capital e traz dicas para analisar o mercado de ativos digitais
Olá,
O economista brasileiro Ilan Solot já trabalhou no Fed (o banco central norte-americano) de Nova York e no FMI (Fundo Monetário Internacional).
Mas talvez o pôster na parede de sua sala, em Londres, diga mais sobre sua vida profissional hoje.
Trata-se de uma reprodução da primeira capa do livro Brave New World (Admirável Mundo Novo), de Aldous Huxley, um colosso da literatura do século 20 que antecipa um futuro de avanços tecnológicos indomáveis que se desenrolam em um tecido social distópico. Baita livro.
Hoje Ilan é sócio da Tagus Capital, um fundo de venture capital especializado em criptoativos, criptomoedas e empresas deste ecossistema.
Esse background é o que fez dele a melhor fonte para explicar, no Criptoverso desta semana, como analisar criptoativos, do ponto de vista fundamentalista.
Leia Também
É um excelente e necessário ponto de partida para se entender esse mercado tão novo e diferente de tudo que estamos acostumados.
O critério primordial do manual de análise (minhas palavras) do Ilan é a classificação dos ativos em quatro propriedades de agregação de valor: utilidade, colateral, governança e fluxo de caixa.
Ou seja, os ativos têm valor se forem úteis (resolverem um problema), puderem ser usados como garantia, trouxerem poder sobre um protocolo ou gerarem dividendos.
Uma vez entendida a classe do ativo, vem um segundo fator que não é tão familiar para o investidor acostumado com ações: o de geração de valor e a captura de valor.
Um protocolo de cripto pode criar muito valor, mas não é necessariamente o dono do token do protocolo que vai capturar valor.
Como se fosse uma empresa que dá lucro, mas não paga dividendos nem tampouco reinveste.
A Uniswap, por exemplo, é uma exchange cripto descentralizada, que gera valor para o mercado ao possibilitar a troca de um criptoativo por outro.
Governada por detentores de seu token (chamado uni), ela cobra uma taxa por transação, mas não repassa nada aos donos do seu ativo.
Ou seja: gera valor, mas não captura.
Mas por que alguém, então, teria um ativo assim?
A lógica deste protocolo hoje é aumentar seu market share e, no futuro, mudar a governança do token para que seus detentores recebam parte desse valor capturado.
É uma lógica, em tese, semelhante à de muitas startups: abrir mão de lucro em troca de crescimento. Mas há quem duvide e afirme que seja apenas um protocolo mal feito.
No admirável mundo novo de mais de 16 mil criptoativos, coisas assim não apenas existem como são rotina. Por isso, analisar fundamentos é fundamental, mas com um olhar diferente.
Acima estão apenas duas pílulas de criptoconhecimento do Ilan. Para saber muito mais, clique aqui e assista ao segundo episódio do Criptoverso.
Um abraço,
Renato Santiago
Estudo histórico revela como o desempenho do mês de janeiro pode influenciar expectativas para o restante do ano no mercado brasileiro
Entenda o que as novas tarifas de exportação aos EUA significam para aliados e desafetos do governo norte-americano; entenda o que mais você precisa ler hoje
Antigos alvos da política comercial norte-americana acabam relativamente beneficiados, enquanto aliados tradicionais que haviam negociado condições mais favoráveis passam a arcar com custos adicionais
Os FIIs multiestratégia conseguem se adaptar a diferentes cenários econômicos; entenda por que ter essa carta na manga é essencial
Saiba quais são as perguntas essenciais para se fazer antes de decidir abrir um negócio próprio, e quais os principais indicadores econômicos para acompanhar neste pregão
Após anos de calmaria no mercado brasileiro, sinais de ruptura indicam que um novo ciclo de volatilidade — e de oportunidades — pode estar começando
Depois que o dinheiro gringo invadiu o Ibovespa, as small caps ficaram para trás. Mas a vez das empresas de menor capitalização ainda vai chegar; veja que ações acompanhar agora
Confira as leituras mais importantes no mundo da economia e das finanças para se manter informado nesta segunda-feira de Carnaval
Nem tanto cigarra, nem tanto formiga. Morrer com dinheiro demais na conta pode querer dizer que você poderia ter trabalhado menos ou gastado mais
Miami é o novo destino dos bilionários americanos? Pois é, quando o assunto são tendências, a única certeza é: não há certezas
Veja a empresa que pode entregar retornos consistentes e o que esperar das bolsas hoje
Felizmente, vez ou outra o tal do mercado nos dá ótimas oportunidades de comprar papéis por preços bem interessantes, exatamente o que aconteceu com Eneva nesta semana
O carry trade no Japão, operação de tomada de crédito em iene a juros baixos para investir em países com taxas altas, como o Brasil, está comprometido com o aumento das taxas japonesas
Depois de uma alta de quase 50% em 12 meses, o mercado discute se os preços já esticaram — e por que “estar caro” não significa, necessariamente, fim da alta
Confira as vantagens e desvantagens do Rearp Atualização. Saiba também quais empresas divulgam resultados hoje e o que mais esperar do mercado
Veja qual o efeito da vitória da primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, nas eleições do Japão nos mercados de todo o mundo
A vitória esmagadora de Sanae Takaichi abre espaço para a implementação de uma agenda mais ambiciosa, que também reforça o alinhamento estratégico de Tóquio com os Estados Unidos, em um ambiente geopolítico cada vez mais competitivo na Ásia
Veja os sinais que o mercado olha para dar mais confiança ao plano de desalavancagem da holding, que acumulou dívidas de quase R$ 38 bilhões até setembro
O que muda na nossa identidade profissional quando parte relevante do trabalho operacional deixa de ser feita por humanos?
Mudaram as estações e, do pré-Carnaval brasileiro, miramos nosso foco nas baixas temperaturas dos Alpes italianos, que recebem os Jogos Olímpicos de Inverno